segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Três receitas eficientes para controlar suor, cabelo oleoso e chulé


Você caprichou na produção, mas mal chegou a metade do dia e as manchas de suor já apareceram embaixo do braço. Esse é apenas um dos problemas que colocam a beleza feminina à prova nos dias mais quentes de verão.

Confira abaixo três receitas fáceis e eficientes para acabar com o suor excessivo, o cabelo oleoso e o temido chulé:

Apague as marcas de suor Além da desagradável umidade, o suor faz a gente passar vergonha. Livre-se dele usando desodorante antitranspirante.

Receita caseira Misture e borrife nas axilas 90 ml de água destilada, 1 colher de sopa de álcool de cereais, 15 gotas de óleo de tea tree, 15 gotas de óleo de cipreste, 10 gotas de óleo de lavanda e uma pitada de bicarbonato de sódio.
Pés femininos
A sálvia é excelente para eliminar o odor ruim dos pés

Acabe com o chulé Os pés patinam no sapato, a umidade traz as primeiras bolhas e, com elas, um chulé de matar. Se o calçado for de plástico, então, sai de perto! Use spray desodorante, mas evite os talcos, que fazem meleca.

Receita caseira Coloque 1 litro de água morna em uma bacia, acrescente 10 folhas de sálvia e deixe os pés de molho por 10 minutos. Enxágue com água fria e seque bem entre os dedos. 
Cabelo molhado

Limpe os fios oleosos
O couro cabeludo também transpira mais nos dias quentes. O resultado é visível: os fios ficam grudados. Para diminuir a oleosidade, use xampu específico para esse tipo de cabelo e evite o uso de lenços, chapéus e bonés.

Receita caseira No liquidificador, bata uma maçã pequena e o suco de meio limão com meio copo de água mineral. Aplique no cabelo antes de lavar. Deixe agir por 15 minutos, enxágue e lave como de costume.

3 plantas do bem-estar que dão energia

PARA COMER - Lavanda

Tomar um suplemento diário que contenha o óleo da planta reduz a ansiedade e melhora o sono.


PARA CHEIRAR - Alecrim

O desempenho cognitivo melhora quando um composto presente no óleo da erva é absorvido no sangue. Coloque algumas gotas de óleo essencial de alecrim em um difusor de aroma e respire fundo.


PARA MASTIGAR - Hortelã

Mascar chiclete de hortelã reduz a sonolência durante o dia. Boa alternativa para evitar a agitação causada pelas xícaras de café.

Gislene Pereira

Sinusite

Sintomas - Obstrução nasal, dor de cabeça, dor no rosto, coriza, tosse, alteração ou ausência do olfato. Sintomas menos óbvios, como rouquidão e tontura, também podem estar associados à doença.

O que é - É a inflamação ou infecção dos seios da face, as cavidades que ficam no interior dos ossos, ao redor do nariz, da maçã do rosto e dos olhos. Como ela sempre vem acompanhada de uma rinite, os especialistas chamam de rinossinusite. O processo infeccioso pode ser desencadeado por diversos fatores, como alergia, fungos, vírus e bactérias. Cerca de 95% dos casos de sinusite bacteriana surgem depois de uma gripe, muito comum neste período do ano. Vale lembrar que pacientes com desvio de septo, pólipos nasais ou qualquer alteração que impeça a ventilação dos seios da face são fortes candidatos à sinusite.

Tratamento - Varia de acordo com a origem. Para afastar uma sinusite alérgica, por exemplo, não adianta investir em remédios se o paciente continuar exposto aos fatores que causam a alergia. No caso da viral, é possível amenizar os sintomas com antigripais e descongestionantes - sempre com prescrição médica - até que o vírus saia do corpo. Já a bacteriana costuma ser tratada com antibióticos. Inalação e lavagem do nariz com soro ajudam a aliviar o incômodo.

