terça-feira, 20 de julho de 2010

Você é facilmente influenciado pelas pessoas?

Há pessoas que extraem de nós o nosso melhor. Perto delas, conhecemos a tranquilidade, a ternura, a confiança. Sorrimos com leveza, somos interessados de verdade, o corpo inteiro fala como quem diz "estou inteiro aqui, concentrado nesse momento bom".

Outras pessoas, entretanto, carregam consigo um ferimento tão letal que é capaz de estimular nossa pior parte. E, aí, somos o oposto do "amigo", somos "feras" com quase o mesmo veneno do agressor.

Tem ainda a turma que não nos inspira a nada: perto dela sobrevive a apatia do "frio hoje, né?" e do "trânsito terrível". Viver ao lado de gente assim é como almoçar mingau de maizena todos os dias. Como esse grupo é morno demais, não faz "fá nem fu", como diria uma amiga, vamos deixá-lo pra lá.

"Estar perto de gente boa é fácil, mas conviver com alguém que difere completamente da nossa maneira de ver a vida é, proporcionalmente, o inverso".Acredito que um dos maiores desafios da vida é não se deixar provocar por esses estímulos alheios. Estar perto de gente boa é fácil, mas conviver com alguém que difere completamente da nossa maneira de ver a vida é proporcionalmente o inverso.

Ficaremos, então, à mercê do que nos arrefece? O Budismo ensina a "influenciar o ambiente", ao invés de deixar-se influenciar-se por ele.

Confesso que concordo plenamente com esse princípio e sei o quão possível ele é, mas, ainda assim, digo que é preciso muito treino, muita dedicação e atenção para não sucumbir vez por outra.

Entendemos que devemos ser mais fortes, mas basta alguém nos desrespeitar ou negar um pequeno desejo nosso que nos embrutecemos. O que fazer?

Nada de grandioso a ser feito, não. O único remédio efetivo para manter o seu ânimo verdadeiro é respirar fundo, lembrar dos próprios objetivos e ter em mente que manter a sua própria sanidade emocional em bom funcionamento é o que importa.

Se o seu coração chorar, ok, aliviar é necessário. Mas não o deixe sangrar até a morte. Ninguém, em nenhuma situação ruim, merece seu falecimento de esperança.

Lembrar que a sua felicidade deve independer das circunstâncias, absolutamente. Esse é o primeiro passo para cultivar uma leveza esquecida nos dias de hoje. Pois, como diria Carlos Drummond de Andrade, "a cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade".

Olá, sou Acácia Lima, empresária e escritora.

Cirurgia de redução de estômago pode afetar gestação nas mulheres

A cirurgia de desvio biliopancreático, ou de redução de estômago, realizada para combater a obesidade mórbida, é uma conhecida causa de múltipla deficiência de vitaminas, e pode piorar ainda mais durante a gravidez. Esta é a conclusão de um estudo publicado recentemente no Journal of AAPOS, publicação oficial do American Association for Pediatric Ophthalmology and Strabismus. Na pesquisa, clínicos australianos investigaram um grupo de crianças que nasceram cegas devido à deficiência de vitamina A, justamente causada por cirurgias para combater a obesidade mórbida nas mães das crianças.

Os pesquisadores australianos documentaram os casos das mulheres que foram submetidas a cirurgias contra a obesidade até sete anos antes do nascimento de seu filhos. Na nona semana de gestação as mães foram diagnosticadas com uma severa deficiência das vitaminas A, D e K, bem como uma deficiência anêmica de ferro, que não havia sido detectada anteriormente até então.

Apesar de tratamentos, a quantidade de vitamina A presente no sangue permaneceu muito baixa durante o período de gravidez. Seus filhos recém-nascidos tiveram má-formação significativa nos dois olhos e sua visão permaneceu fraca. Para o feto, as primeiras 8 semanas de gestação são o período mais crítico para o desenvolvimento dos órgãos, incluindo a formação do sistema visual.

"A descrição das mães a respeito de cegueira noturna é decorrente da deficiência de vitamina A durante a gravidez, e um comprovado apoio à teoria de que a falta desta vitamina no período neonatal seria a causa", explica a chefe da pesquisa, Glen Gole, médica do departamento de oftalmologia do Royal Children`s Hospital and Discipline of Pediatrics and Child Health, na Queensland University, em Brisbane. A vitamina A é conhecida como benéfica à saúde dos olhos. Além disso, ela protege o esqueleto, os pulmões, o coração e o sistema imunológico.

A cirurgia de redução de estômago


A cirurgia de redução de estômago, ou bariátrica, se mostra realmente eficaz para pessoas que sofrem de obesidade mórbida. Estes pacientes chegam a perder em média 40% do peso, em um ano. Porém, a operação é indicada e permitida apenas para pacientes com esta morbidez.

