terça-feira, 20 de agosto de 2013

7 atitudes para se sentir poderosa e conseguir tudo o que você quer


 
Está comprovado: uma mulher feliz e autoconfiante consegue o que quer. Quer ser uma delas? nós vamos ajudar você a ficar mias segura de si e bonita tomando pequenas atitudes!
1. Levante a cabeça A primeira impressão conta, sim: bastam 30 segundos para que a outra pessoa forme uma opinião a seu respeito, dizem os especialistas. Nessa hora, um dos pontos mais importantes a seu favor (ou contra você) é a sua postura. Costas retas, ombros abertos e queixo erguido são a imagem do sucesso. E o bom é que isso não muda só a maneira como os outros a veem, mas como você se enxerga também. A postura correta afeta os pensamentos e aumenta a confiança. Sentir-se segura de verdade é meio caminho andado para o mundo ver você como uma mulher poderosa.

2. Garra e autoestima direto da academia Quando você decide fazer uma atividade física, pode nem saber, mas vai se sair melhor em todos os desafios do escritório. "A primeira coisa que muda é a autoestima, já que a aluna melhora suas formas e sua postura. Em seguida, começa a ficar mais perseverante, afinal um corpo firme e bonito não se conquista do dia para noite, é preciso persistir nos abdominais, nas repetições", explica Bianca Bertotti Bueno, personal trainer da academia Clube 3 e da Bueno Corpore, em São Paulo. Essa experiência que você adquire nos aparelhos leva para o escritório. Você não vai desistir de um projeto, mesmo que a situação lhe pareça pouco favorável. A garra que você usa para terminar a sua série de glúteos também será empregada para acabar com aquele relatório que parece não ter fim.

3. Conquiste com o olhar Na hora da sedução ou em uma entrevista de trabalho, deixe de lado o olhar fixo, aquele que seca a pessoa à sua frente. Não é ele que entrega o seu verdadeiro poder. Também não vale olhar para baixo, é claro. "Conversar encarando a outra pessoa pode parecer agressivo e deixá-la intimidada, enquanto olhar por cima do ombro ou para os lados o tempo todo demonstra tédio ou desinteresse", fala Mônica Portella. Escolha o meio-termo: fazer contato visual é obrigatório, mas você deixa a coisa mais natural lançando os olhos para outra parte do rosto do interlocutor e para os lados de vez em quando.

4. Aposte no make Acredite: para cada mulher existe um produto de beleza perfeito e um estilo de maquiagem capaz de realçar o que ela tem de melhor. A promotora de eventos Tatiana Barbieri, 34 anos, descobriu isso há pouco tempo. "Só passei a me maquiar quando comecei a trabalhar com festas", conta. "Ficava sem graça de receber os convidados de cara lavada e fui começando devagar: primeiro rímel e gloss, depois um blush, delineador... Hoje, sou apaixonada por make e não me reconheço sem." A brincadeira de ler revistas de beleza, fuçar blogs na internet sobre o assunto, experimentar cosméticos de várias marcas e testar looks na frente do espelho mexeu com a autoestima da moça. "Estou mais vaidosa, me visto melhor e saio mais à noite. Também virei referência para as minhas amigas, que não saem para a balada sem me perguntar o que eu acho da produção."

5. Transforme o tédio em melodia E quando não se tem naturalmente essa habilidade? Eis aí o primeiro desafio que lançamos a você: adotar uma das diversas técnicas que estimulam o otimismo e acreditar que pode substituir ideias negativas por positivas. Você pode apostar em uma psicoterapia, independentemente da linha que seja, investir num personal coaching (que trabalha com motivação) ou recorrer à neurolinguística. Seja qual for o método escolhido, essa virada implica modificar o modo de enxergar o mundo. "É importante entender que aquilo que você pensa é apenas uma interpretação da realidade e não a verdade absoluta", afirma José Roberto Leite, professor de medicina comportamental, também da Unifesp. Por isso, pessoas otimistas e pessimistas podem ter a mesma rotina, mas enquanto uma percebe as coisas boas, a outra vai dar mais valor ao momento ruim - e quanto mais você reclama, mais fica paralisada diante do que é ruim, em vez de se movimentar para transformar o que está incomodando.

6. Seja dona da sua agenda Tudo bem voltar a sua atenção para a carreira. Tudo bem pensar muito em trabalho. Mas você não pode ser engolida por todos os seus compromissos e perder o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. "Se você não consegue mais tempo para fazer as coisas que gosta muito, fique alerta. Uma carreira só pode se consolidar se você também estiver presente com a sua família e seus amigos. É nesses momentos que você se renova e ganha força para superar qualquer obstáculo. Renuncie a um compromisso quando julgar necessário. Você não vai perder sua credibilidade por isso. Pelo contrário, ao ser dona da sua vida, às vezes você ganha mais força para a batalha no escritório", explica Dieter Brepohl, diretor-presidente da Lapinha, clínica e spa naturista.