Prevenção - Quem sofre de sinusite crônica deve tomar cuidados como beber bastante líquido para se manter hidratado - isso deixa o muco menos denso, o que facilita sua eliminação. Evitar cigarro e ambientes muito poluídos também protege a mucosa contra inflamações. As vacinas antipneumocócicas ajudam a combater um dos tipos de bactéria que podem causar a sinusite, os pneumococos.

Fatores de risco para a saúde do coração



O que é doença do coração?
Doença do coração ou doença cardiovascular (DCV) é um termo geral que descreve diferentes problemas do coração. O tipo mais comum é a doença arterial coronariana, uma condição na qual as artérias que levam sangue ao coração se tornam obstruídas por placas. Isso pode levar ao ataque cardíaco.

A doença cardiovascular (DCV) é a causa número um de mortes no mundo. Mas ao fazer pequenas mudanças na sua dieta e estilo de vida, você pode melhorar a saúde do seu coração e sua qualidade de vida.

Fatores de risco para doença do coração

Saber quais são seus fatores de risco é o primeiro passo para obter controle da saúde do seu coração. Há vários fatores de risco para doença do coração e todos necessitam de atenção. Um importante fator de risco é o estilo de vida, como as escolhas pessoais ou condição ambiental que aumentam as chances de uma pessoa ter a saúde do seu coração afetada de forma negativa. Quanto mais fatores de risco você tiver, maiores serão as chances de afetar a saúde do seu coração de forma negativa. Alguns fatores de risco podem ser modificáveis, enquanto outros não:

Idade

A idade é um contribuinte chave para a saúde do seu coração. Com o envelhecimento, aumentam os fatores que afetam a saúde do seu coração e, consequentemente, os riscos de problemas do coração também aumentam.

Fumar

Parar de fumar é uma das melhores decisões que você pode tomar para a saúde do seu coração. Fumar cigarros, mesmo que sejam poucos por dia, pode afetar a saúde do seu coração e aumentar o risco de doença arterial coronariana em até 50%. Mas se você tomar a decisão de parar, você colherá os benefícios muito mais rapidamente do que você pensa, não só para o seu coração, mas também para a sua saúde no geral.

Colesterol elevado no sangue

Colesterol elevado não é bom para a saúde do seu coração. Ele pode causar um acúmulo de gordura nas suas artérias, tornando mais difícil o bombeamento de sangue pelo corpo. A única maneira de saber como está seu nível de colesterol sanguíneo é por meio de exames laboratoriais. A boa notícia é que se você tiver colesterol elevado, pequenas mudanças na sua dieta e estilo de vida podem fazer uma diferença positiva nos seus níveis de colesterol.

Hipertensão (Pressão alta)

A hipertensão pode não ser saudável para o seu coração, mas é fácil de detectar e pode ser controlada por mudanças em sua dieta e estilo de vida e, para algumas pessoas, com medicamentos. Você pode ajudar a prevenir a hipertensão ao seguir uma dieta balanceada e estilo de vida saudável. É importante ter sua pressão sanguínea verificada regularmente por um médico, já que nem todos apresentam os sintomas característicos da hipertensão e podem não perceber que estão com este problema.

Diabetes

Diabetes tem um efeito negativo importante na saúde do seu coração. Ela também aumenta os efeitos de outros fatores de risco tal como fumar, pressão arterial não saudável ou colesterol elevado e obesidade. Entretanto, com o tratamento correto e com mudanças positivas em sua alimentação e estilo de vida, você pode reduzir esse efeito.

Histórico familiar de problemas de saúde do coração

Família neste contexto se refere a membros da sua família imediata ex. seu pai, mãe, irmão ou irmã que já desenvolveram doença do coração. A idade na qual eles desenvolveram doença do coração é importante para determinar o seu risco: para pais e irmãos, se a doença do coração foi desenvolvida antes dos 55 anos de idade; para mães e irmãs, se elas desenvolveram doença do coração antes dos 65 anos de idade. É importante saber se você tem um histórico familiar, já que há muitas mudanças positivas de alimentação e estilo de vida que você fazer para cuidar do seu coração e manter uma boa saúde.

