segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Como sair da ansiedade e do pânico



Ansiedade e pânico são hoje os males psicológicos pelos quais mais se procura um médico ou um psicólogo. Uma situação alarmante que necessita de uma abordagem mais próxima.

Ansiedade e pânico isolam algumas pessoas das outras: por isso não é fácil falar a respeito. Porém, acometem quase 30% da população. O relato das pessoas é parecido, é como se na vida aparecesse uma força que afasta você de tudo, que a impede de viver serenamente e a faz sentir constantemente o medo de um perigo repentino e desconhecido. A pessoa achava ser a dona do próprio corpo, achava que o possuía: ansiedade e pânico mostram que, ao contrário, é o corpo que a possui e ela está totalmente à mercê disso.

Tem como sair dessa situação? 

Sim, muitos sucessos se acumulam. 

Vamos fazer isso juntos.

Os efeitos mais evidentes da ansiedade e do pânico são as assim chamados “evitações”: por medo da chegada de outro ataque, a pessoa limita cada vez mais o próprio raio de ação, evitando todas as situações que julga arriscadas. Desenvolve-se assim o medo de ter medo: isso, ao invés de ajudar a amenizar, faz com que sejam alimentados outros medos e outras crises, pensamentos obsessivos e delirantes devidos ao isolamento e aos próprios pensamentos. 

A primeira vez de um ataque de pânico muitas vezes é confundida com algo físico, a vítima acredita ter tido um enfarte, um problema de pressão, uma crise isquêmica. Isso é devido também à intensidade dos sintomas do pânico, mas também às características em comum das pessoas que vivem essa situação: tendem a se colocar muito distantes do próprio ser, do próprio interior, sentir tensão, estresse, insatisfação, mal-estar, a ponto de não reconhecê-los mais e confundi-los com sintomas físicos.

Existem grandes diferenças entre ansiedade e pânico: imaginem o nosso mundo interior como um mar. A ansiedade pode ser vista como as altas ondas do mar agitado, imaginando a angústia que sentimos afastados da praia e percebendo o mar crescer. O pânico parece com a chegada de uma onda de força descomunal. O medo de sufocar, de ser tragado pela água, a respiração ofegante, a excitação, a sensação tremenda de não conseguir sair do turbilhão das águas. Se quando percebemos a ansiedade temos a forte sensação de perder o controle e de não conseguir chegar a salvo até a praia, com o pânico temos a verdadeira sensação de afogar. 

Ansiedade e pânico têm um efeito muito forte não somente sobre o comportamento, mas especialmente sobre a forma de lidar consigo mesmo. Enquanto o mundo externo aparece como inseguro, perigoso e sem pontos de referência certos, a pessoa ansiosa vive a própria situação com uma sensação de vergonha, vive se comparando continuamente aos outros, que enxerga seguros, fortes, sentindo-se assim diferente, incapacitada, impotente.

Poucos percebem que as mudanças podem ter também aspectos positivos: focar uma imagem de si mais verdadeira, autêntica, menos presa às aparências, como no passado.
Muitas pessoas que sofrem de ansiedade ou pânico chegam à consulta pedindo para "voltar a ser como antes", sem perceber que é por serem como eram antes que chegaram a sofrer dessa forma... Vivendo uma má relação com as próprias emoções naturais. Voltar ao antes seria loucura!

Ansiedade e pânico podem acometer todo mundo porque têm origem nos comportamentos e atitudes errados que cada um de nós pode ativar consigo mesmo. A imposição de viver em um espaço restrito, cheio de regras e obrigações, acumulando energia, se afastando do seu jeito de ser espontâneo, para viver um modelo artificial, falso, gera uma energia subterrânea reprimida e explosiva que, em certo ponto, vai se tornar um vulcão explodindo toda essa lava contra você mesmo.

Conceitos éticos muito rígidos, severos, em que o desencadear do pânico não é a causa, mas somente o efeito de algo que ficou acumulado por muito tempo se alimentando, cuja faísca se acende por um pretexto qualquer. “Se sou uma boa esposa, uma boa mãe, não posso ter certos pensamentos e fantasias, eu seria um monstro!”; “Se fosse um bom amigo não poderia recusar certas ações, que amigo seria?”; “Se sou um bom filho, não posso fazer o que quero porque seria mal-agradecido e faria meus pais sofrerem!”. 