7. Sorria, sorria, sorria... Procure rir mais. Está provado: o bom humor desencadeia um processo químico no organismo, liberando as endorfinas (também chamadas de hormônios da felicidade), que provocam sensação de euforia. O resultado? A melhora de todas as defesas do organismo. E tem mais, quem sorri mais, tem mais amigos. Outro bom motivo para abrir o sorrisão.

BOA FORMA

Saiba como se proteger da infecção urinária

 
Dor, ardência e urgência para urinar, incômodo no baixo ventre e, em alguns casos, sangue na urina. Você até pode não ter se deparado com esses sintomas, mas certamente tem uma amiga que já enfrentou uma infecção urinária - metade das mulheres passa por esse problema pelo menos uma vez na vida. Não resta dúvida, estamos mais suscetíveis a essa doença: para cada homem, existem 20 mulheres com esse tipo de infecção.

O que nos fragiliza é o nosso design. Para entender como nossa anatomia joga contra nós, precisamos saber como a contaminação acontece. Na maioria dos casos (cerca de 95%) é provocada por uma bactéria chamada Escherichia coli, presente normalmente na flora intestinal e, consequentemente, ao redor do ânus e no períneo (área entre o ânus e a vagina). No intestino, essa bactéria é inofensiva, mas quando ela invade as vias urinárias a coisa complica. Aí é que entra a fragilidade da anatomia feminina. A vagina fica a pouquíssimos centímetros do ânus. A uretra, canal que leva o xixi da bexiga até a vagina, é curtinha, quando comparada com a dos rapazes. A nossa mede de 3 a 4 centímetros, enquanto a deles tem mais de 10 centímetros. Com essa configuração, a bactéria que está no períneo chega mais facilmente na uretra, porta de entrada para a infecção. Da uretra para a bexiga, onde a doença começa, é um pulo!

Quando o caso complica

Recentemente, um fato chocou o país: a morte da modelo capixaba Mariana Bridi, 20 anos. Ela sofreu uma infecção generalizada, chegou a ter as mãos e os pés amputados, e tudo começou com uma infecção urinária. "A doença é simples e fácil de ser tratada, mas se não for cuidada pode, sim, complicar", diz Luiz Estevam Ianhez, nefrologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. O caso da modelo não é comum, ela foi infectada por uma bactéria atípica e o quadro evoluiu de maneira surpreendente. Porém, uma cistite, também chamada de infecção urinária baixa, mal tratada pode evoluir para uma pielonefrite, ou infecção urinária alta, caso muito mais grave porque ataca o rim, órgão vital do corpo, causando febre e dor lombar, entre outros sintomas. Nesse caso, a internação hospitalar é necessária.

O que favorece a contaminação?

A cistite não é transmissível, ou seja, você não pega de outra pessoa. Como ela é provocada por uma bactéria que existe normalmente na flora intestinal, alguns fatores podem colaborar para a infecção. "Uma flora vaginal saudável, com pH ácido, ajuda a proteger a região. Se existe algum desequilíbrio nas bactérias protetoras da vagina, você fica mais suscetível à doença", explica Fernando Almeida. E sabe o que pode alterar a sua flora? Uso de espermicidas, ejaculação do parceiro, sucos muito ácidos (como de laranja, limão e abacaxi) e diminuição de estrogênio (o que normalmente acontece na menopausa).

Como tratar a doença?
Se você está com os sintomas de cistite, precisa se tratar. "Não vale o remédio da amiga nem ficar tomando analgésico. A bactéria só acaba mesmo com antibiótico", explica Fernando Almeida, professor de urologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). É preciso procurar um médico e realizar um exame de urina para verificar qual é a bactéria responsável pelo problema. Uma vez medicada, os sintomas, tão desagradáveis, desaparecem em cerca de dois dias. Mas é preciso continuar tomando o antibiótico de acordo com a prescrição do médico, mesmo se não tiver mais nenhum sintoma.

Água, água e mais água
Tomar bastante líquido reduz o risco de contaminação, pois a água "lava" o sistema urinário. "Quanto mais vezes você enche e esvazia a bexiga, menor a probabilidade de a bactéria se instalar", diz Edilson Ogeda, ginecologista do Hospital Samaritano de São Paulo. Outro cuidado que o especialista recomenda é fazer xixi depois do ato sexual. "Se durante a atividade alguma bactéria do períneo se aproximou da uretra, um jato forte de urina ajuda a eliminar a invasora", explica o ginecologista.

