sábado, 26 de dezembro de 2009

Ai, que preguiça!

Quem nunca se rendeu a momentos de moleza? Não faz mal curtir um pouco de ócio, mas é preciso cuidar para que não vire um hábito.

O que ela é?

A definição mais simples de preguiça é: quando alguém que tem condições físicas de realizar tarefas prefere ficar sem fazer nada por longos períodos. Por isso mesmo, chamar uma pessoa de preguiçosa chega a ser ofensivo. Mas há muitos fatores escondidos atrás de tal indisposição. Ela pode ser sintoma de depressão, uma vez que a apatia - vontade de se desligar do mundo e perda da disposição para qualquer atividade - é facilmente confundida com a preguiça. Além disso, apneia do sono, anemia, insônia e hipotireoidismo podem estar camufladas pela moleza.

Cada um tem seu ritmo:

As pessoas são diferentes e reagem diante das situações conforme a própria personalidade. Por isso, se sua amiga demora para pegar no tranco de manhã, por exemplo, não significa que ela seja preguiçosa. "Cada ser humano tem um ritmo. São traços que a gente não modifica", diz Alfredo Salim Helito, clínico-geral do Hospital Sírio-Libanês. Agora, quando o comportamento de alguém muda - seja a pessoa calma ou agitada , aí, sim, pode haver a preguiça. "Alguns exemplos são falta de vontade de fazer qualquer coisa, perda de concentração, sono ou estresse", diz ele. Mdemulher

Respire fundo e viva melhor

Você sabia que inspirar e expirar bem ar pode melhorar e muito sua vida? Aprenda a respirar do modo correto.

Quantas vezes por dia você percebe que está respirando? O movimento - sempre involuntário, a não ser quando você decide controlá-lo - faz mais que enviar oxigênio aos pulmões: quando não ocorre do jeito certo, é um aviso sobre doenças - uma alergia, por exemplo. Mas, mesmo quando tudo parece ok, podemos não estar respirando direito: "A maneira como a pessoa se acostumou a respirar e o estresse influenciam o movimento", diz o fisioterapeuta Alexandre Dias Gabriel, da clínica Physio Center Barra. Veja como respirar bem pode melhorar sua vida. Mdemulher

Compulsão na infância

Idéias fixas, pensamentos ou atos repetitivos, rituais para afazeres simples. Todos esses comportamentos são característicos do Transtorno Obsessivo Compulsivo, um distúrbio mental que pode ser diagnosticado diante da constatação de manias persistentes, tiques ou pensamentos recorrentes. Na infância, esses comportamentos comumente passam desapercebidos, ao serem confundidos com atitudes naturais da infância ou pela dificuldade da verbalização das crianças.

De acordo com estudos (como o publicado por Snider e Sweedo em 2003), obsessões por limpeza representam quase 40% dessas obsessões e lavar as mãos, 85% dos sintomas de compulsão, seguidos de subir e descer escadas e fechar repetidamente as portas. A lista de manias relacionadas à contaminação e limpeza é dominante na maioria dos casos, confirma a psiquiatra Ana Hounie, vice-coordenadora do PROTOC (grupo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, que pesquisa e oferece tratamento para quem sofre do transtorno).

No caso das crianças, o desafio maior é a detecção precoce. Assim, se recomenda que os pais observem nas crianças o desenvolvimento de hábitos repetitivos, lesões na pele (causados por hábitos de higiene excessiva) ou procurar pistas nos afazeres escolares (compulsões em refazer a lição, por exemplo, apagando e reescrevendo as respostas). As crianças tendem a esconder alguns desses hábitos dos adultos ou professores e somente criticá-las pode ser mais prejudicial. Uol Sáude

Labirintite: como enfrentar crises de tontura

A tontura é uma sensação muito comum para quem sofre de labirintite. Esse é um problema que afeta o labirinto, uma região que fica dentro do ouvido e é essencial ao equilíbrio do nosso corpo.

