domingo, 25 de agosto de 2013
Pra você, um dia cheio de gostosuras, alegrias e muita PAZ. BOM DOMINGO A TODOS.
O nosso coração deve ser habitado pelas coisas de Deus. Somente Ele pode nos trazer felicidade, paz e harmonia. Que, todos os dias, possamos nos esvaziar do nosso eu, do nosso rancor e da nossa pressa e nos encher da bondade e da sabedoria divina. Que mudemos HOJE. Do amanhã ninguém sabe...
Enxaqueca: uso correto da medicação pode prevenir novas crises
Muitos mitos cercam a enxaqueca.
O maior deles é que não existe tratamento para o problema, que se deve
aprender a conviver com ela. Outro é que enxaqueca se trata com
analgésicos, ou seja, sintomáticos, somente no momento das crises. Esse é
um mito ainda mais perigoso, pois geralmente leva a automedicação e ao
uso excessivo de analgésicos, que tornam na verdade a cefaleia ainda
mais frequente.
Entretanto, o tratamento para
enxaqueca existe sim. E deve ser individualizado, ou seja, levar em
conta toda a história do individuo, como:
- Seu tipo de enxaqueca
- Frequência das crises
- Tempo de inicio dos sintomas
- Sintomas associados à dor de cabeça
- Existência de outras doenças que são mais frequentes em quem tem enxaqueca, como distúrbios do sono, doenças psiquiátricas ou gastrointestinais.
Analgésico só alivia os sintomas, mas não trata a doença
Isso
não esquecendo outras doenças não relacionadas frequentemente ao
quadro, além de alergias medicamentosas que podem levar ao problema. Ou
seja, é impossível tratar de verdade a enxaqueca se automedicando. Uma
consulta detalhada com um médico especialista vai determinar qual é o
melhor tratamento para a SUA enxaqueca, ou seja, para você.
Explicando um pouco melhor, o
tratamento da enxaqueca se baseia em algumas medidas, como disse
orientadas caso a caso. Antes de tudo, a pessoa com enxaqueca deve
observar atentamente possíveis situações que ajudam a provocar a dor, os
gatilhos para que as crises ou sintomas aconteçam. Exemplos desses
gatilhos são:
- Momentos de estresse
- Alterações na rotina de sono
- Menstruação
- Jejum prologado
- Barulho e claridade em excesso
- Luzes piscantes
- Movimentos bruscos
- Alguns odores
- Exercícios físicos em excesso
- Alguns alimentos, como cafeína e álcool.
Evitar, dentro do possível, se expor
a seus gatilhos, ajuda no tratamento, pois evita que algumas crises
aconteçam. Esses gatilhos também devem ser informados ao seu médico para
melhor orientação.
Tratamento da crise aguda
O medicamento vai ser orientado de
acordo com as características da sua enxaqueca, como citado acima.
Pode-se usar desde analgésicos comuns, até anti-inflamatórios e
analgésicos específicos para enxaqueca, ou seja, que não tratam outras
dores. Alguns exemplos são os triptanos (sumatriptano, naratriptano
entre outros) e os ergóticos, que tem em sua composição uma substância
chamada tartarato de ergotamina. A indicação desses medicamentos depende
da intensidade e tipo de enxaqueca. Podem ser associadas outras
medicações para sintomas comumente associados à cefaleia (náuseas e
vômitos) como anti-eméticos.
Pessoas que tem um tipo de enxaqueca chamada enxaqueca com aura,
onde além da cefaleia podem ocorrer alterações visuais e
formigamentos/dormências pelo corpo, devem ser ainda mais cuidadosos ao
fazer uso desses analgésicos específicos. Existe um momento certo para
usá-los e às vezes podem até serem contraindicados. E o mais importante,
não se deve usar mais que três analgésicos por semana, pois isso já é
considerado um uso excessivo - podendo provocar cefaleia diária, a
chamada enxaqueca crônica. Ou seja, automedicação não é o caminho. Na
verdade é um dos maiores problemas que ainda encontramos para o
tratamento correto da enxaqueca. Analgésico só alivia os sintomas, mas
não trata a doença.
Tratamento preventivo
E
se você apresenta cefaleia ao menos um dia por semana, todas as
semanas, ou crises intensas, de longa duração, que não respondam bem ao
tratamento de crise, muitas vezes te fazendo procurar um atendimento em
emergências hospitalares ou fazer uso excessivo de analgésicos, deve ser
iniciado um tratamento preventivo. A doença enxaqueca só é realmente
tratada com esses tipos de medicamentos, que agem reequilibrando a
função de alguns neurotransmissores tornando a pessoa menos susceptível a
ter crises. Esses medicamentos NÃO são analgésicos, só podem ser
prescritos pelo médico e, por existirem vários tipos, vão ser indicados
de maneira individualizada para cada paciente. A grande maioria das
pessoas ainda não sabe, mas a enxaqueca pode ser controlada, havendo uma
redução da frequência e intensidade das crises.
