segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Sexo: A primeira vez... depois do nascimento do bebê

Fraldas, choro, amamentação, noites em claro e... sexo. Se você pensar em como sua vida mudou depois que o bebê foi para casa com vocês, não parece loucura afirmar que transar se torna um dos últimos itens da lista de prioridade de muitos casais. Enquanto as suas atenções estão todas voltadas para a criança, o homem tende a se sentir de lado nesse começo. Como voltar à ativa? Aqui vai uma dica: ele pode dar o primeiro passo, mas você vai precisar deixar claro – seja objetiva! – que quer tentar. Veja aqui como despertar o prazer, nele e em você, e como lidar com os imprevistos que podem aparecer:

1. Aproveite as brechas enquanto seu bebê está dormindo para ficar com seu companheiro. Vale assistir a uma série de TV juntos (porque ver um filme completo com um recém-nascido em casa é quase missão impossível), trocar cafunés, fazer uma massagem com um óleo gostoso. O importante é criar bons momentos a dois (e a sós, na medida do possível).

2. Divida os cuidados com o bebê. OK, você cuida da amamentação, mas ele pode ajudar você com as demais tarefas, como dar banho, colocar para arrotar, pôr a roupa suja para lavar. Além de deixá-la menos sobrecarregada, e assim, cansada, você vai sentir que ele está nessa nova fase junto com você, e essa cumplicidade é importante para o desejo se restabelecer.

3. Os sutiãs de amamentação não são os mais sensuais, mas você pode ter uma camisola mais picante. Ele também pode comprar roupas íntimas novas. Afinal, é a primeira vez depois do bebê. Vale o investimento.

4. Tente desencanar das preocupações com o seu corpo. Você acabou de ter um bebê e, como qualquer outra mulher nessa fase (menos as celebridades, elas não contam!), pode levar até um ano para ter o corpo de volta. Está tudo bem. Seu companheiro também sabe disso. O mais importante é ter a liberação do seu ginecologista, o que acontece de 30 a 40 dias depois do parto. O mesmo vale para quem precisou fazer episiotomia, um corte que é feito na região do períneo (entre a vagina e o ânus) para aumentar o canal de parto.

5. Prepare-se para os imprevistos – e não, não é com o bebê. Dificuldade para conseguir a lubrificação ideal é comum. Invista nas preliminares: sexo oral e masturbação. Tenha um gel lubrificante à base de água por perto para contornar essa dificuldade e para driblar a sensibilidade na área. A posição tradicional, com você por baixo, não é boa para quem fez cesárea porque o peso pode incomodar a cicatriz. Acredite, pode vazar um pouco de leite dos seios. Como essa região é uma superfonte de prazer, não desista deles. É só deixar avisado que isso pode acontecer.

6. E se o bebê chorar? Aí... precisa ter paciência para recomeçar. Um dos dois corre para acalmar o bebê enquanto o outro troca de música e acende algumas velas.


Crescer

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

7 mitos e verdades sobre Coluna Vertebra

Composta por ossos que são chamados vértebras, a coluna vertebral é considerada uma das mais importantes regiões do corpo humano. Muito flexível, esta parte de nosso corpo é responsável pela sustentação da cabeça, fixação das costelas e os músculos do dorso, além de suas curvaturas serem responsáveis pela força e equilíbrio corporal.

A coluna vertebral (ráquis) é constituída pela superposição de uma série de ossos isolados denominados vértebras. Superiormente, se articula com o osso occipital (crânio); inferiormente, articula-se com o osso do quadril (Ilíaco). A coluna vertebral é dividida em quatro regiões: Cervical, Torácica, Lombar e Sacro-Coccígea. São 7 vértebras cervicais, 12 torácicas, 5 lombares, 5 sacrais e cerca de 4 coccígeas. O sacro e o cóccix não se movimentam e as vértebras restantes (cervicais, lombares e torácicas) são móveis.

Problemas como escoliose, artrose, hérnia de disco, entre outros, afetam grande parte da população. Assim, muitos mitos são criados quando o assunto é coluna vertebral.