O otorrinolaringologista Ricardo Testa, de São Paulo, explica que esse pequeno órgão pode entrar em colapso por diversos motivos. "Na maioria dos casos, a labirintite está relacionada a diabetes, problemas vasculares, disfunções hormonais e tumores", diz. A boa notícia é que, com o tratamento adequado, dá pra controlar a doença.


Aprenda a controlar a doença
1. Procure eliminar o cigarro, a cafeína e o álcool.
2. Não fique muito tempo em jejum. Então, cuidado com as dietas radicais. Alimente-se a cada três horas.
3. Aumente a ingestão de água: beba pelo menos seis copos por dia.
4. Repouse, mas sem exageros. Caminhe meia hora por dia.
5. Evite os sucos de fruta industrializados.


Dúvidas sobre labirintite
Como é o tratamento da doença?
Depende da causa. Nem todas as tonturas se originam de um distúrbio no labirinto. Às vezes, o problema está no cérebro, mas a maioria delas está realmente relacionada ao ouvido. Depois de diagnosticada, a doença pode ser tratada com medicamentos tomados via oral ou com exercícios feitos em casa, para reposicionar o labirinto.

Quais as consequências da labirintite?
No caso das crianças, a doença pode causar mau rendimento escolar. Nos idosos, uma consequência grave são as quedas. "Como eles têm uma estrutura física mais frágil, aumenta o risco de quebrar ossos", diz Testa.

Em quais situações a labirintite piora?
Sem receber tratamento adequado, a pessoa corre o risco de ficar incapacitada. A doença pode evoluir para um quadro mais grave, como a síndrome de Ménière, uma versão mais potente da labirintite. "Nesses casos, pode ser necessário fazer uma cirurgia", afirma o médico.

O que fazer durante uma crise?
Vá para um lugar ventilado e não se deite. Fique sentada, de olhos abertos, olhando para um ponto fixo na parede. Assim que a tontura melhorar, procure um médico. E lembre-se: labirintite não causa desmaios.

Como socorrer alguém com labirintite?
Coloque-o sentado e nunca dê estimulantes, como refrigerante e café, nem coloque sal debaixo da língua. Jamais dê qualquer medicamento, pois isso pode prejudicar o doente. Se a crise persistir, leve-o ao hospital.

SITE ANA MARIA

Testosterona influencia diretamente na saúde geral do homem

Diversos estudos têm demonstrado que a queda das taxas de testosterona no organismo masculino associada ao avanço da idade está ligada também a males crônicos, especialmente àqueles que representam alto risco para o desenvolvimento de doenças metabólicas e cardiovasculares: diabetes tipo 2, obesidade, hipertensão e dislipidemia (colesterol alto).

Esse fenômeno, conhecido como Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM) – também chamado de hipogonadismo – tem prevalência de 20% a 35% entre a população masculina com mais de 40 anos.

O problema pode acarretar sintomas psicológicos como depressão, irritabilidade e dificuldade de concentração, além da possibilidade de agravar doenças crônicas como obesidade e hipertensão arterial, além de aumentar o risco cardiovascular.

“A população está envelhecendo rapidamente, sendo que daqui a 10 anos teremos mais de 30 milhões de pessoas com mais 60 anos no Brasil. Diante disso, algumas doenças que estão vinculadas ao DAEM terão a incidência aumentada”, explica Ernani Luis Rhoden, urologista e pesquisador ligado à Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSRS).

“Por isso, a relação entre níveis de testosterona no organismo masculino e o aumento do risco cardiovascular e de morte vem sendo amplamente estudada”, completa o urologista.

A introdução de um tratamento específico para normalizar os níveis de testosterona em homens que apresentam queda das taxas desse hormônio no organismo é recente. Mas, de acordo com especialistas, é importante manter as taxas hormonais em dia. “A testosterona atua para diminuir a gordura corporal, reduzir o risco de osteoporose, melhorar o desempenho intelectual e a função sexual do homem”, diz Rhoden.

Sintomas são diversos e ajuda do médico é essencial para identificar a síndrome:

Níveis baixos do principal hormônio masculino estão relacionados com o surgimento de sintomas semelhantes aos da menopausa feminina e ao agravamento do quadro de síndrome metabólica.