O remédio é a única solução?
Medidas não medicamentosas, como
prática regular de exercícios físicos, técnicas de relaxamento,
meditação, acupuntura e auxílio psicológico também podem contribuir para
a redução de suas crises. E estudos mostram que, se combinados com o
tratamento medicamentoso preventivo, o resultado pode ser ainda melhor.
Enxaqueca tem tratamento. Muitas
medidas, como os medicamentos preventivos, as terapias não
medicamentosas e mudanças de estilo de vida, especialmente quando
combinadas, podem proporcionar um controle efetivo de suas dores de
cabeça.
Estudo descobre vírus capaz de curar a acne
Para algumas pessoas, a acne
fica para trás após a adolescência. Outras, entretanto, sofrem com as
lesões de pele mesmo na idade adulta e vivem em busca de alternativas
capazes de diminuir as marcas no rosto. Para esses casos, um estudo
publicado nesta terça-feira (25 de setembro) no mBio, periódico online do American Society for Microbiology,
acaba de oferecer esperança: um produto feito à base de vírus, com
enzimas capazes de matar os micro-organismos responsáveis pela acne,
seria capaz de curar o problema de uma vez por todas.
A descoberta, feita por uma equipe liderada por uma pesquisadora da University of California,
nos Estados Unidos, apontou que o vírus é inofensivo para seres
humanos, mas programado para infectar e matar bactérias causadoras da
acne. Isso porque ele contém uma enzima nomeada endolisina, que destrói a
parede celular bacteriana, matando o micro-organismo.
Para ser utilizado em terapias,
entretanto, era preciso que esses vírus não apresentassem grande
diversidade de DNAs. Foi necessário, então, colher amostras dos fagos
(como são chamados vírus que infectam apenas bactérias) do nariz de
voluntários com acne. Após sequenciar o genoma desses vírus, os
especialistas concluíram que os agentes partilhavam mais de 85% de seus
DNAs, o que possibilita seu uso em tratamentos.
As espinhas ocorrem quando a bactéria Propionibacterium,
que reside na pele humana, fica presa em um poro devido ao óleo natural
da pele, conhecido como sebo, o que afeta o sistema imunológico. O
resultado é formação de bolinhas inchadas e vermelhas conhecidas como
acne.
Tratamento da acne
De acordo com o dermatologista
Adilson Costa, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, para lidar com a
acne é preciso entender causas e fatores responsáveis pelo seu
aparecimento. Afinal, até mesmo nossa alimentação pode influenciar no
processo. Saiba mais sobre o Roacutan, atualmente um dos principais
medicamentos usados no tratamento de casos graves de acne:
RoacutanTecnicamente
chamado de isotretinoína, ele ainda é uma das opções mais confiáveis
para tratamento de casos graves de acne. O medicamento a atrofia das
glândulas sebáceas, impedindo o entupimento dos poros e,
consequentemente, o aprisionamento de bactérias causadoras das espinhas.
A fórmula, entretanto, é bastante
forte e, por isso, só pode ser ingerida com orientação médica. Uma série
de exames, incluindo hemograma, função do fígado, triglicérides e
colesterol, precisa ser feita antes que o tratamento seja iniciado.
A duração do tratamento varia, mas
costuma durar seis meses. Alguns dos efeitos colaterais mais comuns são
mudanças de humor, no sono e na libido. Em casos raros, é possível que
sua ingestão leve à depressão. Ainda assim, não há garantia de que o
problema não volte. Em graus mais leves de acne, tratamentos mais suaves
(com cremes, limpeza de pele e, se necessário, mudanças na dieta ) podem ser feitos e a possibilidade de cura é maior.
MINHA VIDA
Colágeno para as articulações
Estampado nos rótulos de xampus, hidratantes e produtos alimentícios, ele figura no imaginário popular como sinônimo de uma pele firme e de cabelos resistentes, devido às suas propriedades de sustentação e elasticidade. Menos popular e mais vital, porém, é a sua capacidade de fortalecer as cartilagens. "Essas estruturas é que atenuam o atrito entre os ossos, evitando a osteoartrite, ou seja, a inflamação das articulações, que ficam desgastadas especialmente nos quadris, nas mãos, nos ombros e nos joelhos", esclarece a nutricionista Nadia Brito, do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. "O quadro se acentua com o o envelhecimento e com o sobrepeso", alerta.