Etnia
Certos grupos étnicos têm um risco mais alto de doença do coração do que outros.

Estar acima do peso

Estar acima do peso não é bom para o seu coração, já que isso pode aumentar o risco de desenvolver outras condições, como hipertensão, colesterol elevado e diabetes. Até mesmo pequenas reduções de peso já podem fazer uma diferença positiva na saúde do seu coração. É importante falar com um profissional de saúde sobre as mudanças corretas que você pode fazer a sua alimentação e estilo de vida para melhorar a sua saúde.

Consumo excessivo de álcool

O consumo excessivo de álcool pode ser danoso à saúde do seu coração. Está relacionado à hipertensão, alteração no ritmo do coração e aumento de peso, já que bebidas alcoólicas contêm alto valor calórico. Para ter um coração saudável, é importante consumir bebidas alcoólicas com moderação.

Estresse

Apesar de o estresse não estar diretamente relacionado a sérios problemas do coração, infelizmente alguns dos modos pelos quais nós lidamos com o estresse, tal como fumar, comer comidas não saudáveis ou beber álcool excessivamente, também afetam a saúde do coração. Portanto é importante aprender como lidar com o estresse de maneira saudável, tal como se manter ativo, manter uma dieta saudável e aprender a relaxar. 

BECEL

sábado, 4 de maio de 2013

E não há mal nenhum que me leve ao abate, pois quem me guia em combate, é poderoso para guerrear. 

Novidades no tratamento da gordura localizada e da celulite


O acúmulo localizado da gordura corporal está relacionado, principalmente, a fatores genéticos. Cada indivíduo nasce com maior ou menor número de células de gordura em determinadas regiões, como abdome, costas, quadris (culotes), flancos (popularmente conhecidos como pneus), região submentoniana (papinho), coxas e joelhos.
Alguns fatores podem contribuir com o aumento de gordura localizada nessas regiões, como o ganho de peso. Se uma pessoa com acúmulo de células de gordura nos flancos vier a ganhar peso, certamente o pneuzinho ficará maior. Além desse fator, há a influência dos hormônios na distribuição da gordura. A testosterona, principal hormônio masculino, facilita o depósito de gordura no abdome, enquanto o estradiol, principal hormônio feminino, tem o mesmo efeito no quadril e nas coxas.
O problema é que, se alguém já tem acúmulo de células de gordura, a diminuição de peso provocará redução, mas não acabará com elas. Mesmo que a pessoa esteja magra - quem tem as tais gordurinhas localizadas sabe muito bem que elas insistem em permanecer mesmo com alimentação saudável e atividades físicas.
"Se alguém já tem acúmulo de células de gordura, a diminuição de peso provocará redução, mas não acabará com elas."
Muitos se sentem incomodados com elas, chegando até a evitar alguns tipos de roupa, como biquíni ou sunga na praia ou na piscina. O que fazer, então, para se livrar delas? A lipoaspiração ainda é a melhor opção. Mas, para quem não quer se submeter a uma cirurgia, as técnicas não invasivas estão cada vez mais eficazes em destruir as indesejáveis gordurinhas.

Tratamentos não invasivos

A evolução dos equipamentos destinados ao combate à gordura localizada e celulite é impressionante. Eles tornam o tratamento cada vez mais seguro e eficaz.
A grande novidade é o lançamento de aparelhos de última geração que associam várias técnicas para reduzir tanto a gordura como a celulite. Eles são capazes de associar, por exemplo, a criolipólise, o laser, a radiofrequência, o ultrassom (lipocavitação, focalizado etc.) e o vácuo (endermologia). A combinação de métodos potencializa a capacidade de destruição das células de gordura e, consequentemente, a melhora do contorno corporal, bem como da celulite.

