
O estudo foi feito com 1.165 homens, com idade média de 50 anos, sem doença cardiovascular, como acidente vascular cerebral. Desses, 213 tinham disfunção erétil, e todos foram acompanhados por 16 anos. Pacientes que relataram atividade sexual uma vez por mês ou menos tinham risco 45% maior de doenças cardiovasculares do que os que tinham atividade sexual duas vezes por semana ou mais.
Para os autores, a capacidade de ter relações sexuais pode ser um marcador para a saúde em geral. E dizem que, provavelmente, os homes ativos sexualmente têm relacionamentos íntimos, com parceiras regulares, o que ajuda a reduzir o estresse.
Estudos anteriores já relacionaram disfunção erétil e doenças cardiovasculares, mas a pesquisa é a primeira a considerar a frequência de atividade sexual e o risco cardíaco, independentemente da impotência sexual. Terra/Odia