A obesidade é considerada mórbida quando o Índice de Massa Corpórea (IMC) é igual ou superior a 40. Caso o obeso esteja com o IMC entre 35 e 40, a cirurgia só será realizada se outras doenças causadas pela obesidade estiverem colocando sua vida em risco, como por exemplo, a diabetes e a hipertensão. Isso porque, em qualquer tipo de método cirúrgico, os riscos envolvidos na operação devem ser comparados com os riscos da doença. Ou seja, com um IMC abaixo de 40, ainda é compensador adotar outras formas de emagrecimento, como exercícios físicos, orientação nutricional, endocrinológica, e até mesmo, psicológica.

Os riscos envolvidos na cirurgia bariátrica são importantes e é fundamental aceitar todas as restrições que serão enfrenatadas pelo resto da vida. Alguns pacientes acreditam que reduzir o estômago é o método mais fácil para emagrecer. O gastrocirurgião da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Carlos Haruo Arasaki, conta que, muitas vezes, pessoas que ainda não atingiram o IMC mínimo para operar, engordam propositalmente para ter a permissão médica. Ele diz ainda que, "é difícil ter controle sobre isso, porque a pessoa, ao decidir engordar, não retorna ao meu consultório e opta por outro médico que não saiba que ela engordou".

A psicóloga da Unifesp Maria Isabel Rodrigues Matos explica que o excesso de peso, muitas vezes, é usado como pretexto para todo tipo de problema que a pessoa enfrenta. "Geralmente, o obeso acredita que a cirurgia não vai deixá-lo apenas mais magro, mas que também vai lhe trazer um emprego, uma namorada e uma vida melhor como um todo, mas não é assim", esclarece.
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segunda-feira, 19 de julho de 2010

10 Maneiras de Identificar uma Mulher Poderosa

O livro Por que os Homens Amam as Mulheres Poderosas? é um guia prático e cheio de humor que ensina como deixar de ser boazinha e se tornar irresistível. A autora Sherry Argov elencou as dez características que definem uma poderosa:

1. Ela mantém a própria independência.
2. Ela não corre atrás do homem.
3. Ela é misteriosa.
4. Ela deixa espaço para que ele sinta saudade.
5. Ela procura resolver os próprios problemas.
6. Ela mantém o controle da própria vida.
7. Ela não perde o senso de humor.
8. Ela se valoriza.
9. Ela tem paixão por outras coisas além dele.
10. Ela trata o próprio corpo com gosto e entusiasmo.
Sou mais Eu

Exercícios ajudam no tratamento de dependência de álcool

O abuso de bebidas alcoólicas é um dos fatores que mais contribuem para a desregulação do ritmo circadiano – o ciclo natural do sono – e esse desequilíbrio pode levar a um maior abuso de álcool, gerando um grande círculo vicioso que pode até mesmo comprometer pacientes em tratamento para recuperação.
O ritmo circadiano nos mamíferos é regulado pela luz, assim como tem influência da alimentação, interações sociais e níveis de exercícios físicos. Um novo estudo relacionou o consumo abusivo de álcool e a utilização de uma rotina de exercícios físicos como alternativa para regular o sono e, consequentemente, controlar impulsos na ingestão de bebidas alcoólicas.

“O abuso de álcool, caracterizado pela busca incessante e consumo descontrolado dessas bebidas, desregula completamente os ciclos circadianos – que envolvem, além do sono, o ciclo alimentar durante o dia”, explica David Glass, pesquisador da Universidade Estadual de Kent, EUA, e cujo estudo foi publicado no periódico Alcoholism: Clinical & Experimental Research.

“Com o abuso contínuo do álcool, há variações diversas nos horários de dormir, qualidade do sono e desequilíbrio alimentar. Isso se torna um círculo vicioso, em que o sono e o apetite desequilibrados podem contribuir para uma maior necessidade de consumo de bebidas”, explica Glass.

Alan Rosenwaser, da Universidade do Maine, também nos EUA, concorda com Glass. “O abuso de álcool e a desregulação circadiana se tornam reciprocamente destrutivas e o resultado na saúde física e emocional é desastroso”, diz.

Exercícios regulam o relógio biológico e substituem outras fontes de prazer

Os resultados da pesquisa, feita com modelos animais, mostrou que uma rotina de exercícios físicos ajudava a melhorar a saúde do cérebro, normalizando os ritmos circadianos, assim como o bem-estar emocional.