O médico Pedro Augusto Deja Teixeira, neurocirurgião, especialista em cirurgia da coluna vertebral e diretor clínico do Instituto Paulistano de Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral, revela alguns mitos e verdades sobre o tema:

1º Praticar natação ajuda a corrigir escoliose?
Mito. A natação, por ser uma atividade simétrica, não pode colaborar na correção da curva escoliótica. Este exercício, além de trabalhar o fortalecimento muscular, promove o alongamento de forma equilibrada utilizando os dois lados com a mesma intensidade. Ao contrário do tratamento, que muitas vezes visa corrigir a escoliose com distribuições diferentes em cada lado da coluna, para equilibrar a cadeia cinética posterior. Além disso, algumas modalidades da natação, como borboleta e nado peito, podem prejudicar a coluna, gerando sobrecarga excessiva sobre a região.

2º Cruzar as pernas pode prejudicar a coluna?
Verdade. Claro que o hábito de cruzar as pernas, para as mulheres, é uma posição confortável, além de elegante, porém, é preciso ficar atento para não abusar deste hábito e prejudicar a saúde. Ao cruzar as pernas, a coluna vertebral se desvia para a esquerda ou para a direita, devido o desequilíbrio da região pélvica. Outro problema que pode ser ocasionado por este costume, além de prejudicar o fluxo sanguíneo, é a escoliose (desvio da coluna vertebral no plano frontal).

3º Dormir no chão – ou num colchão duro – é bom para as costas?
Mito. A rigidez poderá agravar, ainda mais, a contratura muscular. Durante uma provável crise de dor nas costas, a pessoa deve repousar em seu próprio colchão, podendo deitar-se de lado, com um travesseiro entre as pernas.
4º Cirurgia é a única saída para acabar com a hérnia de disco?
Mito. Hérnias de disco representam uma causa comum de dor nas costas. Mas não é a única. Ao identificar uma hérnia de disco, o médico, ortopedista ou neurocirurgião, deve estar atento para outros problemas na coluna que podem acompanhar essa condição. Desta forma, pesa na decisão do médico a associação com outras alterações e como elas se traduzem clinicamente. Além disso, a decisão deve ser baseada mais no prejuízo que a doença traz para o paciente em termos de perda de horas de trabalho e lazer, limitações físicas para as atividades do dia-a-dia e perda na qualidade de vida e menos no resultado dos exames de imagem. Diversos tratamentos podem aliviar o problema, entretanto, é sempre recomendável procurar um especialista antes de tomar qualquer decisão.
5º Todos que sofrem de dor nas costas devem realizar uma ressonância magnética?
Mito. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), 80% das pessoas sofrem ou sofrerão de dor nas costas pelo menos uma vez na vida. Entretanto, o primeiro passo para combater este mal é procurar um especialista e descobrir as causas para solucionar de vez este problema.
6º Estalar o pescoço com o movimento da cabeça faz mal à coluna?
Verdade. Apesar de esse hábito propiciar alívio para alguns nunca se deve fazer isso. Estalar a coluna e o pescoço prejudica – e muito – suas articulações, além de causar, em alguns casos, dores de cabeça, zumbidos e vertigens.

7º Fumantes têm mais dores nas costas do que não fumantes?
Verdade. O cigarro, não faz bem a nenhuma parte do corpo humano, e em relação às costas, não poderia ser diferente. Os fumantes inalam mais substâncias tóxicas, sendo assim, prejudicam a circulação sanguínea no disco intervertebral, que pode causar mais dores na região.


Vida Equilíbrio

Parar de fumar leva cinco anos e sete tentativas

Parar de fumar realmente não é uma tarefa simples. De acordo com um estudo encomendado pela marca Nicorette, do Reino Unido, conquistar a meta leva cinco anos e sete tentativas, em média.

Os pesquisadores analisaram o comportamento de 3 mil fumantes e ex-fumantes. A maioria desistiu do vício quando começou a se preocupar com a saúde. Outros motivos apontados foram incômodo do sexo oposto, esforço para respirar e ser julgado.

Mais da metade disse que o hábito faz com que se sinta envergonhado ou inseguro. Quase todos concordaram que a primeira semana sem cigarros foi um dos períodos mais difíceis da vida, sendo mais estressante que passar por um divórcio ou planejar o casamento.

