domingo, 30 de novembro de 2014

Especial Roberto Carlos (Reflexões) - Esse Cara Sou Eu ♪♫ [HD]

A vida não é medida pela quantidade de vezes que respiramos, mas pelos momentos que nos tiram a respiração.


✿*´¨)*
¸.•*¸.• ✿´¨).• ✿¨)
(¸.•´*(¸.•´*(.¸. •*✿❝É sempre assim...Coisas boas nos acontecem quando a gente ACREDITA, quando a gente tem fé, quando a gente coloca Deus a frente de nossa vida.
Dificuldades todos nós temos, a diferença é que uns assumem, outros disfarçam, uns DESISTEM de lutar e outros LUTAM por ainda ACREDITAR❞

DPOC: afinal o que é ?





A sigla DPOC corresponde às iniciais de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, um quadro muito comum na população. Pesquisas em diferentes partes do mundo mostram que um em cada quatro adultos com mais de 40 anos tem uma diminuição no fluxo de ar que sai dos pulmões, caracterizando a obstrução indicada pelo nome da doença. Enquanto a mortalidade por doenças cardiovasculares caiu nas ultimas três décadas, a mortalidade por DPOC dobrou.

A obstrução respiratória é causada por uma reação inflamatória anormal a gases e partículas que entram nos pulmões. Assim, é fácil entender por que o fumo e a poluição estão diretamente associados à DPOC.

Sabemos, hoje, que a DPOC é uma doença sistêmica, e que a reação inflamatória não fica só nos pulmões. DPOC está também associada à doença isquêmica do coração, osteoporose, diabetes, perda de massa muscular, caquexia (emagrecimento exagerado), depressão e câncer de pulmão. Essa associação se explica pela reação inflamatória sistêmica e por esses quadros terem fatores de risco em comum.

O mais importante na definição atual de DPOC é que ela pode ser prevenida e tratada. A estratégia de prevenção mais evidente está na redução do tabagismo. Em países desenvolvidos, verifica-se uma redução na incidência de DPOC que acompanha a redução do hábito de fumar.
Mas não é só o cigarro. Existem outros fatores de risco associados à DPOC, como a queima de madeira e carvão para cozinhar nos países subdesenvolvidos e a poluição, principalmente aquela associada à emissão de gases pelos veículos automotivos, um problema comum nas grandes cidades.

Uma boa notícia é que todos esses fatores podem ser modificados, visando á prevenção da DPOC. A outra é que a DPOC pode ser tratada eficientemente.
Nos últimos anos, grandes estudos mostraram ser possível reduzir a progressão da doença com diferentes combinações de medicamentos. Hoje. a DPOC é classificada em quatro estágios de acordo com o grau de obstrução e, quanto mais precoce o tratamento,  mais  chance de desacelerar a progressão da enfermidade, o que acontece com a maioria das doenças com que lidamos.
Aí, então, ressurge um antigo problema. A DPOC é muito pouco diagnosticada. Por exemplo, embora presente em 10% da população da Espanha entre 40 e 80 anos, menos de um terço dos portadores havia sido diagnosticado.

O diagnóstico se baseia no quadro clinico, na identificação de fatores de risco e na medida de função pulmonar para verificar a presença de obstrução. Esse exame bastante simples é conhecido por diferentes nomes: prova de função pulmonar, espirometria ou, ainda, como “exame do sopro”.
Em resumo, apesar do nome comprido e feio, DPOC é uma doença muito comum, que pode ser tratada e prevenida. Infelizmente, ela é menos diagnosticada do que deveria.