Criolipólise

"A combinação de métodos potencializa a capacidade de destruição das células de gordura e melhora o contorno corporal."
A criolipólise e a lipocavitação são dois métodos desenvolvidos para destruir as células gordurosas (adipócitos). A primeira foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, liderados pelo Dr. Rox Anderson, diretor do Wellman Center of Massachussets General Hospital. Esse método utiliza o resfriamento da gordura localizada para destruí-la. O frio provocado no tecido é capaz de levar à morte as células de gordura.
A ponteira do aparelho realiza um poderoso vácuo que promove a sucção da pele e da gordura indesejada. A eliminação das estruturas celulares destruídas com a baixa temperatura é feita pelo sistema imune e a gordura no interior das células é conduzida ao fígado pelo sistema linfático para sua metabolização. Uma vez que o sistema linfático leva apenas uma pequena quantidade diária de gordura para ser metabolizada, não há perigo de sobrecarga do fígado nesse processo.
A mudança da área tratada começa a ser observada em torno de três semanas após o procedimento, enquanto os resultados mais significativos são vistos de dois a três meses após a terapia, desde que o indivíduo não ganhe peso.

Lipocavitação

A lipocavitação, por sua vez, é um método que utiliza as ondas de ultrassom de baixa frequência para provocar pequenas cavidades no interior das células de gordura. Essas cavidades levam à destruição dessas células.

Esses são apenas exemplos de duas tecnologias empregadas em conjunto para melhorar os resultados, já que várias combinações podem ser utilizadas. Outro exemplo é a associação do laser infravermelho, vácuo e radiofrequência para o tratamento da celulite. Vários aparelhos já disponibilizam duas ou mais técnicas, que, além de proporcionar maior praticidade ao procedimento, aumentam a eficácia da redução da gordura localizada e da celulite. 

Escrito por: Danilo HöflingEndocrinologia

Derrube oito mitos sobre a dor na coluna

Sedentarismo, má postura e estresse são cenários presentes na vida de muitos brasileiros ? e alguns dos maiores causadores de dor na coluna. De acordo com dados da Previdência Social, a dor de coluna responde por quase 160 mil licenças requisitadas por ano no país. A coluna vertebral é composta por vértebras, discos intervertebrais, nervos, músculos, medula e ligamentos. É nesse conjunto que acontece a maior parte das disfunções que causam dores nas costas. Apesar de ser sempre tratada como uma doença isolada, as dores na coluna podem ser tanto um reflexo de maus hábitos como um sinal de doenças mais graves - lombalgia (dor na lombar), hérnia de disco, e artrose, por exemplo. Por ser um tipo de dor nas costas muito comum, existem várias crenças e soluções caseiras para tratar ou evitar a dor na coluna que não passam de mito. Confira o que os especialistas dizem sobre o assunto e saiba mais sobre o problema:

Mito 1: Dores na coluna sempre indicam uma doença grave

"Na maior parte das vezes as dores na coluna estão relacionadas a distúrbios musculares e posturais, que apesar do incômodo, não tem maior gravidade", afirma o ortopedista Marcelo Wajchenberg, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O ortopedista Renato Ueta, do departamento de Ortopedia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), afirma que toda a dor na coluna é um sintoma de alerta, e como tal deve ser investigada. "É importante fazer uma avaliação médica e descartar a possibilidade de outras doenças, principalmente se a dor for reincidente."


Mito 2: Excesso de exercício físico provoca dor na coluna

É comum pensarmos que as dores nas costas após uma série mais puxada de musculação é normal, mas isso está longe de ser verdade. "O erro não está no excesso de exercício, mas sim na forma como ele está sendo feito ou na carga aplicada", explica o ortopedista Renato. O especialista afirma que fazer movimentos errados, não manter a postura ou então usar uma carga muito acima do recomendado são os verdadeiros causadores de dor na coluna durante a atividade física. "Quando bem realizado, o exercício físico auxilia na prevenção da dor nas costas", completa o ortopedista Marcelo.

