quinta-feira, 15 de julho de 2010

Jesus tem um projeto


Quando os inimigos lutam para ver nosso fim;
Quando com palavras tentam nos destruir;
Quando as pessoas sem motivo algum tentam te difamar;
Quando se levantam para o teu ministério amaldiçoar;
Quando profetizam que você não vai prosperar;
E quando afirmam que Deus contigo não está.
Não desista, não murmure, não devolva o mal por mal.
Apenas louve, Adore, pois a vitória vem no final.
Quando essas coisas acontecem é o Eterno Todo Poderoso
usando até teus inimigos
para anunciarem o tempo de sorrir.
O inimigo que pensava que iria ver teu fim
vai estar presente no teu banquete terá que te aplaudir,
então eles verão que Cristo peleja por ti.

Prisão de ventre

1. Pode comer maçã e banana se o intestino está preso?
Pode, mas há senões. Para alguns especialistas, a casca da maçã contribui para prender ainda mais o intestino. Segundo eles, comer maçã descascada e, melhor ainda, cozida está liberado. Outros acham que não há nenhum problema em ingeri-la com casca e tudo numa situação dessas. Até porque a casca seria uma fonte de fibra, que libera o tráfego intestinal. Em relação à banana, não existe nenhuma restrição. Ela não piora o quadro, mas também não ajuda, ou seja, não está entre os alimentos famosos por dar um chega-pra-lá no desconforto. A banana-maçã, no caso, é a menos indicada devido à sua composição.

2. Pode tomar laxante, natural ou não?
Não pode, a não ser em situações emergenciais, quando o indivíduo está há mais de cinco dias sem ir ao banheiro. Existem alguns tipos de laxantes. Os chamados osmóticos hidratam as fezes ressecadas, típicas de um quadro de prisão de ventre. Já os laxantes denominados catárticos provocam uma espécie de irritação nas mucosas do intestino, o que deflagra as contrações musculares responsáveis por expulsar o bolo fecal empacado no meio do caminho. Quando usada de maneira contínua, os laxantes catárticos podem lesionar o intestino, prejudicando a absorção de nutrientes. Por fim, existem remédios com a mesma função que são rotulados de naturais porque se valem de extratos de fibras. Eles aumentam o volume do bolo fecal, mas o uso crônico também acarreta males para o intestino. Afinal, apesar de naturais, eles irritam a parede do órgão.

3. Pode aumentar o consumo de óleo nas refeições para ajudar?
Pode. Os óleos ajudam a lubrificar as vias intestinais, facilitando a expulsão das fezes. Basta ingerir uma colher de chá de azeite de oliva, por exemplo. Mas nada de exageros. Óleo em demasia pode deflagrar, entre outras encrencas, uma diarréia daquelas! Os extremos nunca são bons.

4. Pode comer mais vegetais para ajudar?
Pode, sobretudo os verdes, como alface, rúcula e agrião. Eles são (quase) fibra pura. Essa substância não é absorvida pelo intestino. Daí, no final das contas, serve de matéria-prima para o bolo fecal. E um bolo fecal bem formado e volumonoso estimula as contrações intestinais.

5. Pode comer cereais integrais porque eles resolvem a questão?
Pode. Eles ajudam mesmo. Não à toa. Os cereais integrais são ricos em fibras, que dão aquele empurrão para o intestino regularizar seu funcionamento. Mas de nada adiantará se empanturrar deles caso não haja um consumo adequado de água ao longo do dia – pelo menos 3 litros. A ingestão de líquidos hidrata as fezes, que, assim, ficam pastosas e são expelidas sem maiores dramas. Cereal integral sem líquido, por outro lado, vira sinônimo de fezes duras e ressecadas, que dificilmente são expulsas.

6. Pode comer mais mamão para ajudar?
Pode. O mamão é uma ótima pedida quando a prisão de ventre dá as caras justamente por ser outra excelente fonte de fibras. Os especialistas só não recomendam a ingestão de suas sementes, porque elas estão associadas a algumas complicações. Lá dentro do intestino com predisposição a encrenca elas se tornam o estopim de diverticulites, por exemplo.