 Daniel Deheinzelin, médico, livre-docente em Pneumologia pelo Departamento de Cardio-Pneumologia da Faculdade de Medicina da USP, é membro do corpo clínico do Hospital Sirio-Libanês de São Paulo

Crenças populares podem atrasar diagnóstico precoce do câncer de mama

“Prótese de silicone pode causar câncer” e “desodorante aerossol aumenta o risco de desenvolver tumor” são alguns dos mitos ligados ao câncer de mama, segundo levantamento realizado pelo serviço de mastologia do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo).
Os principais questionamentos de pacientes em tratamento na instituição e seus familiares foram relacionados em consultas médicas ou multiprofissionais e referem-se a tipos de alimentos que podem estar relacionados ao tumor, ou hábitos e atitudes que podem favorecer o surgimento da doença, como o uso de lingerie apertada. Grande parte do público também tem dúvidas sobre a relação do câncer com a hereditariedade.
Segundo o mastologista José Roberto estudos científicos. Portanto, não correspondem à realidade. Conversar com seu médico é sempre o melhor caminho para esclarecer todas as dúvidas sobre este assunto”.
Filassi, a maior facilidade de acesso à internet, que poderia ser um facilitador da busca por informações pertinentes, passou também a propagar diversas inverdades sobre o câncer. “Existe uma série de informações que circulam sobre o tema e que não estão fundamentadas em

Confira na lista abaixo as crenças populares que não passam de mitos:
  • O câncer é sempre hereditário
Muitas pessoas ainda acreditam que o principal fator para o surgimento do câncer é hereditário, mas apenas 10% dos tumores têm esta correlação. Em 90% dos casos a alteração que leva ao tumor é adquirida durante a vida. É importante, portanto, estar sempre atento ao próprio corpo: nódulos e feridas que persistem por muito tempo e não existiam antes podem indicar algum problema de saúde. Nesse caso, a visita ao médico não deve ser adiada.
  • O autoexame substitui a mamografia
O autoexame, ou mesmo o exame clínico feito por um especialista, não são suficientes  para o diagnóstico de câncer. A recomendação é realizar a mamografia regularmente, de acordo com a indicação de seu médico.
  • Uso de desodorante aerossol facilita o desenvolvimento de tumores
A axila não tem células mamárias, portanto, o uso de qualquer tipo de desodorante não afeta as mamas.
  • Prótese de silicone pode dificultar o diagnóstico
Não há consenso científico quanto às limitações dos exames de imagem em pacientes que possuem próteses de silicone nas mamas. Tampouco há pesquisas que relacionem a cirurgia para aumento dos seios com o aparecimento de tumores.
  • Lingerie apertada aumenta o risco de câncer de mama
O tipo de sutiã, independente do tecido ou modelo, não favorece o desenvolvimento do câncer de mama.
  • A pílula anticoncepcional provoca câncer
Não existem estudos que permitam a associação entre o uso de pílula anticoncepcional e aumento da incidência de câncer.
  • Quando o câncer aparece novamente, a doença não tem mais cura
Cada paciente é único e responde de uma maneira aos diferentes tipos de tratamento disponíveis, por isso não é possível afirmar que todos os casos vão evoluir da mesma maneira.

Roberto Carlos - A Mulher Que Eu Amo (Oficial)

A simplicidade estampada nas palavras, a verdade nos olhos, e o amor nas suas atitudes.

sábado, 8 de novembro de 2014

Prevenção de Periodontopatias


A prevenção de doenças da gengiva também chamadas de periodontopatia  é fundamental na saúde, pois ter saúde bucal é importante tanto na aparência, auto-estima, como na saúde geral de seu corpo. Além disso, uma boca saudável é também aquela que proporciona uma boa mastigação — que consequentemente trará uma boa digestão e uma melhor absorção dos nutrientes.

Placa Bacteriana

Na boca existem bactérias que ficam juntas e formam a chamada "Placa Bacteriana". A "Placa Bacteriana" é a principal causa de cáries e das doenças da gengiva (gengivite e periodontite).
A Placa Bacteriana é uma película transparente que se forma sobre a superfície dos dentes e ao redor da linha das gengivas. Ela é composta por uma colônia de bactérias que decompõem o açúcar e os restos alimentares acumulados, produzindo ácidos que atacam os dentes e a gengiva.

