sexta-feira, 25 de março de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
Perigo no plástico
Em contato com os alimentos, algumas embalagens liberam o bisfenol-A, substância suspeita de provocar sérios estragos no organismo — de infertilidade a câncer. Não à toa, ela virou foco de acusação nos tribunais da ciência dos quatro cantos do planeta.A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia — Regional São Paulo reuniu no final de 2010 cerca de 80 pessoas, entre médicos e autoridades públicas, para debater e divulgar informações sobre um tema preocupante: a interferência de certos componentes químicos — com destaque para o bisfenol-A — no funcionamento hormonal. O sinal de alerta soou depois que pipocaram estudos associando a substância a aborto e malformação do feto e ao desenvolvimento de doenças como endometriose, câncer de mama, infertilidade, disfunção da tireoide e até diabete.
“Presente no revestimento de latas, em embalagens e utensílios plásticos e até em alguns tipos de mamadeira, o bisfenol-A ganha o corpo pela boca e, no organismo, atua nos receptores do hormônio feminino estrogênio, simulando sua função”, esclarece a SAÚDE! a endocrinologista Marise Castro, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem- SP). E aí, claro, o desequilíbrio se instala. Ainda não há provas definitivas para condenar os recipientes que liberam bisfenol-A. Por via das dúvidas, uma série de empresas multinacionais vem tomando providências para banir o composto potencialmente nocivo de seus produtos. “Acionistas da Coca- Cola pediram, recentemente, explicações sobre a presença da substância em suas latas. Já a Nestlé, a Heinz e a General Mills anunciaram que vão retirá-la de seu processo de fabricação no prazo de três anos”, comenta Carlos Thadeu de Oliveira, gerente de informação do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). “Além disso, o Canadá, a Dinamarca, a França e os Estados Unidos proibiram o bisfenol-A em artigos para crianças”, acrescenta.
No Brasil, por enquanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permite a liberação limite de 0,6 miligrama por quilo de material plástico. “A maioria dos experimentos que apontaram malefícios do bisfenol- A foi feita com animais por injeção subcutânea ou intravenosa”, afirma o químico Peter Rembischevski, especialista em regulação e vigilância sanitária da Anvisa. “Ainda desconhecemos as consequências em seres humanos decorrentes da administração por via oral durante a alimentação”, continua.
A grande preocupação dos especialistas é o consumo cumulativo de bisfenol-A, já que são inúmeros os alimentos disponíveis no mercado embalados com materiais que desprendem a substância. “Sem falar nos filtros de água e outros objetos”, lembra Rembischevski (veja quadro à direita). “Por esse motivo, o Idec apoia o banimento do composto até que se comprove sua inocuidade”, reforça Oliveira. Enquanto isso não acontece, cabe à população reduzir ao mínimo o contato com essa ameaça. Ficar atento a embalagens, utensílios domésticos e orientações de uso auxilia, e muito, a tarefa de prevenção.
Se o componente em questão é suspeito de fazer mal à saúde de todo mundo, existe um grupo ainda mais vulnerável aos seus efeitos danosos: o das gestantes. “O bisfenol-A se concentra cinco vezes mais no líquido amniótico da grávida”, avisa o endocrinologista Francisco D’Abronzo, da Faculdade de Medicina de Jundiaí, no interior paulista. “A substância pode prejudicar o desenvolvimento sexual dos meninos, provocando malformação de sua genitália”, exemplifica Marise Castro. Há ainda a hipótese de que ela esteja por trás de hiperatividade em meninas, especialmente quando a mãe é exposta ao bisfenol-A no primeiro trimestre de gravidez.
Quem pretende ter filhos também é vítima em potencial desse agressor. “Sua ação estrogênica favorece o desenvolvimento de endometriose”, diz Marise. Trata-se do crescimento anormal do tecido que reveste o útero — o endométrio — fora dessa cavidade, o que dificulta a gestação.
Pessoas com histórico familiar de problemas de tireoide e mulheres com parentes de primeiro grau que tiveram câncer de mama também precisam redobrar a precaução. “O bisfenol-A tem uma estrutura parecida com a da tiroxina, o hormônio tireoidiano. Por isso, uma vez consumido, pode desregular a glândula”, justifica Marise. “E, por agir como estrogênio, desconfia-se de que o composto esteja envolvido no tumor mamário”, completa.