“Além disso, observamos que restringir os exercícios nos animais observados – mesmo quando esses queriam fazer algum tipo de atividade mais intensa – levava-os a procurar e consumir mais álcool”, diz Glass. “Ao contrário, quando os animais eram estimulados a fazer atividades físicas, eles procuravam consumir menos soluções alcoólicas. Isso pode indicar que uma rotina de exercícios físicos pode ser um potencial tratamento, sem intervenção farmacológica, para o alcoolismo.”

A hipótese do pesquisador é de que ambos os hábitos – consumo de álcool e exercícios – fazem parte do mesmo sistema de recompensa do cérebro, ou seja, estimulariam os centros de prazer neurológicos. E um poderia ser substituído pelo outro.

A dopamina, que é um neurotransmissor liberado pelo cérebro em resposta a algo prazeroso – incluindo exercícios, sexo, jogos, compras compulsivas ou mesmo drogas e consumo alimentar – pode ser a chave para isso tudo. Ao fazer que o cérebro libere a dopamina por meio do exercício físico, o indivíduo pode ficar menos suscetível ao consumo de álcool, drogas e mesmo controlar os impulsos alimentares.

“Mas assim como tudo o que provoca prazer e traz algum tipo de recompensa, os exercícios também devem ser feitos com certa moderação, de forma que não interfira com a vida desses indivíduos”, indica o pesquisador.

Outra descoberta feita pela equipe de Glass é o fato de que os animais que consumiam mais álcool também eram menos sensíveis aos efeitos da luz sobre o sono (que é outra forma do corpo indicar ao organismo os horários para dormir e acordar). Isso, dizem os pesquisadores, também é outro indício de que ciclos de sono e dependência química podem compartilhar diversos outros mecanismos.

“Muitas pessoas – mesmo profissionais de saúde – ainda relacionam a dependência de álcool como falhas de caráter ou falta de ‘força de vontade’ das pessoas. Nossas descobertas ajudam a colocar esse vício de volta aos contextos biológicos e mostram como fatores ambientais e fisiológicos influenciam nesse consumo de bebidas alcoólicas. E para controlar esse tipo de abuso é preciso observar como as pessoas se comportam e agir para equilibrar esses fatores”, finaliza.

Informações da Kent State University e da University of Maine

domingo, 18 de julho de 2010

Pimenta: alívio ardido para as dores

Degustar um prato apimentado deflagra reações no organismo que vão muito além daquela ardência na língua. Esse incêndio todo é obra de uma substância encontrada na malagueta, na cumari, na dedo-de-moça e em outras tantas pimentas: a capsaicina. Em contato com membranas da boca, do nariz e da garganta, ela desencadeia um sinal de dor transmitido de célula a célula até chegar lá em cima, na massa cinzenta. “É a mesma mensagem enviada em casos de queimadura por fogo”, afirma Rita de Cássia Pereira Alves, pesquisadora da Embrapa Agroindústria Tropical, em Fortaleza, no Ceará. O cérebro, aflito, reage produzindo endorfinas — compostos similares à morfina, que eliminam a sensação dolorosa.

Em outras palavras, a pimenta é uma contradição em forma de fruta (sim, ela é fruta): arde, mas ao mesmo tempo alivia dores. Cientistas da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, levaram a pequena incendiária da cozinha para o laboratório e comprovaram sua dupla faceta. Eles isolaram a capsaicina e a associaram a um derivado de lidocaína, um anestésico local usado para operações dentárias e para apagar inflamações. O preparado conseguiu silenciar os neurônios sensíveis à dor. “A capsaicina bloqueia apenas a condução do impulso dolorido. Já os analgésicos tradicionais barram os estímulos de todos os neurônios sensoriais, afetando sentidos como o tato”, explica a farmacêutica Isabela Guerreiro, do Rio de Janeiro.

Além de mitigar dores, a ardência do tempero acelera os batimentos cardíacos, aumenta a produção de suor e de saliva. Em suma, faz o corpo queimar mais energia, sobretudo aquela armazenada na forma de gordura. Esse mérito não cabe somente à capsaicina, mas também à dihidrocapsaicina, que, diga-se, é menos ardida do que sua prima. Prova disso veio da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, também nos Estados Unidos. Ali, um grupo de pesquisadores analisou 33 homens e mulheres obesos: parte deles recebeu placebo e outra parte uma dose de dihidrocapsaicina. Os resultados mostraram que a substância ajudou a torrar entre 100 e 200 calorias extras por dia.

A pimenta também possui propriedades vasodilatadoras, ou seja, ela aumenta o calibre de nossos vasos. Esse efeito dá aquela mãozinha para a circulação sanguínea, melhorando a irrigação inclusive dos órgãos genitais — daí sua fama de afrodisíaca. “Além disso, ela contém poucas calorias e é fonte de vitaminas A, C e do complexo B”, lembra a nutricionista Camila Leonel Mendes de Abreu, da equipe de nutrição do Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente da Universidade Federal de São Paulo.