Alimentação

A dieta é muito importante para a prevenção de doenças gengivais, além de ser essencial na nutrição dos maxilares, tecidos gengivais e dentes. Mas os açúcares que ingerimos são utilizados pelas bactérias que habitam em nossa boca e são transformados em ácidos capazes de "corroer" os dentes e em substâncias tóxicas capazes de "descolar" a gengiva dos dentes.

Alimentos que tenham açúcar em sua composição e bebidas ácidas, como os refrigerantes, são capazes de "disssolver" (desmineralizar) os dentes. Portanto a ingestão do açúcar (carboidratos) deve ser controlada. Deve-se fazer o "uso inteligente do açúcar": o ideal é usar a menor quantidade, a menor frequência e a consistência menos aderente possível do açúcar (ingerir alimentos açucarados menos pegajosos).

Deve-se evitar ingerir alimentos que fiquem por muito tempo na cavidade bucal, como balas, pastilhas e chicletes (que podem permanecer por mais de 10 minutos na boca). Se a vontade de ingerir um doce for incontrolável, opte por um bombom ou qualquer outro doce que fique na sua boca só enquanto você mastiga.

Além disso, evite a ingestão de doces e guloseimas entre as refeições. Tenha uma dieta balanceada, com pouco açúcar e amido, pois estes alimentos colaboram significativamente na formação da placa bacteriana.

Gengivite e Periodontite

A Gengivite é causada pelo acúmulo de placa bacteriana sobre o tecido gengival. São sinais da gengivite: sangramento e inflamação gengival; mau hálito; mobilidade dos dentes; gengivas avermelhadas, inchadas ou que se afastam dos dentes; costuma ser indolor.

A placa bacteriana, com o tempo, poderá se mineralizar, formando o chamado tártaro ou cálculo gengival. Juntos, a placa e o tártaro deslocam as gengivas através da destruição das fibras gengivais. Se não for tratado, a estrutura óssea que sustenta o dente poderá se comprometer e, em longo prazo, poderá ocorrer a perda do elemento dental. Esse abalo da estrutura óssea é denominado de

Periodontite.

São sinais da Periodontite:
inflamação persistente; reabsorção (perda) óssea; presença de bolsas periodontais; presença de pus; mau hálito; não há dor (justamente por este motivo, não se percebe a destruição que está ocorrendo durante a periodontite. Só se percebe quando algum dente envolvido nesta condição começa a apresentar mobilidade, ou seja, quando o dente fica "mole").

Pessoas que fumam, devem ser informadas que a nicotina inibe o sangramento gengival, portanto estas pessoas devem tomar um cuidado maior, pois dificilmente ao escovar os dentes irá ter sangramento que, é um dos sinais para observar que está com algum problema.

Vale lembrar que a Periodontite pode ser fator de risco, isto é, ser um dos fatores que ajudam a causar doenças, tais como: Osteoporose; Doença cardíaca – quem tem doença periodontal fica duas vezes mais susceptível a ter doença cardíaca; Diabetes; Doenças respiratórias; Nascimento de criança prematura e de baixo peso em grávidas não tratadas de doença gengival.

Tanto a gengivite quanto a periodontite são doenças que são passíveis de se evitar através de uma correta higienização e por meio de exames preventivos. A visita frequente ao dentista (mínimo de 6 em 6 meses) evita a instalação ou progressão dessas doenças e é importante para verificação da presença de restaurações quebradas, verificação da presença de tártaro, etc.

Existem produtos que são aplicados nos dentes para que as áreas atingidas pela placa bacteriana fiquem mais escuras e assim possam ser localizadas e tratadas. Estes produtos são corantes que são chamados de "Evidenciadores de placa bacteriana".