É preciso perguntar a si mesmo: “O que tudo isso que está acontecendo comigo significa? Qual é a mensagem?”.

Seja curioso e busque respostas, várias respostas, as mais diferentes respostas.

Para começar a curar a ansiedade e o pânico, vamos adotar algumas regras simples e fundamentais:

- Não reaja, deixe. Não se oponha, aceite.

- Pare de combatê-lo e o observe.

- Deixe aparecer seu lado invisível.

- Perceba que está mudando… para melhor.

- Esteja pronto: vá atrás da sua verdadeira natureza.

Não reaja, deixe. Não se oponha, aceite.

Pare de procurar soluções para pôr de volta no lugar as coisas que não estão em ordem na sua vida. Foi ali que começou o seu pânico, a sua ansiedade. Confie nas suas sensações, na sua sensibilidade, deixando emergir sua autonomia, sua unicidade. Vem, ansiedade; vem, pânico. Venham, eu os acolho porque sei que são parte de mim e não querem me destruir. Deixo que vocês elaborem com o meu ser as respostas e as mudanças e aceito ser o terreno onde tudo isso vai acontecer. Não “dê para trás” nem mude radicalmente o seu jeito de pensar. Se até hoje o esforço era tentar fazer com que as crises durassem o menos possível, agora experimente o oposto, deixe-se levar e viva intensamente tudo o que está acontecendo. Aceite as respostas do seu corpo e não tenha medo. Você vai superar.

Pare de combatê-lo e observe-o.

Aceite a sua própria fragilidade: para muitos, é difícil se deixar levar, ceder o leme da própria vida, mas somente assim vão conseguir dar espaço ao timoneiro excepcional que é o seu mundo interior. Aceite que existe um de você forte e outro frágil, que podem conviver: para vencer a ansiedade e o pânico, é preciso definir uma trégua, parar de lutar, parar de se debater, de se reprimir, de se sufocar, de fazer força. Assim como o náufrago que sobrevive a partir do momento em que para de nadar contra a correnteza, cansando e se esgotando, se deixando levar, flutuando enquanto recupera as forças e define uma estratégia. Comece a observar com atenção as sensações que sente no momento da crise, quais as emoções que aparecem, quais os pensamentos, o que acontece ao seu redor. Observe o seu mal-estar sem querer intervir, sem querer mudar, desperte a curiosidade em você mesmo. Não tenha medo de que as crises voltem. Em um ambiente seguro e protegido, elas são benéficas, ajudando você a se conhecer melhor.

Deixe aparecer seu lado invisível. 

Ansiedade e pânico são, no fundo, ações que você segurou e que voltaram deformadas. Quando por exemplo alguém a agride e você quer revidar, mas se segura, prevalece o autocontrole: sente a raiva e, mesmo que não consiga expressá-la, encontra um meio natural para desabafar, talvez xingando um pouco. Isso seria bem diferente se, em função do fato de se considerar uma pessoa fina e educada, achasse que xingar e revidar é errado: dessa forma a energia é bloqueada e a raiva, escondida. Se esse mecanismo se repete continuamente, cria-se um curto-circuito e as tensões acumuladas começam a circular pela sua mente sem fim e sem metas, acompanhando permanentemente o seu tempo e o seu dia a dia. Quando menos você espera, tudo isso emerge e, sem perceber, nos machuca.

Aceitar aspectos opostos e às vezes contraditórios de você ajuda a perceber que a vida não é uma bifurcação onde é preciso sempre tomar uma atitude certeira: o pânico é sempre o resultado de uma escolha forçada. Não precisa mudar todo o seu esquema de vida, ser radical: é suficiente se deixar levar e promover aquelas pequenas mudanças que aparecem naturalmente.

Perceba que está mudando… para melhor.

Nessa fase do processo é comum que o próprio passado apareça sob uma ótica diferente e nem sempre positiva. Fique tranquila, não desanime. Você não errou tudo na vida, errar é natural e faz parte do nosso aprendizado, enriquecendo a nossa vida e nos tornando mais sábios e completos: foram os erros que nos trouxeram até aqui e fazem parte do nosso valor agregado. Os sintomas de ansiedade e pânico têm um significado analógico e simbólico mais profundo. 

Medo de sufocar: existia um lado seu que a estava sufocando e outro ao qual faltava oxigênio, o espaço vital para se expressar de forma espontânea e livre.