A média de idade para largar o fumo é de 27 anos e metade dos que começam a batalha no Réveillon voltam ao tabagismo em 10 dias. Quase 50% contaram que parar significa engordar um pouco e um em cada cinco revelou que, inicialmente, aumentou muito o peso.

Cary Cooper, da Universidade de Lancaster, afirmou ao jornal Daily Mail que é interessante contar com amigos na primeira semana da tentativa, porque podem encorajar a fugir da tentação. Adquirir um novo hobby ou exercício tende a afastar o desejo também. Faça uma lista de razões pelas quais pretende parar de fumar e pense em si como um não-fumante em vez de um ex-fumante.


Terra Saúde

Garotas que usam Facebook têm maior tendência a distúrbios alimentares

Pesquisadores da Universidade de Haifa, em Israel, apresentaram o resultado de um estudo em que afirmam que quanto mais tempo garotas passam no Facebook, maior sua tendência a sofrer de distúrbios alimentares.

Os cientistas entrevistaram 248 garotas com idade entre 12 e 19 anos com perguntas sobre suas atividades na internet e na TV, perguntando também sua opinião com relação ao corpo, à forma de se alimentar e sua visão sobre si mesmas.

O site do TG Daily conta que um dos resultados foi bastante óbvio, ligando diretamente distúrbios alimentares ao tempo que as meninas passam em sites de moda. Porém, o que surpreendeu os pesquisadores foi a relação com o Facebook.

Os pesquisadores concluíram que quanto mais tempo as meninas passam no site de relacionamentos, maior sua sensação de desprezo pelo próprio corpo e visão negativa com relação à sua imagem. Na TV, programas de fofoca foram ligados aos problemas alimentares.

Por outro lado, meninas cujos pais estão envolvidos e cientes das suas atividades na rede, têm menor tendência aos distúrbios. De acordo com os cientistas, a pesquisa mostra que os pais ainda possuem muita influência na prevenção de comportamentos perigosos.


Geek

Amamentar prematuro

Sim, é possível amamentar um bebê nascido antes do tempo: seu leite é tão poderoso que se adapta às necessidades dele.

Seja qual for a idade gestacional do bebê ao nascer, o leite materno é a melhor opção de alimento para ele. Isso porque o leite é uma substância biológica viva e se adapta às necessidades do bebê. Ele contém anticorpos e proporciona defesa imunológica a algumas infecções: é como se fosse uma vacina que a mãe passa para o filho. A composição varia ao longo do dia e depende da alimentação da mãe. A formação do leite para o bebê pré-termo (nascido antes de completar 37 semanas de gestação) não é a mesma do que seria para um bebê a termo (nascido entre 37 e 42 semanas de gestação), pois tem menos sódio.

Como o bebê nasceu “antes do tempo”, pode ser que o leite demore um pouco para descer. Neste caso, a massagem das mamas pode estimular a saída. Enquanto ele não vem, a mãe pode procurar os bancos de leite, que fornecem leite materno pasteurizado doado por outras mães. O leite in natura – que não foi congelado nem pasteurizado – preserva as proteínas e anticorpos passados pela mãe. Geralmente, o bebê que nasce com 34 semanas ou mais já é capaz de sugar e pode mamar o leite direto do peito da mãe. Antes disso, o leite pode ser administrado por uma sonda ou, ainda, usando o copinho da mamadeira.

O quanto seu filho vai mamar é analisado de acordo com a idade gestacional, peso e condição física. Outra diferença entre amamentar o bebê a termo e o bebê pré-termo é a duração da amamentação exclusiva: enquanto para o bebê a termo ela é de seis meses, para o bebê pré-termo ela pode chegar a até oito meses. É que o tempo que o bebê deveria ter ficado na barriga e não ficou é “descontado”. Isso está baseado no amadurecimento da flora intestinal da criança, mas cada caso deve ser analisado à parte, com a ajuda do pediatra. Só não vale se sentir culpada caso não seja possível amamentar o bebê logo de cara por não ter muito leite. É que a mãe tem de estar bem para que o leite desça e o estresse de ter um bebê prematuro, que muitas vezes fica restrito à UTI neonatal e até a incubadora, pode atrasar um pouco o processo. Normal.