A comida, diga-se, não entrega o colágeno de mão beijada. Mas as refeições abrigam a matéria-prima para sua fabricação dentro das células cartilaginosas. "Batizadas de condroblastos, essas unidades se valem dos aminoácidos glicina, prolina e hidroxiprolina, partículas proteicas provenientes dos alimentos de origem animal - como carnes vermelhas e ovos -, prontas para formar moléculas maiores, os peptídeos", descreve, em detalhes, a nutricionista Andrea Frias, coordenadora do Centro de Pesquisas Sanavita, em São Paulo.
"São esses peptídeos que dão origem às fibras colágenas, capazes de amortecer o impacto articular com força comparável à de um fio de aço." Acontece que, a partir dos 30 anos de idade, essa fábrica celular de colágeno "desacelera cerca de 1% ao ano", como avisa Nadia. E a situação se agrava para o time feminino após a menopausa.
"Os ovários deixam de liberar o hormônio estrogênio, que estimulava a síntese de colágeno a pleno vapor", justifica Andrea. "Por isso, sua produção despenca, em média, 30% nos primeiros cinco anos dessa fase e, depois dela, uns 2% anualmente." A boa notícia é que é possível evitar esse prejuízo com um cardápio que compensa a lentidão do organismo para gerar quantidades adequadas de colágeno. Embora seja difícil mensurar em cada proteína a quantidade exata da tríade de aminoácidos formadores de colágeno, os especialistas garantem que incluir os alimentos certos nas refeições garante o aporte dos 10 gramas diários de que o organismo necessita.
O pré-requisito inegociável você já conhece: a fonte proteica precisa ser de origem animal. "Carnes vermelhas, frango, peito de peru, peixes, ovos, queijo, leite e iogurte desnatado são as melhores apostas", lista a nutricionista Alexandra Savino, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Pelo menos um desses itens deve constar nas principais refeições do dia.
"Um copo de leite e dois bifes grandes já são capazes de contemplar a cota diária", garante Nadia. Para assegurar que os aminoácidos ingeridos serão, de fato, convertidos em reforço para a cartilagem, você pode dar uma ajuda extra ao corpo, consumindo fontes de nutrientes que colaboram com sua absorção ou participam das reações químicas que os transformam em peptídeos e, finalmente, em colágeno.
"É o caso das vitaminas A, C e E, presentes na cenoura, no pepino, na laranja, no limão e na goiaba; do zinco, encontrado nos frutos do mar e na castanha-do-pará; do selênio das nozes e do arroz preto; do silício da aveia, da cevada e da alcachofra; e do cobre ofertado pelo fígado de boi e pelos cogumelos", ensina Alexandra. As possibilidades são inúmeras e não custa nada investir em um copo de limonada no almoço ou acrescentar um punhado de castanhas no lanche da tarde.
Os supermercados ainda exibem produtos que prometem o chamado colágeno hidrolisado em sua formulação. "Eles contêm os aminoácidos submetidos a um processo enzimático químico que facilita sua incorporação pelo organismo", explica Nadia. Vale dar crédito a eles, desde que com o cuidado de escolher uma marca idônea e devidamente certificada.
O destino do nutriente O colágeno também constitui o tendão de aquiles, a ponta do nariz, os ossos e a conexão entre as costelas torácicas anteriores. "Os discos intervertebrais e uma das camadas das artérias são, ainda, formados por um tipo especial dessa proteína, chamado elastina", explica o cientista de alimentos Jaime Farfan, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista.
Por fim, o humor vítreo - substância ocular que preenche a área entre o cristalino e a retina - e músculos que revestem órgãos como o intestino também contam com o colágeno em sua composição. Reforço bem-vindo O laboratório Sanofi-Aventis acaba de lançar o Mobility, um suplemento de colágeno hidrolisado em forma de sachê, sem sabor nem cheiro, que pode ser dissolvido em bebidas e alimentos. "A suplementação é recomendada a pessoas com uma dieta carente em proteína animal e contraindicada a indivíduos com insuficiência renal", esclarece Nadia Brito.
Casais perfeitos (ver slideshow) Combinações à mesa que ajudam na produção proteica
1. Peixe e rúcula O ferro dos vegetais verde-escuros contribui com o processo de formação de colágeno. Aposte em pescados com rúcula e agrião.
2. Bife e suco A bebida feita com laranja e acerola fornece vitamina C, que também dá uma força nesse processo. Ele pode acompanhar o bife do almoço.
3. Frango e tomate Para que o consumo do frango resulte em uma fabricação de colágeno eficiente, consuma-o com tomate-cereja, que provê o auxílio das vitaminas A e C.