Vertigens: representam a necessidade de “perder a cabeça”, de se deixar levar, de perceber as falsas certezas e de que já está na hora de mudar as perspectivas.

Medo de morrer: revela que a sua vida é muito estática, como se fosse morta. Simbolicamente, deve deixar morrer o lado “velho” de você e se envolver com o novo.

Taquicardia: é uma mensagem do coração, que bate mais alto para ser ouvido. Quer decidir a quem amar e quem frequentar, além do controle racional.

Medo do carro, das galerias, do trem: é o medo de sair dos trilhos, de se deixar levar pelos instintos, de trazer à superfície o lado obsuro. É como se algo em você falasse: “Vem, pânico, me deixe desviar um pouco”.

Esteja pronta, vá atrás da sua verdadeira natureza.

Novos pensamentos e novas ideias vão surgindo, às vezes assustadores, por serem diferentes do que estava acostumada a processar a seu respeito. Não os tema, são um sinal muito positivo de evolução. Recupere a simplicidade e a naturalidade perdidas, simplifique as coisas da sua vida; abandone aquela edificação mental na qual se fechou sozinha, a pessoa controladora, a que decide, a que não precisa pedir…

Assim vai adquirir novos interesses, se tornará mais completa e terá dissolvido o pânico e a ansiedade no espaço infinito.

Leonard F. Verea é médico psiquiatra formado pela Faculdade de Medicina e Cirurgia de Milão, Itália. Especializado em Medicina Psicossomática e Hipnose Clínica; é membro de diversas entidades nacionais e internacionais.

Azia: quando a empadinha não cai bem...



Azia, em termos leigos, ou pirose, em termos médicos, é a sensação de queimação ou peso no estômago, comumente seguida de arrotos e até golfadas do alimento ingerido. Éstes são os principais sintomas da doença do reflexo esofágico, ou seja, o ácido existente no estômago, que ativa a digestão, “sobe” erroneamente para o esôfago, causando mal-estar. Eles estão normalmente associados a alimentos mais gordurosos, como frituras, ao consumo de bebidas cafeinadas (refrigerantes diet, light ou normais), café, álcool, fumo e até a remédios à base de aspirina.

Isso ocorre porque cada um desses compostos pode agredir a mucosa do estômago, bem como a do esôfago – são os excessos! A incidência de tal situação é de 7% da população mundial, sendo que até 50% destas pessoas têm estes sintomas incomodativos diariamente – ou seja, muita gente sofrendo! A obesidade também influi na ocorrência da azia pela alteração que causa no posicionamento dos órgãos, principalmente no esôfago, além do hiperestímulo alimentar.

Como cuidar

O tratamento exige, em primeiro lugar, o diagnóstico médico exato da patologia que causa tais sintomas, a correlação com os hábitos de vida etc. Muitas vezes, é realizado um exame de endoscopia digestiva, que confirma gastrite, esofagite e até a existência de câncer nestes órgãos.

Os medicamentos prescritos costumam aliviar a acidez do estômago e auxiliar na cicatrização de queimadura causada pela mesma no esôfago, como é o caso dos antiácidos. Algumas plantas medicinais também têm sido usadas com sucesso, como em chás de camomila e hortelã, que têm poderes calmantes e cicatrizantes. Seguem algumas dicas:

1- Evite refeições muito pesadas e acompanhadas de líquidos gaseificados, como os refrigerantes.

2- Não deite após, no mínimo, 1 a 2 horas da refeição.

3- Coma devagar, mastigando os alimentos. Não se esqueça dos lanches entre as refeições.

4- Caminhe regularmente ou, no mínimo, evite sair da mesa para o sofá. Aguarde uns 15 minutos antes disso!

5- Quanto à automedicação, cuidado! Ela pode aliviar os sintomas, mas também mascarar a doença e atrasar o diagnóstico e, muitas vezes, esse tempo perdido pode acarretar grandes prejuízos à saúde e até risco de vida, caso a azia esteja associada a doenças mais graves.

Reavalie seus modos de vida, procure orientação profissional (médica e nutricional) na presença destes incômodos, e pare de culpar a última empadinha ingerida por seus males!

Marcia Jablonka Kelman é médica especialista em clínica médica pela Sociedade Brasileira de Clínica Médica. Especialista em homeopatia pela Escola Paulista de Homeopatia. Médica da Associação Nacional de Assistência ao Diabético. Médica do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein.  