Se for necessário complementar a amamentação com a administração de fórmula, a transição de volta para o peito pode ser feita pela relactação, com o uso de uma sonda com o leite artificial acoplada ao bico do seio. Agora, se a mãe sente que a amamentação exclusiva é um caminho possível, é só conversar com a equipe do hospital e explicar que não quer que o bebê receba a fórmula enquanto estiver lá.

Dicas para amamentar prematuros
Aumente a frequência e diminua o tempo das ordenhas. Em vez de fazer uma de 20 minutos a cada quatro horas, tente fazer uma ordenha de 10 minutos a cada três horas. No começo, uma ordenha que dura menos pode dar menos trabalho.

Compressas mornas nos seios podem ajudar a relaxar e, consequentemente, fazer com que a mãe libere o leite com maior facilidade. Não é uma regra, mas vale a pena tentar!

Alternar a ordenha mecânica (usando extrator de leite) com a manual pode ajudar com que o leite saia com menos esforço.


Pais & Filhos

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Fuja de quatro hábitos que afetam o seu DNA

Alguns hábitos, como fumar, alimentação inadequada e a grande ingestão de álcool podem prejudicar o funcionamento de nosso organismo. Só isso já os coloca na lista de inimigos da saúde. Mas os malefícios não param por aí. Consumir algumas substâncias pode ainda mudar a expressão de alguns de nossos genes, aumentando as chances de doenças como câncer e infertilidade. "Alguns hábitos, como o fumo, podem modificar algumas sequências de nosso DNA. Enquanto outros aumentam as chances de certos genes causadores de doenças se manifestarem", diz o imunologista Luiz Vicente Rizzo, do Hospital Israelita Albert Einstein.

Fique longe do cigarro

A lista dos malefícios que o cigarro traz à nossa saúde é extensa. O que muitos fumantes não sabem é que muitas das mais de 1500 substâncias tóxicas encontradas no cigarro podem não só alterar o funcionamento do DNA, como também causar algumas mutações, ou seja, criam alguns genes que não eram para existir naturalmente.

Segundo um estudo feito pela Universidade Cornell, em Nova York, o fumo, tanto o passivo quanto o ocasional, cria genes causadores de câncer nas células pulmonares. "O cigarro não só interfere nas funções dos pulmões, mas também cria genes que dão origem a células cancerígenas. Um estudo no estado americano de Nova York mostrou que 100% dos casos de câncer de pulmão de uma determinada população foram causados pelo cigarro", explica Luiz Vicente Rizzo.

Além disso, uma pessoa que para de fumar não tem os seus genes normalizados, só impede que novas anomalias surjam.

Exposição ao sol só com FPS

Ficar muito tempo exposto ao sol também entra na lista de inimigos dos genes, por isso que a incidência de câncer de pele é maior entre aquelas pessoas que não se protegem da radiação solar. O câncer de pele está entre os que mais matam no mundo. De acordo com Instituto Nacional do Câncer, embora o câncer de pele seja o tipo de câncer mais frequente, correspondendo a cerca de 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, quando detectado precocemente este tipo de câncer apresenta altos percentuais de cura.

Alimentação e álcool

A alimentação feita de forma consciente não é um problema. "Nenhum alimento natural afeta o funcionamento e a expressão dos genes malignos. Mas em alguns lugares, a água e o solo onde são produzidos alguns alimentos estão contaminados com metais pesados, como mercúrio e chumbo", diz o especialista.

Esses metais intoxicam as células e aumentam as chances de desenvolver câncer e podem ser encontrados em praticamente qualquer tipo de alimento. Por isso, antes de comprar um produto, verifique se ele foi produzido por fornecedores de confiança e que tenham selo de qualidade e aprovação da Anvisa.

O álcool, diferente do cigarro, precisa de maiores quantidades para causar danos ao nosso DNA, principalmente na região do fígado. Mas o seu consumo deve ser controlado para evitar problemas como cirrose e câncer de fígado.

Transmissão para os filhos?