4. Gelatina e companhia Contrariando a crença popular, a sobremesa está longe de ser a melhor coadjuvante na fabricação de colágeno. "A maioria das gelatinas contém uma quantidade insignificante de proteína", desmitifica Andrea Frias. "A exceção são os produtos com colágeno hidrolisado", ressalta Jaime Farfan. O mesmo vale para geleias de mocotó e balas de colágeno.
ADRIANA TOLEDO
A comida, diga-se, não entrega o colágeno de mão beijada. Mas as refeições abrigam a matéria-prima para sua fabricação dentro das células cartilaginosas. "Batizadas de condroblastos, essas unidades se valem dos aminoácidos glicina, prolina e hidroxiprolina, partículas proteicas provenientes dos alimentos de origem animal - como carnes vermelhas e ovos -, prontas para formar moléculas maiores, os peptídeos", descreve, em detalhes, a nutricionista Andrea Frias, coordenadora do Centro de Pesquisas Sanavita, em São Paulo.
"São esses peptídeos que dão origem às fibras colágenas, capazes de amortecer o impacto articular com força comparável à de um fio de aço." Acontece que, a partir dos 30 anos de idade, essa fábrica celular de colágeno "desacelera cerca de 1% ao ano", como avisa Nadia. E a situação se agrava para o time feminino após a menopausa.
"Os ovários deixam de liberar o hormônio estrogênio, que estimulava a síntese de colágeno a pleno vapor", justifica Andrea. "Por isso, sua produção despenca, em média, 30% nos primeiros cinco anos dessa fase e, depois dela, uns 2% anualmente." A boa notícia é que é possível evitar esse prejuízo com um cardápio que compensa a lentidão do organismo para gerar quantidades adequadas de colágeno. Embora seja difícil mensurar em cada proteína a quantidade exata da tríade de aminoácidos formadores de colágeno, os especialistas garantem que incluir os alimentos certos nas refeições garante o aporte dos 10 gramas diários de que o organismo necessita.
O pré-requisito inegociável você já conhece: a fonte proteica precisa ser de origem animal. "Carnes vermelhas, frango, peito de peru, peixes, ovos, queijo, leite e iogurte desnatado são as melhores apostas", lista a nutricionista Alexandra Savino, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Pelo menos um desses itens deve constar nas principais refeições do dia.
"Um copo de leite e dois bifes grandes já são capazes de contemplar a cota diária", garante Nadia. Para assegurar que os aminoácidos ingeridos serão, de fato, convertidos em reforço para a cartilagem, você pode dar uma ajuda extra ao corpo, consumindo fontes de nutrientes que colaboram com sua absorção ou participam das reações químicas que os transformam em peptídeos e, finalmente, em colágeno.
"É o caso das vitaminas A, C e E, presentes na cenoura, no pepino, na laranja, no limão e na goiaba; do zinco, encontrado nos frutos do mar e na castanha-do-pará; do selênio das nozes e do arroz preto; do silício da aveia, da cevada e da alcachofra; e do cobre ofertado pelo fígado de boi e pelos cogumelos", ensina Alexandra. As possibilidades são inúmeras e não custa nada investir em um copo de limonada no almoço ou acrescentar um punhado de castanhas no lanche da tarde.
Os supermercados ainda exibem produtos que prometem o chamado colágeno hidrolisado em sua formulação. "Eles contêm os aminoácidos submetidos a um processo enzimático químico que facilita sua incorporação pelo organismo", explica Nadia. Vale dar crédito a eles, desde que com o cuidado de escolher uma marca idônea e devidamente certificada.
O destino do nutriente O colágeno também constitui o tendão de aquiles, a ponta do nariz, os ossos e a conexão entre as costelas torácicas anteriores. "Os discos intervertebrais e uma das camadas das artérias são, ainda, formados por um tipo especial dessa proteína, chamado elastina", explica o cientista de alimentos Jaime Farfan, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista.
Por fim, o humor vítreo - substância ocular que preenche a área entre o cristalino e a retina - e músculos que revestem órgãos como o intestino também contam com o colágeno em sua composição. Reforço bem-vindo O laboratório Sanofi-Aventis acaba de lançar o Mobility, um suplemento de colágeno hidrolisado em forma de sachê, sem sabor nem cheiro, que pode ser dissolvido em bebidas e alimentos. "A suplementação é recomendada a pessoas com uma dieta carente em proteína animal e contraindicada a indivíduos com insuficiência renal", esclarece Nadia Brito.