7. Pode tomar mais de uma porção daqueles iogurtes que prometem resolver o problema?
Pode. Mas o ideal é começar com uma porção diária desses iogurtes, ricos em bactérias que colocam o trabalho do intestino nos eixos. Limitar-se a uma única porção no início é a maneira de habituar o órgão a essa novidade. Mas, no final das contas, o número de porções recomendadas vai variar de indivíduo para indivíduo.

8. Pode tomar qualquer iogurte já que todos fazem bem?
Pode. Os iogurtes em geral, assim como a velha e boa coalhada, têm bactérias benéficas para o trato intestinal, mas, sem sombra de dúvida, os mais recomendados são os probióticos, que contêm boas doses de cepas específicas desses micróbios do bem. Sem falar que muitos vêm com um bônus: cereais, que também auxiliam no ajuste do ritmo do intestino.

9. Pode pedir ajuda médica?
Pode. Aliás, quem padece com a prisão de ventre crônica deveria recorrer a um especialista. Além de a maioria dos pacientes não conseguir dar um fim ao tormento sozinha, o intestino preso pode ser sintoma de algo mais sério.

10. Pode esperar sentado no banheiro para induzir a vontade?
Pode. Por meio dessa estratégia, o intestino desenvolve uma memória. Assim, como um relógio, ele vai ajustar seis ponteiros e, no horário habitual, tende a trabalhar a contento. Trata-se, portanto, de treino. Só não fique muito tempo por lá, forçando a barra. Fazer força, para alguns, é induzir hemorróidas, entre outros problemas.

11. Pode tomar remédio para gases?
Pode. Como eles provocam o rompimento das bolhas, melhorando a eliminação de gases, a desconforto associada à prisão de ventre diminui. Mas o uso em excesso desse tipo de medicamento pode levar a uma inibição das contrações do intestino. Portanto, só é para tomar remédio para gases quando eles estiverem realmente incomodando.

12. Pode parar de tomar estatina para diminuir o colesterol, se ela parece ser a causadora da encrenca?
Não pode parar de tomar estatina, principalmente se o indivíduo tem níveis elevados dessa gordura no sangue. Em outras palavras, é preciso dosar bem o custo e benefício do tratamento com essa medicação por meio de uma boa avaliação médica. São raras as vezes em que a estatina é suspensa devido a um problema intestinal como a prisão de ventre. Em geral, os especialistas preferem cuidar desse efeito colateral sem retirar a droga que reduz as taxas de colesterol.

13. Pode fazer massagem na barriga ou não adianta nada?
Pode. A massagem nesse caso adianta, sim. Isso porque é um estímulo mecânico que auxilia a dar um fim ao engarrafamento no trânsito intestinal.

14. Pode esperar cinco dias para só aí tomar uma atitude?
Não pode. Ficar sem evacuar durante três dias ou mais dias talvez indique que algo não vai bem no organismo, sinalizando a possibilidade de algo mais sério. Mas nada de pânico. Uma mudança na alimentação ou uma situação estressante também podem ter sido a causa da chateação.

15. Pode ser sinal de verminose?
Pode, especialmente em crianças. Bichos estranhos que caem de pára-quedas no intestino acabam perturbando o ecossistema de bactérias que habitam essa porção do corpo. E, afinal, elas têm um papel de destaque na manutenção de um bom processo digestivo. Assim, diante de um caso de verminose, a função intestinal fica desregulada, abrindo alas para a prisão de ventre.

16. Pode ser sinal de outra doença?
Pode. Além de problemas no próprio intestino, como um câncer, a prisão de ventre crônica muitas vezes indica males como o hipotireoidismo, quando a glândula tireóide não produz níveis satisfatórios de hormônios.

17. Pode ser conseqüência de uma operação, como parto cesariano?
Pode. A cesariana e todo procedimento cirúrgico que envolva manipulação dos órgãos internos do abdômen geralmente causam alterações intestinais como a prisão de ventre. Há quem diga, nos meios médicos, que o intestino não gosta de ser tocado numa operação. Sensível, faz greve até se recuperar. E há ainda a possibilidade de aderências internas depois de uma cirurgia, risco que os médicos descartam esperando o paciente ir ao banheiro normalmente para só aí dar alta.Até o próprio processo de cicatrização local pode ter culpa no cartório, acabando com a pontualidade do intestino. A prisão de ventre, se não houver complicações como as tais aderências pode durar até uns três dias.