“Há ainda estudos que apontam o bisfenol-A como um dos responsáveis por uma lista extensa de complicações que inclui alterações no tamanho da próstata e nos ovários, puberdade precoce no sexo feminino, diabete tipo 2, doenças cardiovasculares e obesidade”, acrescenta Peter Rembischevski. Dificilmente conseguiremos nos livrar por completo desse inimigo no dia a dia enquanto a indústria não o abolir de suas embalagens e seus produtos. A boa notícia, porém, é que é possível reduzir a ingestão com alguns cuidados na hora de armazenar, servir e preparar alimentos (veja quadro abaixo). A prevenção começa no supermercado, na hora de comprar utensílios, e continua no momento de saborear uma refeição. Sua saúde agradece!
Saúde é Vital
Musculação, o remédio da pesada contra o diabete
Na receita médica de quem não quer sofrer com a doença deve estar prescrito o levantamento de peso. Somado ao exercício aeróbico, ele tem o mesmo poder de um medicamento no controle do açúcar no sangue.O halter é mais do que um instrumento em prol do vigor e da beleza. Peça básica das academias, ele também dá uma força e tanto para domar o mal que eleva a glicose na circulação. É o que comprova um trabalho da Universidade do Estado da Louisiana, nos Estados Unidos. Lá, cientistas separaram 262 diabéticos do tipo 2 em dois grupos: um se concentrava nas práticas aeróbicas, como a corrida; já outro aliava as passadas a exercícios anaeróbicos — a famosa musculação. Após nove meses, os pesquisadores averiguaram o índice de açúcar dos últimos 90 dias. Entre os que adotaram a combinação, houve uma redução de quase 7% nesses níveis, o dobro em relação à outra turma. “Estudos feitos com remédios mostram diminuição semelhante”, diz Carlos Eduardo Barra Couri, endocrinologista da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, no interior do estado.
Além disso, o aumento no uso de medicamentos ficou em torno de 18% nos participantes que fizeram o treino duplo, contra 22% em quem se limitou às pedaladas. “Aparentemente, atividades aeróbicas e resistidas são complementares, porque mexem com mecanismos diferentes no corpo”, ressalta o fisiologista Timothy Church, que assina o estudo. Na hora de tirar um peso do chão, a via utilizada pelo organismo para conseguir energia é diferente da empregada em uma caminhada. “A atividade anaeróbica tende a usar glicose, enquanto a aeróbica se vale, dependendo da duração, mais da gordura”, esclarece o educador físico William Komatsu, da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp.
Não custa reforçar: é a mistura entre supino e esteira que traz melhores resultados. Isso porque, se por um lado erguer barras pesadas torra glicose aos montes, são as passadas largas e rápidas que diminuem a barriga. “E o acúmulo de gordura na região abdominal prejudica o trabalho da insulina”, explica Marisa Passarelli, fisiologista do Laboratório de Lípides da USP. Se esse hormônio não funciona corretamente, a glicose fica fora das células e, logo, sobra nas artérias. Mais do que esvaziar os pneus da cintura, esportes como a natação condicionam o sistema cardiovascular. Isso, além de facilitar o trabalho da insulina, serve como proteção contra infartos e afins. “Problemas no coração são, disparado, a principal causa de morte entre diabéticos”, reforça Nabil Ghorayeb, médico do esporte e cardiologista do Hospital do Coração, na capital paulista.
Para se valer dos benefícios dessa união, no entanto, é importante visitar a sala de ginástica com frequência. Em contrapartida, exagerar na malhação é um tiro pela culatra (saiba o porquê no quadro acima, à esquerda), especialmente para quem tem diabete e, portanto, necessita de cuidados antes de pôr o calçado esportivo. Um deles, aliás, é usar tênis adequados e meias para evitar feridas nos pés que podem passar despercebidas e, então, culminar em problemões (observe na lista ao lado outras medidas essenciais). Desde que tudo esteja em ordem, tenha certeza: qualquer academia é bem-vinda aos diabéticos em busca de uma vida saudável.