TPM no trabalho: tome cuidado!



Sim, conquistamos muitas coisas em nossas vidas: o direito ao voto, ao trabalho, à liberdade sexual, porém, existem três letrinhas que ainda nos derrubam: TPM!

Um estudo feito pela Unicamp e pelo Centro de Pesquisa em Saúde Reprodutiva de Campinas (Cemicamp) diz que oito em cada dez brasileiras em idade reprodutiva sofrem desse mal. E acaba sobrando para quem está por perto e é obrigado a conviver conosco nessa fase em que tudo parece um drama sem fim. E se o ambiente for o de trabalho, então... Melhor redobrar os cuidados. 

Conversamos com a psicóloga Raquel Push, do Hospital Vita Curitiba, que dá algumas dicas práticas de como lidar com essa ‘crise’.

Primeiro reconheça os sintomas

A TPM, abreviação de Tensão Pré-Menstrual, ou ainda Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM), surge entre uma a duas semanas antes da menstruação e desaparece no fim do fluxo menstrual. As mulheres tendem a apresentar alterações de humor, irritabilidade, choro fácil, dores de cabeça, insônia, dificuldades de concentração, inchaço, constipação (prisão de ventre), entre outros sintomas.

Encare o problema de frente

É bem verdade que nesse período ficamos com o pavio muito curto, mas o que desencadeia as crises são problemas que já estavam ali, nos incomodando muito antes. É preciso encará-los de frente, o mês inteiro, para não explodir à menor oscilação durante os dias de TPM. Está precisando perder peso? Tome uma atitude antes que o inchaço e a irritabilidade ‘daqueles dias’ te incomodem. Algo não está bem no trabalho? Aproveite pra conversar sobre o que incomoda logo que o problema aparece. Não fique acumulando pólvora... “Nada justifica qualquer grosseria com os colegas, nem mesmo a TPM. Projetar a própria dificuldade em lidar consigo mesmo é um exemplo de egoísmo, e não de sabedoria”, diz a psicóloga. 

Quando procurar ajuda

Se nesses dias é realmente difícil lidar com outras pessoas, vale conversar com a chefia para trabalhar em casa e procurar ajuda médica e/ou psicológica.
“Infelizmente, a TPM se tornou uma ‘desculpa’ socialmente aceita”, lamenta Rachel.  É importante ter em mente que se os sintomas se prolongam por muito tempo, inclusive após a menstruação, o problema pode ser outro. A psicóloga explica que, nesse caso, geralmente ocorre uma comorbidade, ou seja: outra enfermidade associada, como transtorno psiquiátrico, depressão, distimia, ansiedade, transtorno do pânico, transtorno bipolar, entre outras. É importantíssimo investigar a origem e a frequência dos sintomas para um controle eficaz.  

Como amenizar o quadro

Existem alguns recursos para se lidar com a situação:

• Faça um ajuste na sua dieta alimentar. Aumente a quantidade de proteínas e reduza a ingestão de açúcar, sal, café e álcool. 

• Exercícios físicos, quando realizados regularmente, evitam o estresse, o que colabora com a diminuição dos sintomas.

• O uso de suplementos, tais como vitamina B6, cálcio e magnésio, também ajuda, mas deve ser prescrito pelo médico.

• Seu médico também pode prescrever contraceptivos orais e antidepressivos inibidores da recaptação da serotonina.

Beleza em cápsula? Sim!

Para a nossa sorte, hoje já existem nutricosméticos para quase tudo. Dependendo da composição, dá para manter a pele mais hidratada e bronzeada, prevenir e combater a celulite, botar um freio na queda de cabelo e deixar as unhas mais fortes. “Basicamente, os nutricosméticos são uma fonte extra de vitaminas e minerais importantes para o bom funcionamento do organismo que, por conta da má alimentação, do estresse, da poluição e do cigarro, pode estar carente deles. Mas é importante ressaltar que eles não substituem uma alimentação balanceada”, avisa a dermatologista Bianca Wiedemann, do Rio de Janeiro, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Confira abaixo os principais nutrientes que estão disponíveis nas cápsulas e de que forma eles podem beneficiar sua beleza e até a sua juventude: 

• Ácido fólico: por atuar no processo de multiplicação e regeneração das células, ajuda a prevenir a flacidez. 

• Ácido gama linolênico: reduz a perda de água das células, mantendo-as hidratadas.