18. Pode ter origem psicológica?
Pode. Momentos de tensão são capazes de desencadear toda sorte de desarranjo intestinal. A prisão de ventre, inclusive. Sem falar na depressão profunda, no medo e até mesmo no prosaico constrangimento de usar um sanitário público. De acordo com os especialistas, o intestino tem um marca-passo próprio, a célula de Cajal. Ela é a responsável por gerar as contrações no órgão. Esse instrumento natural recebe estímulos de nervos e de substâncias químicas, como a endorfina, que está por trás das sensações de bem-estar, e adrenalina, sempre relacionada ao nervosismo. Ou seja, não chega a causar espanto o fato de o intestino ser pra lá de sensível às mudanças de humor.

19. Pode causar doenças e até tumores?
Pode, se a prisão de ventre é crônica. As fezes são um depositório de toxinas e bactérias, inclusive nocivas. Dessa forma, quando ficam em contato contínuo e direto com a parede do intestino, sem sair de lá, há um favorecimento de processos infecciosos e até mesmo de tumores.

20. Pode provocar irritabilidade?
Pode – e como! Daí, não é de estranhar que o adjetivo enfezado seja sinônimo de irritado. Curiosidades lingüísticas à parte, o intestino é o saco de pancadas para muita gente quando as emoções estão à flor da pele. Dessa forma, devido a um transtorno psicológico, por exemplo, tudo empaca no órgão. Na contramão, se tudo empaca, é bem plausível que deixe de produzir substâncias que regulam o humor. Você sabia que o seu intestino produz serotonina, a mesma molécula que, no cérebro, gera a sensação de alto astral?

Jacques Matone, gastroenterologista do Hospital Israelita Albert Einstein , e Alfredo Salim Helito, clínico-geral do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo

Dança circular acalma a mente e ensina noções de integração

"Ciranda, cirandinha vamos todos cirandar!" Lembra desse hit da infância? Se isso lhe parece nostalgia demais é porque, provavelmente você nunca ouviu falar de dança circular. Mas, não se preocupe, vamos te mostrar mais sobre essa modalidade que vem ganhando adeptos cada vez que os benefícios para o corpo e alma vão ficando mais nítidos.

Um monte de gente desconhecida de mãos dadas e em círculo dançando músicas de roda. Isso pode contrastar com o cenário frio e individual das cidades de hoje, mas é justamente por aqui que a dança circular tem tido espaço para se difundir. "Essa modalidade gera acolhimento e novas amizades. A roda é muito inclusiva e acolhedora, as pessoas podem estar precisando disso hoje ", acredita Arlenice Juliana, sócio diretora do SemeiaDança, grupo que ministra cursos e palestras sobre danças circulares.

Túnel do tempo
Mas por que a dança é tão agregadora? A dança foi a primeira forma de expressão criativa do ser humano e expressava uma conexão com o sagrado e com o mundo que estava em sua volta, e a roda foi a forma que os povos antigos adotaram para desenvolvimento da vida em grupo e social.

Apesar de acompanharem a história da humanidade, as danças circulares se tornaram mundialmente conhecidas na década de 60, quando o bailarino alemão Bernhard Wosien (1908-1986), ao entrar em contato com a dança em visita às tribos do interior do leste europeu, adotou os passos e repassou adiante com o objetivo pedagógico. No Brasil, a atividade vem se propagando desde os anos 1980. "Essas danças refletiam a necessidade de comunhão, celebração e união entre as pessoas e, por isso, Bernhard viu o quanto elas eram transformadoras e acabou divulgando e adaptando os movimentos de forma que todos pudessem fazer parte do grupo", explica a psicóloga e adepta da dança circular, Gabriela Bessa Barreto.

Assim, o primeiro ponto que chama atenção certamente é que a dança circular permite entrar em contato com culturas antigas e distantes de nosso tempo. "É um resgate da dança, dos movimentos e das músicas de outros povos e do nosso povo também, já que hoje temos bastantes passos lúdicos de ciranda e de outras danças folclóricas, típicas da cultura brasileira", acrescenta Gabriela.