NADA DE EXCESSOS!
Os níveis de açúcar de quem não maneira na atividade física ficam instáveis. Em alguns casos, caem drasticamente, gerando hipoglicemia. Em outros, são catapultados. “A sobrecarga pode aumentar a presença de hormônios como a adrenalina, que estimulam a descarga de glicose na circulação”, atesta William Komatsu, da Unifesp. Esse quadro, se mantido por muito tempo, afeta os vasos sanguíneos.
CHECKLIST DO DIABÉTICO
›› Fazer testes ergométricos regularmente
›› Medir a glicose antes, ao longo e depois da atividade
›› Realizar exames oftalmológicos
›› Não se exercitar com glicemia acima de 250 mg/dL
›› Andar com identificação de diabético
›› Coordenar, com o médico, o uso dos medicamentos
›› Fazer uma avaliação cardiológica completa
›› Levar sachê de açúcar líquido para eventual hipoglicemia
Saúde é Vital
SAÚDE E BEM ESTAR NOTICIAS: Cirurgia para tratar pedra no rim sem cortes é feita em São Paulo
O Centro de Referência em Saúde do Homem, unidade da Secretaria de Estado da Saúde, acaba de realizar com sucesso uma cirurgia inédita em que o paciente é operado com apenas um pequeno orifício feito na região abdominal ou lombar. A intervenção fez a retirada de uma pedra no ureter, canal que liga o rim a bexiga, utilizando um aparelho chamado de “single port” e uma câmera para que a equipe médica acompanhasse o procedimento através de um monitor de vídeo.
Pacientes com este tipo de cálculo já são tratados no hospital de maneira pouco invasiva com um equipamento que entra pelo canal do ureter e quebra a pedra. Porém, para “destruir” grandes cálculos, que chegam a medir mais de 2,5 cm, ou alocam-se muito próximos ao rim, o método convencional (em que o doente recebe cortes em todo o abdômen) era escolhido para não comprometer o canal e preservar o paciente.
Já na cirurgia por acesso único, o aparelho consegue cortar a pedra e retirá-la sem afetar o ureter. Por ser minimamente invasiva, oferece mais conforto ao paciente. Tanto a internação, quanto o processo operatório são mais rápidos e em torno de uma semana o operado já pode voltar a sua vida profissional e social normalmente.
Além disso, há também a economia de recursos. Por receber alta no dia seguinte da operação, a contenção com hospitalidade e medicamentos é de, aproximadamente, R$ 1,2 mil por pessoa tratada.
“Estamos realizando pesquisas e buscando constantemente opções que proporcionem mais benefícios e qualidade de vida aos usuários do hospital”, destaca Fábio Vicentini, médico urologista do Centro de Referência da Saúde do Homem.
Estima-se que uma entre 10 pessoas vá apresentar pedras nos rins ou nos ureteres pelo menos uma vez até chegar aos 70 anos de idade, segundo a secretaria. A formação pode ser consequência de herança genética e também está ligada a hábitos de vida pouco saudáveis, como o excesso de ingestão de sal e alimentos gordurosos, em contrapartida da baixa ingestão de líquidos. Pacientes com cálculos renais apresentam fortes dores nas costas e em toda a região abdominal. Em alguns casos há, ainda, dificuldade para urinar.
“Fomos o primeiro centro médico de toda a América a realizar esta cirurgia. É um grande ganho para os pacientes da rede pública de saúde, que podem contar com tecnologia de ponta e profissionais altamente treinados para realizar procedimentos pouco invasivos e muito eficientes”, explica o médico chefe do serviço de urologia, Joaquim Claro.
O Centro de Referência em Saúde do Homem fica na avenida Brigadeiro Luís Antonio, 2.651, Jardim Paulista, e atende pacientes encaminhados por Unidades Básicas de Saúde e outros serviços da rede pública.
Uol Saúde
Pacientes com este tipo de cálculo já são tratados no hospital de maneira pouco invasiva com um equipamento que entra pelo canal do ureter e quebra a pedra. Porém, para “destruir” grandes cálculos, que chegam a medir mais de 2,5 cm, ou alocam-se muito próximos ao rim, o método convencional (em que o doente recebe cortes em todo o abdômen) era escolhido para não comprometer o canal e preservar o paciente.