Em relação à hereditariedade dos problemas, o especialista Luiz Vicente Rizzo afirma que as mulheres não passam para os filhos as alterações no DNA que desenvolveram durante a vida, a não ser que esses hábitos sejam frequentes durante a gestação. Já os homens têm probabilidade de causar alguns problemas para a criança. "Ao contrário da mulher, que já nasce com seus óvulos formados, os homens produzem espermatozoides constantemente. Fumar, ficar exposto a fumaça de carros, tomar anabolizantes e ingerir muito álcool altera os genes dos espermatozoides e consequentemente passa alguns problemas para os filhos", diz o imunologista.

Amigos dos genes

Se alguns maus hábitos agem como vilões ao nosso DNA, algumas medidas podem fazer com que genes causadores de mutações não se manifestem. "Entre os hábitos que agem a favor de nossos genes estão a prática de exercícios físicos e uma alimentação rica em antioxidantes e fibras", diz o imunologista.

Um estudo feito pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, mostrou que pacientes que sofriam com câncer de próstata e passaram a ter uma dieta rica em vegetais, com quantidades controladas de gorduras e faziam tratamentos para controlar o estresse, tinham o organismo mais propenso a lutar contra o câncer. Segundo os cientistas isso aconteceu porque essas medidas diminuíram a atividade dos genes ligados ao surgimento de tumores.

Os exercícios também têm papel fundamental na hora de controlar a expressão de genes causadores de doenças. "Está comprovado que o excesso de gordura no corpo aumenta as chances de que alguns genes relacionados à origem de cânceres se manifestem. Por isso, ficar em forma é benéfico aos genes", diz Luiz Vicente Rizzo.

Um estudo feito pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos mostrou que uma alimentação balanceada ajuda a diminuir o avanço do câncer de próstata. Os médicos recrutaram 30 pacientes com câncer de próstata em estágio inicial e os submeteram por três meses a um programa que incluía dieta rica em vegetais e pobre em gorduras, exercícios moderados, técnicas de controle do estresse e participação em grupos de apoio. Logo em seguida veio a constatação por meio de moderníssimos exames de DNA: essas medidas diminuíram a atividade de genes ligados ao surgimento de tumores e aumentaram a ação daqueles envolvidos na capacidade do organismo de enfrentá-los. O que ajudou a brecar a evolução do problema.


Minha Vida

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Vitamina C é antioxidante, fortalece o sistema imunológico e preserva elasticidade e resistência da pele

Quem acha que a vitamina C só é útil na hora de prevenir resfriados, está muito enganado. Ela tem muitos mais benefícios para a nossa saúde e até beleza.

A vitamina neutraliza os radicais livres, preservando dessa forma a firmeza, elasticidade e resistência da pele, o que ajuda também a prevenir o aparecimento de manchas e o antienvelhecimento precoce.

Alimentação rica em vitamina C

Uma alimentação rica em vitamina C ajuda na absorção do cálcio e por conseqüência, fortalecimento dos ossos, e faz com que a cicatrização seja melhor, pois favorece a síntese do colágeno. A vitamina C é fácil de ser encontrada em alimentos do nosso dia-a-dia, como na laranja, brócolis, ervilha, tomate, couve, mamão, morango, entre outros.

Vitamina C e o sistema imunológico

Segunto a professora titular em Nutrição Humana Jocelem Salgado (ESALQ), essa vitamina antioxidante estimula a resistência às infecções através da atividade imunológica de leucócitos. Ela aumenta a produção dessas células de defesa, que tem efeito direto sobre bactérias e vírus, elevando a resistência a infecções. Acerola, frutas cítricas (limão, laranja, lima), kiwi, caju, tomates e vegetais folhosos crus são fontes excelentes. Morangos, repolho e pimentão verde são boas fontes.

Vitamica C e o calor

Jocelem acrescenta: "Mas não se esqueça: a vitamina C é facilmente destruída pela luz e pelo calor. Um suco de laranja com acerolas, por exemplo, deve ser consumido imediatamente após preparo para que não haja grande perda da vitamina C"

O importante é conseguir balancear a alimentação de forma que se ingira em uma refeição todos os nutrientes necessários. "Não é só a falta de vitaminas e minerais que podem prejudicar o organismo, o excesso também", explica a nutricionista funcional Daniela Jobst.


Vya Estelar