Os níveis de testosterona variam entre os homens. Em geral, os níveis desse hormônio diminuem anualmente 1% após os 30 anos. Por volta dos 70 anos essa diminuição chega ao 50% dos níveis originais.

É importante procurar um médico antes de atribuir esse decréscimo à idade. Várias condições clínicas (como apnéia do sono) podem contribuir para a variação dos níveis de testosterona.

Fique atento a alguns sintomas da diminuição desse hormônio, observando: disfunções sexuais, mudanças no padrão de sono, problemas físicos (menor resistência muscular ou problemas nos ossos) e alterações emocionais (sentir-se triste ou deprimido com maior frequência). Bem Estar

Dentistas respondem suas dúvidas

É importante usar um antisséptico para enxaguar e bochechar?
Os antissépticos são eficazes para quem tem mau hálito, porque combatem as bactérias. Mas eles não substituem a escova e o fio dental. Evite produtos com álcool na fórmula e os muito coloridos. Eles podem escurecer os dentes.

Existe uma pasta de dente ideal?
Não existe fórmula perfeita. O creme dental precisa ter gosto agradável e não pode causar enjoo. Se tiver dentes sensíveis, tártaro, enjoo contínuo ou sangramento, fale com seu dentista.

Quantas vezes por dia devo escovar os meus dentes?
Sempre depois das refeições. Para sentir se precisa de mais escovações, passe a língua nos dentes: se ela deslizar, é sinal de que eles estão limpos. Se os dentes estiverem ásperos, há acúmulo de placa bacteriana e é hora de escovar de novo.

Quanto tempo deve durar uma boa escovação?
Uma boa escovação deve durar, em média, nove minutos. Para cuidar de todos os detalhes, curvas e entradinhas dos dentes, esse tempo é o suficiente.

Quando é a hora certa de trocar a escova de dente?
Ela deve ser trocada a cada três meses. "O ideal mesmo é substituí-la todos os meses. Recomendo colocar a escova de dente na lista mensal de compras de supermercado", ensina a dentista Sandra Gontijo, do Rio de Janeiro.
MDEMULHER

Confira os melhores truques para evitar o mal-estar do dia seguinte, caso você exagere na bebida

O que é a ressaca?
Mal-estar causado pelo excesso de bebida no organismo, que desidrata as células do sistema nervoso central. O fígado também sofre, pois pode desenvolver hepatite alcoólica aguda.

Sintomas
Forte dor de cabeça, enjôo, dor muscular e tontura.

Como evitar
1. Não beba sem forrar o estômago. Além de piorar os sintomas da ressaca, o corpo desidrata, pois o álcool potencializa a vontade de urinar, aumentando a eliminação de líquidos do organismo.
2. Tome alguns goles de qualquer líquido sem álcool enquanto bebe. Vale água, água-de-coco, sucos e até refrigerante.

3. Não misture bebidas diferentes. Também não adianta ingerir algo com teor alcoólico mais leve, porém, em grande quantidade. Entre vinho e cerveja, por exemplo, não importa qual seja a sua escolha, o que vale mesmo é beber pouco. Algumas pessoas são mais sensíveis às destiladas, como pinga e vodca. Outras reagem pior às fermentadas, como cerveja, sidra e vinho. Antes de decidir o que beber, lembre-se das reações do seu corpo nos anos anteriores.

4. Fuja da dupla cigarro e álcool. Juntos, os dois vícios aumentam a absorção da nicotina pelo organismo. O resultado? Uma ressaca potencializada. Se ainda não é forte o bastante para resistir, escolha apenas um entre esses dois inimigos da saúde.

5. No dia seguinte à bebedeira, evite lugares quentes e barulhentos, pois a dor de cabeça pode piorar. Não precisa ficar na cama o tempo inteiro, mas nada de ginástica ou caminhadas longas. Ao se alimentar, prefira líquidos ou algo semipastoso, como sopa e purê de batatas. Invista também em frango sem muito tempero e frutas ricas em sódio, potássio e magnésio, como pêra e banana.

VIVA! MAIS