É só começar
Achou interessante? É só procurar um grupo e, literalmente entrar na roda. Cabe ao focalizador - pessoa que ministra os cursos- ajudar com os detalhes. Do resto, a própria roda se encarrega. "Não precisa de nenhum tipo de conhecimento de dança para participar. A gente até brinca que na roda ninguém erra, só varia os passos. O movimento feito em roda é quase auto-explicativo e muito fácil de se aprender", explica Arlenice Juliani.

As danças são feitas, geralmente, com as mãos dadas para que se crie um fluxo de energia entre as pessoas que vai sustentar todo o ambiente no qual a dança é feita. As músicas utilizadas e as coreografias variam de acordo com a região de origem. "Cada dança traz uma história de um povo e por isso, dizemos que com a dança circular você viaja pelo mundo e para o passado", explica Arlenice.

Conexão com o sagrado
O que há de especial na dança circular? Bem, primeiro é preciso notar que qualquer dança tem a clara função de estimular a sensação de bem-estar. Os movimentos fazem bem para o corpo e para a alma. Mas, o objetivo maior desse tipo de dança é a integração. "Quando você dá a mão para alguém que nunca viu está se abrindo para o outro e formando um círculo energético que provoca melhoras no relacionamento social. A dança circular estimula o autoconhecimento e, por ser feita em roda, o conhecimento em relação ao outro. Além disso, ela contribui para aprimorar as nossas noções de espaço e consciência corporal", explica a psicóloga Gabriela Bessa.

Para Ozeneide Machado, coordenadora do primeiro curso de pós-graduação em dança circular, promovido pela Unipaz, a dança circular é mais do que um movimento artístico ou atlético. "Não existem erros e acertos na dança circular. A pessoa se sente integrada, participante de algo maior que ela mesma e mantém sua atenção no aqui e no agora, garantido o equilíbrio interno e o bem-estar. Sem contar o benefício da parte lúdica de relembrar os movimentos de infância."

Com a interação, as danças circulares também provocam a rápida reflexão sobre o trabalho em equipe, compreensão sobre conflitos, ajuda a despertar a criatividade, a integração dos hemisférios cerebrais, estimula a coordenação, a flexibilidade e ainda, ativa uma espécie de meditação dinâmica, "Como tudo o que fazemos com o físico se reflete no psicológico, as danças circulares deixam as pessoas mais alegres e entusiasmadas, trazem leveza, serenidade e bem-estar ao corpo e ao espírito", completa Arlenice Juliani.

Terapias circulares
A eficiência desse tipo de dança já está mais do que provada por aí, já que está cada vez mais recorrente o trabalho em hospitais, presídios, escolas e empresas.

"O trabalho em hospitais tem crescido muito, como forma de ajudar na reabilitação e integração de pessoas que sofrem dos mais variados males. Pacientes com depressão, por exemplo, não saem os mesmos de quando entraram para uma roda de dança circular. É um tipo de terapia que envolve a área verbal, a integração, o autoconhecimento e traz um pouco de arte, por isso é muito eficiente", acredita a psicóloga Gabriela Bessa, que usou a dança circular como parte do tratamento de alguns pacientes.

Educação e diversão
Nas escolas, a dança circular também pode ajudar na formação do aluno. "Além de mostrar a força do grupo e estimular a quebra de preconceitos e abertura para o outro, as atividades com dança circular ensinam mais sobre as matérias. Aprender sobre a história, geografia e culinária dos povos gregos, por exemplo, pode ficar mais divertido e estimulante com as danças circulares."

Já tem até balada com que envolve variações de danças circulares. O som de ritmos típicos dos povos do leste europeu e dos ciganos foi mixado com música eletrônica e rock para que os apreciadores da noite tirassem benefícios da atividade. É um momento para relaxar mesmo em meio ao agito.