Higienização da Boca

Para a prevenção da cárie e da doença periodontal (gengivite e periodontite), é necessário que se faça uma completa remoção da Placa Bacteriana, através de uma correta escovação. Para higienização, é recomendado consultar o dentista para informar-se qual a melhor escova dental para  cada caso.

Escova dental

O ideal é ter uma escova apropriada ao tamanho da sua arcada dentária. É recomendado o uso de uma escova de cabeça pequena, que tenha cerdas macias, arredondadas, com tufos concentrados e cabo que seja anatomicamente confortável.

Uma escova com cerdas macias ou extra macias costumam durar no máximo 30 dias e após esse período é recomendado comprar uma nova escova. Para se atingir o objetivo de uma correta escovação dental, deve-se levar em consideração, além de uma técnica de escovação adequada, a frequência de escovação (períodos diários).

E neste aspecto, é recomendado fazer a higienização da boca pelo menos de 3 a 4 vezes ao dia. Há várias técnicas de fazer a higienização de sua boca.

Entretanto, aqui está um exemplo de um método frequentemente recomendado, utilizando uma escova de dentes:

a) Para as superfícies externas dos dentes, posicione a escova de dentes em um ângulo de 45 graus em direção da linha gengival. Use movimentos rítmicos suaves e curtos, movendo a escova para trás e para frente contra os dentes e a gengiva;
b) Use esse mesmo movimento para limpar as superfícies de mastigação e internas dos dentes; c) Para limpar as superfícies internas dos dentes da frente, segure a escova verticalmente e use movimentos rítmicos suaves para cima e para baixo com a ponta da cabeça da escova;
d) Não se esqueça de escovar ao longo da linha gengival, e certifique-se de que você alcançou os dentes bem no fundo. Escove também a sua língua, pois é um local onde muitas bactérias ficam alojadas e costumam ficar restos de alimentos, e proporcionará um hálito perfumado.

Lembre-se de escovar os dentes com movimentos suaves e curtos. Nunca se esqueça da margem gengival, os dentes posteriores, que são os mais difíceis de alcançar e para as áreas situadas ao redor de restaurações e coroas.

Concentre-se na limpeza de cada setor da boca, higienizando as superfícies voltadas para a bochecha dos dentes superiores e, depois, dos inferiores. Higienize as superfícies internas dos dentes superiores e, depois, dos inferiores e em seguida, higienize as superfícies de mastigação e também a língua.

Além disso, é importante limpar entre os dentes, porque isto é a linha de frente da defesa na prevenção das doenças de gengiva e o mau hálito, e pode desempenhar um importante papel na prevenção da perda dental.

Fio dental

O uso do fio ou fita dental é essencial, pois remove a placa bacteriana e alimentos que ficam entre os dentes e abaixo das gengivas, onde a escova não pode alcançar. A fita dental tem maior área de ação entre os dentes.

Utilize o fio dental pelo menos uma vez ao dia. Existem no mercado dois tipos de fio dental. O primeiro grupo é formado por fios de nylon, encerados ou não, com uma grande variedade de sabores. Esse tipo é composto por muitas fibras e pode, às vezes, rasgar-se ou desfiar-se, principalmente se os dentes estiverem muito juntos.

Embora mais caros, os fios de filamento único, que compõem o segundo grupo, não se rompem e deslizam mais facilmente entre os dentes, mesmo com pouco espaço.

Utilize o fio dental da seguinte forma: Enrole aproximadamente 50 cm de fio dental nos dedos médios, segurando-o com o polegar e o indicador. Passe o fio dental esticado entre os dentes, nos sentidos horizontal e vertical alternadamente. Penetre um pouco o fio na gengiva e deslize-o em movimentos suaves. Logo no início, passar o fio dental pode parecer um tanto incômodo. Mas insista! Com apenas um pouco de paciência e um pouco de prática, isto se tornará tão natural como escovar os seus dentes.