Já na cirurgia por acesso único, o aparelho consegue cortar a pedra e retirá-la sem afetar o ureter. Por ser minimamente invasiva, oferece mais conforto ao paciente. Tanto a internação, quanto o processo operatório são mais rápidos e em torno de uma semana o operado já pode voltar a sua vida profissional e social normalmente.
Além disso, há também a economia de recursos. Por receber alta no dia seguinte da operação, a contenção com hospitalidade e medicamentos é de, aproximadamente, R$ 1,2 mil por pessoa tratada.
“Estamos realizando pesquisas e buscando constantemente opções que proporcionem mais benefícios e qualidade de vida aos usuários do hospital”, destaca Fábio Vicentini, médico urologista do Centro de Referência da Saúde do Homem.
Estima-se que uma entre 10 pessoas vá apresentar pedras nos rins ou nos ureteres pelo menos uma vez até chegar aos 70 anos de idade, segundo a secretaria. A formação pode ser consequência de herança genética e também está ligada a hábitos de vida pouco saudáveis, como o excesso de ingestão de sal e alimentos gordurosos, em contrapartida da baixa ingestão de líquidos. Pacientes com cálculos renais apresentam fortes dores nas costas e em toda a região abdominal. Em alguns casos há, ainda, dificuldade para urinar.
“Fomos o primeiro centro médico de toda a América a realizar esta cirurgia. É um grande ganho para os pacientes da rede pública de saúde, que podem contar com tecnologia de ponta e profissionais altamente treinados para realizar procedimentos pouco invasivos e muito eficientes”, explica o médico chefe do serviço de urologia, Joaquim Claro.
O Centro de Referência em Saúde do Homem fica na avenida Brigadeiro Luís Antonio, 2.651, Jardim Paulista, e atende pacientes encaminhados por Unidades Básicas de Saúde e outros serviços da rede pública.
Uol Saúde
Sim, sexo pode matar, mostra estudo norte-americano
Explosões repentinas de atividade física, de moderada a intensa --como correr ou fazer sexo -- aumentam significativamente o risco de um ataque cardíaco, especialmente em pessoas que não se exercitam regularmente, disseram pesquisadores dos Estados Unidos nesta terça-feira.
Há muito tempo os médicos reconhecem que a atividade física pode causar sérios problemas ao coração, mas o novo estudo ajuda a quantificar esse risco, diz Issa Dahabreh, do Tufts Medical Center, em Boston, cuja pesquisa foi divulgada na publicação da Associação Médica Americana.
A equipe analisou dados de 14 estudos que examinavam a ligação entre sexo e o risco de ataques cardíacos ou morte cardíaca súbita -- um ritmo letal do coração que faz com que o órgão pare de bombear o sangue.
Eles descobriram que as pessoas são três vezes e meia mais propensas a ter um ataque cardíaco ou uma morte cardíaca súbita quando fazem exercício do que se não fizessem.
Essas pessoas são 2,7 vezes mais propensas a ter um ataque cardíaco quando fazem sexo ou imediatamente depois, em comparação com os que não fazem. (Estas descobertas não se aplicam a morte cardíaca súbita porque não há estudos relacionando sexo e morte cardíaca).
Jessica Paulus, outra pesquisadora do Tufts que participou do estudo, disse que o risco é moderadamente alto como mostram as pesquisas. Mas o período de risco aumentado é breve.
"Esses riscos aumentam somente por um curto período de tempo (uma ou duas horas) durante e depois da atividade física ou sexual", disse Paulus em entrevista por telefone.
Por causa disso, o risco para as pessoas ao longo do período de um ano é ainda bem pequeno, disse ela.
"Se você pegar 10 mil pessoas, cada sessão individual de atividade física ou sexual por semana pode ser associada a um aumento de um ou dois casos de ataque cardíaco ou morte cardíaca súbita por ano", afirmou Paulus.
Ela declarou ser importante equilibrar as descobertas com outros estudos que mostram que atividade física regular reduz em 30% os riscos de ataques cardíacos e morte cardíaca súbita.