"Essas adaptações são bem-vindas, quanto mais gente dançar mais feliz vai ser o mundo. Mas o meu conselho é para que essas pessoas que tiveram essa experiência com adaptações, venham conhecer mais sobre as danças circulares", convida Arlenice Juliani, que realiza, com o grupo SemeiaDança encontros em parques de São Paulo todos os domingo. Minha Vida

5 alternativas divertidas para seu filho sair de frente da televisão

Não dá para negar que aqueles minutinhos que seu filho passa vidrado na televisão, principalmente agora durante as férias, são valiosos para você adiantar as tarefas, como checar os e-mails ou terminar o jantar. Se são só alguns minutos assistindo a um programa divertido, tudo bem. Isso não pode, no entanto, extrapolar os limites. Uma nova pesquisa americana mostra que passar mais de 4 horas em frente à TV assistindo ou jogando aumenta as chances da criança desenvolver problemas de atenção, além de restringir as capacidades imaginativas e cognitivas da criança. “Tudo em excesso não faz bem, pode ser TV, internet, videogame etc. Se não tem variedade, a criança fecha os horizontes e pára de criar. Tem que haver um equilíbrio entre todas as atividades, mas nada deve ser riscado do cardápio”, diz Cláudio Márcio Magalhães, autor do livro Os Programas Infantis da TV (Editora Autêntica). Veja 5 ideias para tirar seu filho da frente da TV.

Invente um piquenique no jardim
Com direito a tolha xadrez e cesta com bolo de cenoura e lanchinhos. Se chover, faça na sala da sua casa mesmo. Seu filho vai adorar do mesmo jeito!

Peça ajuda para fazer um bolo
Esse aqui de chocolate é bem simples e fica uma delícia:
Ingredientes: 3 xícaras (chá) de farinha • 2 xícaras (chá) de açúcar • 1 colher (sopa) de fermento em pó • 1 1/2 xícara (chá) de água quente • 3 ovos • 1 xícara (chá) de óleo • 1 xícara (chá) de achocolatado em pó.
Preparo: Bata os líquidos na batedeira e inclua os farináceos. Asse em forno preaquecido a 180ºC por 40 minutos. Cobertura: Misture 1 lata de creme de leite sem soro e 1 xícara (chá) de achocolatado em pó. Não leve ao fogo. Despeje sobre o bolo e decore com confeitos coloridos.

Faça bolas de sabão
Parece mágica! A brincadeira é antiga e não há quem deixe de gostar. Os bebês ficam encantados quando as bolinhas estouram, os maiores adoram correr atrás delas. E os adultos então...
Ingredientes:
* um pedaço de arame para entortar
* água
* detergente ou sabão em pó
* xarope de milho

Como fazer:
É bem simples. Misture 1/2 copo de detergente e 2 colheres de xarope de milho em 1/2 litro de água.O xarope de milho é para encorpar as bolhas e aumentar o tempo de duração delas. Depois basta molhar o arame entortado em forma de aro e assoprar.

Mostre fotos antigas da família
E conte histórias engraçadas de quando você era criança.

Inventem uma história juntos
Vocês podem se inspirar em um livro, reinventar a história, criar uma música e até interpretar (com direito a fantasias improvisadas) do jeito que vocês quiserem. Crescer

Sonhar acordado estimula a criatividade, sugerem pesquisadores

Finalmente, o grande sonhador está obtendo algum respeito. No passado, sonhar acordado era muitas vezes considerado uma falha da disciplina mental, ou pior. Freud rotulou a característica como infantil e neurótica. Livros de psicologia advertiam que ela poderia levar a psicoses. Neurocientistas reclamavam que as explosões de atividade em exames do cérebro interferiam com seus estudos de funções mentais mais importantes.

Porém, agora que pesquisadores analisaram esses pensamentos desgarrados, eles descobriram que sonhar acordado pode ser consideravelmente comum – e, muitas vezes, bastante útil. Uma mente divagante pode proteger você contra riscos imediatos, e mantê-lo na direção ao buscar objetivos de longo prazo. Sonhar acordado pode ser contraproducente, mas algumas vezes isso estimula a criatividade e ajuda na solução de problemas.

Imagine, por exemplo, estas três palavras: ocular, terra, aquecimento. Você consegue pensar em outra palavra que se relacione com as três? Caso não consiga, não se preocupe por enquanto. No momento em que voltarmos a discutir a significância científica deste quebra-cabeça, a resposta pode ocorrer a você através do “efeito incubação”, à medida que sua mente divaga para longe do texto deste artigo – e, sim, sua mente provavelmente divagará, não importa o quão brilhante seja o restante desta coluna.