Resumindo, então para ter saúde oral é importante, além da qualidade da escovação (técnica de escovação adequada), o uso diário do fio dental e o controle da dieta alimentar (uso inteligente do açúcar) como já relatado neste artigo.

Cremes dentais

Como auxiliar na escovação temos as pastas dentais. Estudos na literatura científica demonstraram que a efetividade da remoção de placa bacteriana é 70% maior quando se usa as pastas dentais.

Crianças menores que 6 anos, podem ingerir a pasta involuntariamente ao escovar os dentes. E neste caso, deve-se colocar uma pequena quantidade de pasta dental na escova (ao invés de se colocar a pasta em toda a extensão da escova, cruza-se esta com a pasta) para evitar o risco do surgimento de fluorose dental (manchas brancas nos dentes).

A escolha de uma pasta dental é muito importante, mas sempre siga a orientação do seu dentista para saber qual é recomendada. A pasta de dentes ideal é aquela que tem flúor em sua composição (pasta dental ANTICÁRIE), sendo que as demais são recomendadas em casos particulares, como as que serão citadas à seguir: a) pasta dental ANTITÁRTARO com pirofosfato (substância que impede a formação de tártaro, mas não remove o tártaro que já existe); b) pasta dental ANTIPLACA com triclosan (um antimicrobiano, e é indicada especialmente para pessoas com gengivite).

Enxaguatórios bucais

Como auxiliar também na escovação existem os enxaguatórios bucais, e que devem ser utilizados durante o tratamento odontológico, de acordo com a prescrição feita pelo dentista e que, de acordo com o quadro clínico, orientará quanto à forma e ao tempo de uso.

Os enxaguatórios bucais são substâncias químicas que atuam nas bactérias presentes na cavidade bucal, sendo utilizados para auxiliar no controle e na redução da formação da placa bacteriana. Os agentes mais usados para o bochecho são:

a) A base de Gluconato de Clorexidina (tem ação antimicrobiana e é eficiente no controle de placa bacteriana, mas pode causar manchamento nos dentes e perda temporária do paladar);
b) Cloreto de cetilpiridínio (é um anti-séptico e desinfetante de efeito moderado e se tiver uso em maior frequência pode causar efeitos adversos como a sensação de queimação da língua e ulcerações);
c) Triclosan (tem ação antibacteriana e tem como vantagem de não causar o manchamento ou a mudança/perda do paladar). Os enxaguatórios realizam uma função importante para os pacientes com problemas motores, no caso de pessoas com Mal de Parkinson, que não realizam a escovação adequada.

Vale lembrar que o uso contínuo dos enxaguatórios é contra-indicado para pacientes que não sejam capazes de utilizar o medicamento sem acompanhamento, pois existe o perigo de deglutição. Mas é importante sinalizar que o uso dos enxaguatórios bucais deve ser racional, ou seja, indicado somente nos casos necessários recomendados pelo dentista, como no caso do pré ou pós-cirúrgico ou das pessoas que apresentam a gengivite aguda e ou periodontite aguda, e que podem utilizar o produto como forma de controlar a doença.

Além disso, é importante frisar que os enxaguatórios são produtos coadjuvantes no combate à placa bacteriana. Eles não substituem o uso da escova de dentes e nem o fio dental, pois a melhor forma de combater a placa bacteriana ainda é a escovação correta e o uso do fio dental.

Além disso, é fundamental que o paciente retorne periodicamente ao dentista para uma reavaliação das condições de saúde bucal.

A limpeza dental (profilaxia) realizada pelo dentista no consultório odontológico é extremamente importante, pois caso a placa bacteriana se acumule e endureça na superfície do dente, formará o tártaro e apenas o dentista poderá removê-la.

Divulgue todas estas informações para sua família e amigos, para que não somente você, mas todas as pessoas que fazem parte de seu círculo social tenham uma excelente saúde bucal/geral e que terá reflexo numa excelente qualidade de vida.
Cuidados com a Gengiva
Dr. Marco Tulio Pettinato Pereira
Cirurgião-dentista com especialização em Saúde de Família (UCAM), Saúde Pública (UNAERP) e Saúde Coletiva (SL Mandic).