A vitamina A é famosa por preservar a saúde dos olhos. Já a C, um dos antioxidantes mais badalados, entra na produção de anticorpos. Finalmente, o time do complexo B, que inclui substâncias que evitam a malformação fetal. Para tirar proveito de todos esses benefícios, a sugestão é apostar nas pimentas vermelhas. “Elas possuem maior valor nutricional do que as verdes”, diz Camila.

O único senão para o consumo do condimento vai para as pessoas que sofrem de gastrite. Para esses indivíduos, o conselho é evitar exageros, porque as pimentas financiam a produção de ácido clorídrico, o que pode incendiar ainda mais o cenário estomacal. E, para aqueles que não deixam uma pimentinha de lado, um recado: a capsaicina não é solúvel em água, somente em óleo. Então pouco adianta entornar copos e mais copos do líquido para aplacar a queimação. Nessas horas, prefira alimentos com pitadas de gordura na composição, como um gole de leite, para obter algum alívio.

Um trabalho da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, mostra que, ao sinal de ferimento, o corpo libera uma substância semelhante à capsaicina, a responsável pela ardência de pimentas como a malagueta. Saúde é Vital

Conheça cinco tipos diferentes de lipoaspiração

A lipoaspiração é uma aposta para quem quer melhorar o contorno corporal ao eliminar gorduras localizadas, sem a meta de perda de peso. E você sabia que não existe apenas um tipo dessa cirurgia plástica? "As técnicas são muito parecidas, mas o resultado não é sempre o mesmo e é neste ponto que os pacientes devem buscar a opinião dos médicos", disse o cirurgião plástico Alexandre Barbosa, diretor clínico da Clínica de Cirurgia Plástica de São Paulo. Confira detalhes de algumas opções, listados pelo médico:

1) Hidrolipo
Técnica mais propícia para joelho e culote, é feita com a infiltração de um líquido (ringer lactato acrescido de lidocaína e adrenalina) no local, com o objetivo de encher o tecido adiposo. O volume maior das células adiposas pode ocasionar a destruição delas e facilitar a ação das cânulas de lipoaspiração. "O procedimento é menos doloroso, mas por outro lado, como é realizado por partes do corpo, algumas vezes é preciso mais de uma sessão, o que pode ocasionar o custo mais elevado do que o da lipoaspiração comum."

No pós-operatório, é necessário o uso de cinta elástica por, pelo menos, quatro semanas, e drenagem linfática. Os resultados dependem da região em que foi feita a cirurgia e da quantidade de gordura. De maneira geral, o abdômen diminui cerca de 6 cm e, o culote, 8 cm.

2) Lipoescultura
Parte da gordura retirada pelo processo de lipoaspiração é injetada em áreas que necessitem de preenchimento, como glúteos e nos buraquinhos da celulite. "Como a gordura aplicada é do próprio paciente, não há riscos de rejeição."

Durante o pós-operatório, é comum aparecer inchaço e manchas roxas, que somem em 21 dias, na maioria dos casos. O paciente deve usar cinta elástica, fazer drenagem linfática e ultrassom a partir de sete dias da cirurgia, com o intuito de acelerar a recuperação e diminuir o inchaço.

O resultado total aparece depois de seis meses da intervenção mas, no quarto mês, 80% do esperado já foi atingidos.

3) Vibrolipoaspiração
Consiste na introdução de mecanismos vibratórios nas cânulas de aspiração. Ao penetrar no tecido gorduroso, o trauma é menor, assim como a possibilidade de irregularidades no resultado.

Outra vantagem do procedimento é que o sangramento e a dor no pós-operatório são reduzidos, com recuperação mais rápida.

É recomendado o uso de cinta elástica e drenagem linfática após o quinto dia da cirurgia.

4) Lipo a laser
Um aparelho com funcionamento a laser, acoplado à cânula de aspiração, derrete a camada gordurosa, matando as células adiposas. O médico afirmou que o fim das células não é sinônimo de maior eficiência, já que, se a aspiração não for completa, as células mortas continuam no corpo do paciente, o que pode gerar irregularidade na superfície da pele.

Para o pós-operatório, é indicado o uso de cinta elástica e drenagem linfática.

5) Minilipo
Também conhecida como lipo light, a técnica é a mesma da lipoaspiração comum, o que a diferencia é ser feita apenas em regiões com baixo índice de gordura.

Além disso, não é necessário repouso nem internação. Em alguns casos, o paciente pode retornar à sua rotina no dia seguinte. É comum o inchaço permanecer por até cinco dias depois da cirurgia e, por isso, a drenagem linfática surge como boa aposta. Terra Saúde