Divagar da mente
O divagar da mente, segundo definição dos psicólogos, é uma subcategoria do sonhar acordado, que é o termo mais amplo para todos os pensamentos e fantasias – incluindo aqueles momentos em que você deliberadamente se coloca de lado, para imaginar você mesmo ganhando na loteria ou aceitando o prêmio Nobel. Porém, quando você tenta realizar algo e desliza para “pensamentos desvinculados à tarefa”, isso é a mente divagante.

Durante as horas de despertar, a mente das pessoas parece divagar cerca de 30% do tempo, segundo estimativas de psicólogos que interromperam pessoas ao longo do dia para perguntar o quais eram seus pensamentos. Se você está dirigindo por uma estrada reta e vazia, sua mente pode divagar por três quartos do tempo, de acordo com dois dos principais pesquisadores, Jonathan Schooler e Jonathan Smallwood, da Universidade da Califórnia, em Santa Barbara.

“As pessoas deduzem que a mente divagante é algo ruim, mas se não pudéssemos fazer isso durante uma tarefa tediosa, a vida seria terrível”, explica Smallwood. “Imagine se você não pudesse escapar mentalmente de um congestionamento”.

Você ficaria preso observando a massa de carros parados, um exercício mental que é muito menos agradável do que sonhar com uma praia – e muito menos útil do que imaginar o que fazer assim que sair da estrada. Existe uma vantagem evolutiva com o sistema cerebral da mente divagante, afirma Eric Klinger, psicólogo da Universidade de Minnesota e um dos pioneiros nesse campo.

“Enquanto uma pessoa está ocupada com uma tarefa, esse sistema mantém a pauta maior do indivíduo mais fresca em sua mente”, escreve Klinger em “Handbook of Imagination and Mental Simulation”. “Assim, ele serve como um tipo de mecanismo de lembrete, aumentando a probabilidade de que as outras buscas de objetivos permanecerão intactas – e não se perderão na confusão de se buscar muitos objetivos”.

Obviamente, muitas vezes é difícil dizer qual pauta é mais evolutivamente adaptável em dado momento. Se, enquanto o professor dá aula, os alunos começarem a observar colegas do sexo oposto sentados por perto, seus cérebros estarão perdendo conhecimento vital ou trabalhando na pauta mais importante de encontrar um parceiro? Depende da aula.

Desvantagens
Mas mente divagante parece claramente uma estratégia duvidosa, se, por exemplo, você está colado demais no carro da frente – e ele freia. Ou, para citar atividades que foram estudadas em laboratório, quando você está sentado sozinho, lendo “Guerra e Paz” ou “Razão e Sensibilidade”.

Se a sua mente está em algum outro lugar enquanto seus olhos percorrem as palavras de Tolstoi ou Austen, você está perdendo seu próprio tempo. Seria melhor fechar o livro e fazer algo mais satisfatório ou produtivo do que “leitura desatenciosa”, como os pesquisadores chamam isso.

Porém, quando pessoas se sentam num laboratório com nada em pauta, exceto ler um romance e relatar quando sua mente divaga, num período de meia hora eles geralmente relatam de um a três episódios. E esses são apenas os lapsos que eles próprios percebem, graças a seus cérebros divagantes estarem num estado de “meta-consciência”, como o fenômeno é chamado por Schooler.

Ele e outros pesquisadores também estudaram as muitas outras ocasiões em que os leitores não percebem suas próprias mentes divagantes, uma condição conhecida na literatura psicológica como “hiperfoco” (para variar, jargão técnico). Quando os pesquisadores interrompiam esporadicamente a leitura dos participantes para perguntar se suas mentes estavam no texto naquele momento, cerca de 10% das vezes eles respondiam que seus pensamentos estavam em outro lugar – mas eles não estavam cientes da divagação até serem questionados a respeito.

“É assombroso pensar que escorregamos para dentro e para fora com tanta frequência que nem mesmo percebemos que tínhamos saído”, diz Schooler. “Temos essa intuição de que somos obrigados a saber o que se passa em nossas mentes: penso, logo existo. Esse é o último bastião do que sabemos, e nós nem mesmo sabemos isso tão bem”.