5 Razões para Cortar o Refrigerante Light do seu Dia a Dia




5 Razões para Cortar o Refrigerante Light do seu Dia a Dia
A princípio, optar por refrigerantes de baixa caloria parece uma decisão consciente. Porém, estudos mostram que estes refrigerantes podem ser bastante prejudiciais em vários aspectos.
(Quando falo em "refrigerante light" no post, refiro-me em geral a refrigerantes de baixa caloria ("diet", "zero", "light"), ou qualquer tipo de refrigerante que utilize adoçantes artificiais, especialmente o Aspartame.)

 

1. Refrigerante Light engorda (!)

Sim, você leu certo: refri light, no final das contas, não te ajuda a perder peso. Adoçantes artificiais têm um sabor mais intenso que o açúcar natural, o que leva, ao longo do tempo, a deixar o nosso paladar menos sensível ao açúcar. O efeito é claro: os doces de antigamente já não parecem mais tão doces, e aí "precisamos" cada vez mais do doce. E, claro, com isso acabamos abusando. Pior que isso, foi demonstrado que os adoçantes têm o mesmo efeito no corpo que o açúcar no sentido de aumentar a produção de insulina. A insulina manda a mensagem ao corpo para estocar gordura. Ou seja, isso leva ao ganho de peso, mesmo que o refrigerante tenha menos calorias.

 

2. Refrigerante Light não tem nenhum valor nutricional

Quando você toma um refrigerante light, é verdade que você está ingerindo pouquíssimas calorias. Porém, você também não está ingerindo absolutamente nenhum nutriente benéfico para o seu corpo! Se você realmente quer uma bebida com zero calorias, todos já sabemos qual é a melhor! A água é necessária para tudo em nosso corpo, então deixar de tomá-la para tomar um refrigerante nunca é bom negócio. Para ajudar a cortar o vício do refrigerante, uma ideia é começar com água com gás, ou incluir mais chás durante o dia.

 

3. Refrigerante Light causa dores de cabeça

Vários estudos apontam o aspartame (principal adoçante artificial usado em refrigerantes de baixa caloria) como um agente desencadeador de dores de cabeça e enxaquecas. Se você sofre com dores de cabeça constantes, observe os rótulos, e faça o teste: corte todas as fontes do adoçante em sua dieta, começando pelo refri light. A solução da sua dor pode estar aí!
5 Razões para Cortar o Refrigerante Light do seu Dia a Dia

 

4. Refrigerante Light acaba com seu dentes

Com um pH de apenas 3.2, o refrigerante é muito, muito ácido. Substâncias muito ácidas corroem os esmaltes dos dentes ao longo do tempo. E nesse quesito, não faz diferença se o refrigerantes é normal ou de baixa caloria. Estudos mostraram que adultos que bebiam três refrigerantes por dia tinham uma saúde bucal bastante piorada, com mais cáries e sorriso mais amarelado. (Na verdade, os bebedores de refrigerante ficaram no mesmo patamar que usuários de drogas como cocaína e meta-anfetaminas!)

 

5. Refrigerante Light prejudica seus ossos

Mulheres acima de 60 anos já têm um risco bem maior de osteoporose que os homens, e pesquisadores descobriram que refrigerantes — incluindo os light — potencializam ainda mais o problema. Foi verificado que mulheres que tomavam o refrigerante tinham uma densidade óssea 4% menor. (O estudo, publicado em 2006, foi muito bem feito, isolando variáveis como ingestão de cálcio e vitamina D.) A causa mais provável da perda óssea é que o refrigerante causa muita acidez no organismo, e a forma do corpo reequilibrar essa acidez é retirando cálcio dos ossos.