Casais perfeitos (ver slideshow) Combinações à mesa que ajudam na produção proteica
1. Peixe e rúcula O ferro dos vegetais verde-escuros contribui com o processo de formação de colágeno. Aposte em pescados com rúcula e agrião.
2. Bife e suco A bebida feita com laranja e acerola fornece vitamina C, que também dá uma força nesse processo. Ele pode acompanhar o bife do almoço.
3. Frango e tomate Para que o consumo do frango resulte em uma fabricação de colágeno eficiente, consuma-o com tomate-cereja, que provê o auxílio das vitaminas A e C.
4. Gelatina e companhia Contrariando a crença popular, a sobremesa está longe de ser a melhor coadjuvante na fabricação de colágeno. "A maioria das gelatinas contém uma quantidade insignificante de proteína", desmitifica Andrea Frias. "A exceção são os produtos com colágeno hidrolisado", ressalta Jaime Farfan. O mesmo vale para geleias de mocotó e balas de colágeno.
ADRIANA TOLEDO
Mousse de Maracujá!
Mousse de Maracujá!
Mais Simples Assim, impossível! rsrs
Ingredientes -
1 Lata de leite condensado
1 Lata de creme de leite
1 pacote de Tang sabor maracujá
Bater tudo no liquidificador, colocar em tacinhas, e levar a geladeira!
Até a criançada pode fazer!
Mais Simples Assim, impossível! rsrs
Ingredientes -
1 Lata de leite condensado
1 Lata de creme de leite
1 pacote de Tang sabor maracujá
Bater tudo no liquidificador, colocar em tacinhas, e levar a geladeira!
Até a criançada pode fazer!
Conheça os tipos de arroz que aparecem com mais frequência no prato do brasileiro.
1. SELVAGEM: apesar da aparência, ele não é arroz
, do ponto de vista da botânica. Depois de cozido, seu sabor se assemelha ao das nozes. É ideal para saladas, mas pode ser usado frito, como toque final da preparação do prato.
2. GRÃO CURTO, OU CATETO: fica empapado após cozido. É servido sem tempero pelos japoneses e seu sabor é bem sutil.
3. PARBOILIZADO: esse tipo é pré-cozido, o que lhe dá um sabor diferente. Seu preparo é a jato.
4. VERMELHO: sua cor vem da película que o envolve. Tem sabor rústico e vai bem com pratos regionais brasileiros, risotos e carnes brancas
5. NEGRO, OU PRETO: também é rico em fibras, por isso ajuda a chapar a barriga. Além de ser um manancial de vitaminas, tem sabor amendoado e combina com peixes e carnes. Conheça os tipos do cereal que aparecem com mais frequência no prato do brasileiro
6. BRANCO POLIDO: é o mais comum nas mesas brasileiras. Mas, por passar pelo processo de refino, perde grande parte de suas fibras e vitaminas.
7. ARBÓREO: possui maior concentração de amido e, por isso, costuma ser usado em risotos, deixando-os mais cremosos. Absorve como nenhum outro o sabor dos condimentos.
8. INTEGRAL: é necessário muito líquido e mais tempo de cozimento para que ele fique no ponto. Vale a pena: é rico em fibras e ótima fonte de proteínas, minerais e vitaminas.
Lúcia Nascimento
, do ponto de vista da botânica. Depois de cozido, seu sabor se assemelha ao das nozes. É ideal para saladas, mas pode ser usado frito, como toque final da preparação do prato.
2. GRÃO CURTO, OU CATETO: fica empapado após cozido. É servido sem tempero pelos japoneses e seu sabor é bem sutil.
3. PARBOILIZADO: esse tipo é pré-cozido, o que lhe dá um sabor diferente. Seu preparo é a jato.
4. VERMELHO: sua cor vem da película que o envolve. Tem sabor rústico e vai bem com pratos regionais brasileiros, risotos e carnes brancas
5. NEGRO, OU PRETO: também é rico em fibras, por isso ajuda a chapar a barriga. Além de ser um manancial de vitaminas, tem sabor amendoado e combina com peixes e carnes. Conheça os tipos do cereal que aparecem com mais frequência no prato do brasileiro
6. BRANCO POLIDO: é o mais comum nas mesas brasileiras. Mas, por passar pelo processo de refino, perde grande parte de suas fibras e vitaminas.
7. ARBÓREO: possui maior concentração de amido e, por isso, costuma ser usado em risotos, deixando-os mais cremosos. Absorve como nenhum outro o sabor dos condimentos.
8. INTEGRAL: é necessário muito líquido e mais tempo de cozimento para que ele fique no ponto. Vale a pena: é rico em fibras e ótima fonte de proteínas, minerais e vitaminas.
Lúcia Nascimento
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