Hiperfoco
A frequência do hiperfoco mais do que dobrou em experimentos de leitura envolvendo fumantes que desejavam um cigarro, e com pessoas que receberam um coquetel de vodca antes de começar a ler “Guerra e Paz”.

Além de aumentar a quantidade de divagações, a pessoa deixou o álcool com menos chances de perceber quando sua mente divagava do texto de Tolstoi. Em outro experimento de leitura, os pesquisadores distorceram uma série de frases consecutivas, trocando a posição de dois substantivos em cada uma – da forma como “álcool” e “pessoa” foram trocadas na frase anterior deste parágrafo. No experimento em laboratório, mesmo com os leitores sendo avisados para procurar partes sem sentido em algum lugar da história, apenas a metade deles visualizou as trocas à primeira vista. O restante leu a primeira frase distorcida e continuou adiante, passando por diversas outras antes de notar qualquer coisa fora de ordem.

Para mensurar mais diretamente a divagação mental, Schooler e dois psicólogos da Universidade de Pittsburgh, Erik D. Reichle e Andrew Reinebergm, usaram uma máquina que rastreava o movimento dos olhos dos participantes enquanto liam “Razão e Sensibilidade” numa tela de computador. É bom que Jane Austen não esteja por aqui para ver os resultados do experimento, que deverão aparecer numa das próximas edições da “Psychological Science”.

Ao comparar os movimentos dos olhos com a prosa na tela, os pesquisadores podiam dizer se alguém estava desacelerando para entender frases complexas ou simplesmente varrendo as letras sem compreender. Eles descobriram que, quando a mente da pessoa divaga, o episódio pode durar até dois minutos.

Exatamente para onde a mente vai nesses momentos? Ao observar pessoas em descanso durante exames cerebrais, neurocientistas identificaram uma “rede padrão”, ativada quando as mentes das pessoas estão especialmente livres para divagar. Quando as pessoas assumem uma tarefa, a rede executiva do cérebro se ilumina para emitir comandos, e a rede padrão muitas vezes fica suprimida.

Mas, em alguns episódios de divagação mental, ambas as redes disparam simultaneamente, de acordo com um novo estudo conduzido por Kalina Christoff, da Universidade da Columbia Britânica. Por que as duas redes ficam ativas ainda é motivo de discussão. Uma escola teoriza que a rede executiva está trabalhando para controlar os pensamentos desgarrados e colocar a mente de volta na tarefa.

Outra escola de psicólogos, que inclui os pesquisadores de Santa Barbara, teoriza que as duas redes trabalham sobre pautas além da tarefa imediata. Essa teoria poderia ajudar a explicar por que, segundo alguns estudos, pessoas inclinadas a divagar também conseguem maiores pontuações em testes de criatividade, como o quebra-cabeça de associação de palavras mencionado anteriormente. Talvez, ao colocar as duas redes do cérebro para trabalhar simultaneamente, essas pessoas tenham maior probabilidade de perceber que a palavra que se relaciona com ocular, terra e aquecimento é globo: como em “globo ocular”, “globo”, e “aquecimento global”.

Para encorajar esse processo criativo, Schooler diz, pode ajudar se você sair para correr, caminhar, fizer tricô ou apenas se sentar rabiscando papel – isso porque tarefas relativamente simples parecem libertar sua mente para divagar de maneira produtiva. Mas você também quer ser capaz de se surpreender no momento “eureca”.

“Para a criatividade, você precisa que sua mente divague”, afirma Schooler, “mas você também precisa ser capaz de perceber que está divagando, e capturar a ideia quando ela aparece. Se Arquimedes encontrasse uma solução na banheira, mas não percebesse que havia tido a ideia, que bem isso lhe teria proporcionado?” Uol Saúde

Quando os sinais de envelhecimento chegam

O envelhecimento é um processo natural da pele e toda mulher um dia vai passar por isso. É importante saber que ele está dividido em dois grupos: o envelhecimento extrínseco, causado pela exposição excessiva ao sol, além dos impactos causados pelas intempéries do meio ambiente como vento, chuva, frio, e os intrínsecos, que independem de ações externas.

O primeiro pode ser prevenido com a tríade necessária à saúde da sua pele: limpeza, hidratação e proteção com filtro solar, diariamente. Já o último vai chegar mais dia ou menos dia, mas pode ser amenizado com os modernos e tecnológicos produtos que constantemente chegam às prateleiras das lojas de cosméticos.