• Ácido pantotênico: também conhecido por vitamina B5, reforça a proteção dos fios contra o sol, o vento, o mar e a piscina, além de auxiliar no cuidado de unhas fracas e desvitalizadas.

• Betacaroteno: reforça a proteção da pele contra os raios ultravioleta, combate os radicais livres e prolonga o bronzeado. 

• Biotina: ajuda na formação da queratina, proteína essencial para a saúde e o crescimento do cabelo e das unhas.

• Licopeno: como bom antioxidante que é, atua na renovação celular e na proteção do colágeno, principal proteína da pele.

• Luteína: previne o envelhecimento precoce ao atacar os radicais livres e minimizar os efeitos nocivos dos raios UV.

• Óleo de borragem: tem papel importante na hidratação da pele. 

• Vitamina A: auxilia no crescimento do cabelo e das unhas. 

• Vitamina C: destaque para a ação antioxidante e a participação na recuperação das fibras colágenas. 

• Zeaxantina: assim como a luteína, combate os radicais livres.

Perda de peso e saúde óssea

A gente está cansada de ver um monte de programas e matérias falando sobre os problemas do excesso de peso, mas, assim como a obesidade, a magreza excessiva também é prejudicial para, entre outras coisas, a massa óssea.

 “O que a literatura nos mostra é que um índice de massa corporal (IMC = peso dividido pela altura ao quadrado) abaixo de 19 oferece fator de risco à saúde óssea”, esclarece Alana Murilo Santos, clínica médica especializada em medicina do esporte, no Hospital Vita. Se esse é o seu caso, o mais indicado é conversar com o seu médico.

 Lembre-se: nada de dietas da moda ou remédios milagrosos! Atitudes extremas na área da saúde não são benéficas, portanto o peso deve ser adequado e equilibrado. “Deve-se evitar a obesidade, o sobrepeso e também o baixo peso extremo”, afirma Alana. Ela salienta que o que vale é o bom senso: “Alimentação saudável, realização de um programa de exercícios, peso adequado e equilibrado é o que vale para a saúde integral e dos ossos”. Proteja sua saúde óssea - Estabeleça um programa regular de exercícios: a atividade física torna seus músculos e ossos mais fortes e evita a perda de massa óssea.

Exercícios com pesos feitos pelo menos três vezes por semana são os melhores para a prevenção da osteoporose. - Coma alimentos ricos em cálcio: eles ajudam a construir e manter ossos fortes. Excelentes fontes de cálcio são o leite e seus derivados, peixes enlatados e folhas de tom verde-escuro (couve e brócolis, por exemplo). - Suplementos: para usar suplementos de cálcio, consulte seu médico.

 Certifique-se de que não está ingerindo mais de 2.000 mg dessa substância por dia, o que pode causar pedras nos rins. - Vitamina D: essa vitamina é usada pelo corpo para absorver o cálcio. Ficar no sol por 15 minutos, nos horários adequados (antes das 10h e após as 16h), 3 vezes por semana, com exposição de braços e pernas, ajuda a maioria das pessoas a produzir suficiente vitamina D. - Outras medidas preventivas: reduza a ingestão de álcool e não fume. Fumar leva seu corpo a produzir menos estrogênio, que protege os ossos. Muito álcool pode fragilizar seu osso.

 ATMOSFERA FEMININA

MANTENHA SEUS RINS SAUDÁVEIS: BEBA ÁGUA

A receita é simples: dois litros de água por dia! Com isso você previne o desenvolvimento de pedras nos rins.
 É o que revela pesquisa divulgada pela Sociedade Portuguesa de Nefrologia. Apesar de haver predisposição genética para o surgimento de cálculos renais, ninguém está livre deles. Segundo dados da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, 10% dos brasileiros irão sofrer de cálculo renal até a idade de 70 anos.
 E quanto melhor a condição econômica da pessoa, maior o risco. Pessoas que têm alimentação rica em proteína e sal, tem maior propensão a desenvolver cálculos renais. Pessoas de risco, por exemplo, com antecedentes pessoais ou familiares de cálculos, devem beber pelo menos dois litros de água por dia, reduzir a ingestão de carne e peixe e alimentos ricos em oxalato, como espinafres, chocolate, chá preto, frutos secos e figos.
Evitar o consumo de sal e vitamina D e manter a ingestão de laticínios também previne a formação de cálculos renais.

DR.ANTONIO  SPROESSER