Mito 3: Toda a dor na coluna deverá ser tratada com cirurgia

"Fisioterapia, orientações de postura e ergonomia, controle de peso, atividade física saudável e uso de medicamentos, quando necessário, são as primeiras opções para tratamento", diz o ortopedista Marcelo. A cirurgia como opção de tratamento vai depender da causa da dor, mas em geral o procedimento é encarado como última alternativa, se não acontecer a melhora dos sintomas com os tratamentos anteriores. Por isso é importante consultar um médico, que irá investigar as causas da dor e indicar o tratamento adequado.

Mito 4: A cirurgia de coluna vai curar a dor nas costas completamente

Até mesmo nos casos em que a cirurgia é a melhor saída, o procedimento não garante por si a melhora total das dores. Segundo os especialistas, ela é apenas uma parte de um tratamento completo. "Todo paciente que fez cirurgia para coluna deve receber amparo de um fisioterapeuta", afirma o ortopedista Marcelo. "Achar que a cirurgia vai eliminar completamente os problemas sem qualquer outro acompanhamento não passa de mito", alerta Renato Ueta.

Mito 5: Repouso é o melhor remédio para a dor na coluna

"O repouso é considerado uma etapa do tratamento, e não o único", explica o ortopedista Renato. Quando a origem das dores é mecânica ou postural, o relaxamento de fato irá aliviar a dores ? mas ao forçar mais o órgão, a dor irá voltar. "O repouso prolongado pode inclusive prejudicar (enfraquecer) a musculatura do paciente", diz Marcelo Wajchenberg. Reeducação postural, alongamentos e acompanhamento de um profissional são as melhores saídas para acabar com a dor na coluna.

Mito 6: Dor na coluna é algo inerente ao envelhecimento

O envelhecimento, assim como o sedentarismo, é um fator de risco para a dor na coluna - mas não é determinante. Ou seja, nem toda a pessoa idosa sofrerá com dores nas costas, mas as chances de ela ter episódios de dor são maiores. Isso acontece porque o envelhecimento gera naturalmente um desgaste dos músculos e ossos, aumentando o risco de dores e doenças como artrose. "Por isso é importante a prevenção com prática de atividade física e conservação da postura, pois quanto mais você fortalece seus músculos e ossos na juventude, menos desgaste ele terá", diz o ortopedista Renato.

Mito 7: Dormir no chão ou num colchão duro é bom para a coluna

Dormir em colchões muito duros ou no chão além de não prevenir dores nas costas, pode favorecê-las, já que pode prejudicar a postura durante o sono. "Mais importante que a densidade do colchão é o jeito de dormir", ressalta Rentato Ueta. "A melhor posição para dormir é de lado, com um travesseiro entre as pernas, e devemos evitar ao máximo dormir de bruços, que é a pior posição", completa. O travesseiro que usamos também influencia em dores na coluna: independente de seu tamanho ou densidade, o travesseiro deve deixar o pescoço em uma posição neutra. "O colchão que não recomendamos efetivamente é aquele que já está velho, que já se moldou ao corpo do paciente." Antes de comprar um colchão novo, verifique numa loja especializada se a densidade do colchão é adequada para o seu peso.

Mito 8: Estar acima do peso sempre vai causar dor na coluna

É fato que o excesso de peso sobrecarrega as estruturas da coluna vertebral, aumentando o risco de dor no local. Entretanto, esse não é um fator determinante para dores na coluna. "Mais do que a obesidade, o sedentarismo é o grande vilão das dores e problemas na coluna, justamente porque a falta de atividade física causa um enfraquecimento precoce dessas estruturas", diz o ortopedista Renato. "Tanto que pessoas com obesidade, mas ativas, tem menos chances de sofrer com as dores do que uma pessoa sedentária com IMC normal."

Carolina Gonçalves