"O que de fato não queremos é que as pessoas deixem isso de lado e pensem que o exercício é ruim", afirmou ela.
O que isso realmente significa é que quando pessoas que não fazem exercícios regularmente começam qualquer programa de atividade devem seguir lentamente, aumentando gradualmente a intensidade dos esforços ao longo do tempo.
Uol Saúde
segunda-feira, 21 de março de 2011
Talula mostra seu lado mãe
Antes de ficar confinada na casa mais vigiada do Brasil, Talula tirou férias com o filho Gabriel, de 9 anos. “Foi uma oportunidade para conversar e explicar para ele tudo o que ia acontecer com a gente”, contou a modelo paulista em entrevista exclusiva à CRESCER. A princípio, o menino não gostou da ideia de passar tanto tempo longe da mãe. Mas logo foi convencido. “Mostrei a ele o quanto o prêmio poderia mudar a nossa vida.” Ela, que foi mãe aos 21 anos, não se arrepende da fama de estrategista que ganhou dentro da casa. E, embora tenho realizado um ensaio para o site Paparazzo, garantiu que, pelo filho, não vai posar nua. Veja a entrevista a seguir.CRESCER: Com quem o Gabriel ficou enquanto você estava no BBB 11?
Talula: Com minha mãe e irmã. Como moramos juntas, elas já estão acostumadas com a rotina dele. Não precisei deixar nada por escrito, só mesmo o telefone da pediatra para alguma emergência.
C: Ele assistia ao programa?
T.: Só as provas de comida, a do líder e a do anjo.
C: Ter um filho interferiu no modo como você se comportou lá dentro da casa?
T.: Não. Dentro da casa, fui eu mesma. Mas reprimi um pouco aquela vontade de chorar para ele não pensar que eu estava sofrendo... Eu acreditava que se ele me visse feliz, também ficaria contente aqui fora.
C: Qual era a sua principal preocupação em não poder entrar em contato com seu filho?
T.: A minha principal preocupação era dele se sentir abandonado. E também tinha muito medo dele ficar doentinho, sem ter o colinho da mamis (como ele me chama) para afagá-lo.
C: Em algum momento, você teve receio de expor o seu filho por meio do BBB?
T.: Não, queria provar pra ele e ao mundo que o amor de uma mãe é capaz de superar a saudade e a tristeza. O meu objetivo era dar a ele um futuro melhor e vi no programa uma oportunidade para isso. Infelizmente não foi possível, mas vou continuar tentando.
C: E na escola, como os amigos dele receberam a notícia?
T.: Todos já me conheciam, pois sempre fui a mais animada das mães. Eles ficaram surpresos no início, mas depois adoraram ver a tia Tata na TV! Estavam torcendo por mim.
C: No BBB, você ganhou fama de estrategista. Acha que isso tem a ver com o fato de ser mãe, afinal, é preciso assumir tantas coisas de uma só vez?
T.: Com certeza. Fui mãe muito nova (aos 21 anos). Tive de amadurecer cedo e, ainda hoje, crio estratégias para conciliar meu tempo entre trabalho, casa e maternidade.
Crescer
Para a mente, um emprego ruim é pior do que o desemprego
Um estudo realizado por cientistas do Centro de Pesquisa em Saúde Mental, da Australian National University, de Camberra, concluiu que ter um emprego ruim é mais prejudicial para a saúde mental do que estar desempregado, como publicado no periódico científico Occupational and Environmental Medicine.A pesquisa acompanhou mais de sete mil australianos durante sete anos e constatou que os desempregados mostravam-se sempre mais calmos, felizes e menos ansiosos apenas se o emprego que conseguiam fosse recompensador e administrável.
Os desempregados que foram contratados para trabalhos ruins, tiveram seus níveis de depressão e ansiedade muito mais elevados, contrastando com a ideia de que qualquer emprego é melhor do que estar parado. Segundo Robert Hogan, especialista da Universidade de Tulsa, nos Estados Unidos, "chefes ruins fazem qualquer pessoa infeliz e o estresse começa nestes gerentes ruins".
Terra Saúde
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