A data certa para essa visita varia de acordo com a sua herança genética (grupo intrínseco), além de hábitos que você cultivou por toda a vida. Geralmente, a partir dos 25 anos já é recomendável o início da utilização de produtos anti-rugas e um cuidado redobrado com a limpeza da pele, como a retirada de maquiagem antes de dormir, por exemplo.

O filtro solar com FPS 30 no mínimo deve ser usado sempre, mesmo quando o tempo está nublado, pois a emissão de raios UVA (ultravioleta) independem do astro solar estar visível. Além disso, o produto também evita o contato com radicais livres, que reforçam as marcas de expressão e rugas.

Sobe
Os cremes noturnos ou a utilização de produtos durante a noite potencializam os efeitos da fórmula, pois nesse período as células da epiderme estão em plena atividade.

Desce
Quem fuma tem maior predisposição ao envelhecimento, pois a pele é bombardeada por substâncias nocivas, além dos radicais livres.

Cibele Tamietti, dermatologista.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Dia da Noiva. Descontraia, menina!

O grande dia finalmente chegou e mais do que nunca você tem a obrigação de estar, no mínimo, linda. Mas, além de linda, você tem que parecer relaxada, de bem com a vida. Para isso é que o Dia da Noiva foi inventado.

Quando o “dia D”, ou “Dia N”, chega, é normal ficar ansiosa. Para que o nervosismo não tire a emoção de um momento tão especial, é fundamental descontrair. Além de ser um dia de spa, com direito a tratamento completo de beleza, o Dia da Noiva também é uma forma de retiro, um momento para encontrar paz e tranqüilidade para curtir todos os detalhes do sonho do casamento.

Tradicionalmente, as mulheres passam o dia no salão de beleza. Chegam bem cedo e saem de lá direto para a igreja. Durante este tempo, recebem cuidados especiais no corpo, no rosto, nas mãos, nos pés e no cabelo.

Mas, é preciso organizar o que você vai levar para o salão. Além do vestido de noiva, você não pode esquecer os acessórios: forro do vestido, véu ou grinalda, buquê, meia, lingerie, perfume, brincos e colares, sandálias ou sapatos, bolsa para guardar a roupa que você vai usar na recepção, toalhas de banho etc.

Monte também um kit de beleza com escova dental, lenços demaquilantes e maquiagens para retoque durante a festa, assim as fotos e filmagens sairão impecáveis.

Quando já estiver no salão de beleza, prepare-se para um tratamento vip. Uma boa sugestão é começar o dia com uma massagem, depois uma sauna e banho de ofurô. Faça uma pausa para o almoço e depois retome seu ritual de beleza. Manicure, pedicure, maquiagem e cabelo. Depois desta maratona, você estará pronta para colocar seu lindo vestido de noiva.

Algumas dicas importantes:

Tratamentos estéticos que podem causar alteração de aparência, irritação ou alergia devem ser feitos com algum tempo de antecedência.

No caso da depilação com cera, o ideal é que seja feita uma semana antes, o mesmo para limpeza de pele e esfoliação.

Muito cuidado com os cabelos. Se quiser mudar o visual para o casamento. Faça isso algum tempo antes também. Corte os cabelos 15 dias antes do evento. Se for tingir, faça com uma semana de antecedência. Não recomendo fazer escova progressiva ou definitiva antes do casamento, já que nesses casos o cabelo demora a atingir o resultado esperado.

Para não correr o risco de ficar com os supercílios inchados, faça a sobrancelha dois dias antes.

Menos tradicional que o Dia da Noiva, o Dia do Noivo também tem adeptos. Afinal, o seu homem também merece curtir um momento só dele antes do casamento. Alguns estabelecimentos oferecem pacotes especiais, que incluem massagem, sauna, banho de ofurô, manicure, pedicure, barba e cabelo.

Ainda são poucos os salões que oferecem este tipo de serviço, mas é cada vez maior a procura por eles. Portanto, escolha um bom spa, desligue-se do mundo por alguns instantes e aproveite!

Márcia Possik é especializada em organização de casamentos e diretora da Marriage Assessoria