E se a cistite voltar
Não é porque você curou a doença que ela nunca mais vai voltar. Pela anatomia feminina, como falamos no início da reportagem, o risco de contaminação sempre existe. Das mulheres que tiveram cistite uma vez, 25% voltam a se contaminar. "Ter até duas cistites por ano não é motivo de preocupação", diz Luiz Estevam. Mas há mulheres que têm uma infecção seguida de outra. "No caso de recidivas frequentes, avaliamos o funcionamento do aparelho urinário da paciente para verificar se há algum problema anatômico, como uma válvula que não funciona direito", diz Fernando Almeida. Outra hipótese, mais comum, é que as vítimas constantes da cistite têm um tipo de mucosa, tanto da vagina como da uretra, que favorece a aderência da bactéria e com isso a contaminação. Aqui, a fragilidade é hereditária e, certamente, há outras pessoas na família com o mesmo problema. Se for o seu caso, vale consultar um médico que pode sugerir alguns tratamentos para evitar as repetições. Se uma cistite incomoda bastante, várias ao ano atrapalham muito mais.

Tire suas dúvidas!

Sempre que começo um relacionamento, tenho cistite. Por quê? Luana, por e-mail
Segundo a Organização Mundial da Saúde, as três maiores carências nutricionais do mundo são ferro, vitamina A e iodo. Confira agora se você está devendo algum deles ao seu organismo

Sou toda cuidados com a minha higiene, mas vivo com a infecção. Silmara, por e-mail
"A doença não está relacionada com falta de higiene. Isso é um mito que precisa acabar", diz Fernando Almeida. Porém, depois de fazer xixi, é recomendado secar a vagina de frente para trás. No sentido inverso, você pode trazer bactérias do períneo para a vagina.

Se eu beber bastante água, posso curar a minha cistite? Fernanda, por e-mail
Não. O tratamento é feito com o uso de antibióticos. "Com água, você pode até evitar a doença, mas, para acabar com a bactéria, é preciso tomar remédio", diz Edilson Ogeda, ginecologista.

Marjorie Umeda

Saiba como usar a pílula do dia seguinte


A pílula do dia seguinte é assunto cercado de polêmicas e inseguranças.

As dúvidas mais frequentes

Como a pílula deve ser tomada? Existem dois tipos. Um deles vem em dose única e o outro são dois comprimidos (um ingerido logo após a relação e outro após 12 horas). Seja qual for o tipo, deve ser usado no máximo 72 horas após a relação sexual. Quanto mais tempo demorar, menor será a eficácia.

A pílula funciona como um abortivo? Não. Ela age antes que a gravidez ocorra. Se a fecundação ainda não aconteceu, o medicamento vai dificultar o encontro do espermatozoide com o óvulo. Agora, se a fecundação já tiver ocorrido, irá provocar uma descamação do útero, impedindo a implantação do ovo fecundado. Caso o ovo já esteja implantado, ou seja, já tenha iniciado a gravidez, a pílula não tem efeito algum.

Preciso de receita médica para comprar a pílula?
Sim. Embora seja possível adquiri-la nas farmácias sem prescrição. No entanto, mesmo que você dispense a receita, procurar por orientação antes é indispensável. Só um ginecologista poderá dar certeza de que o medicamento é indicado para o seu caso.

Ela pode causar efeitos colaterais? Sim. O mais frequente deles é a alteração no ciclo menstrual e do tempo de ovulação. Em outras palavras, vai ficar impossível calcular seu período fértil e o dia da sua menstruação será um verdadeiro enigma. Além disso, dor de cabeça, sensibilidade nos seios, náuseas e vômitos são sintomas comuns. No caso de vômito ou diarreia nas duas primeiras horas após a ingestão, a dose deve ser repetida. Quem tem organismo sensível a medicamento e está tomando a pílula com indicação médica deve pedir a indicação de um remédio contra enjoos para tomar ao mesmo tempo.

Existe contraindicação? A pílula é contraindicada para quem sofre de alguma doença hematológica (do sangue), vascular, é hipertensa ou obesa mórbida. Isso porque a grande quantidade de hormônio pode provocar pequenos coágulos no sangue que obstruem os vasos.

Se eu tomar repetidas vezes, ela perde o efeito? Ela não perde o efeito, mas o risco de você engravidar aumenta. Normalmente, ele já é de 15% se você tomar depois de 24 horas de transar, contra uma média de 0,1% da pílula anticoncepcional comum.

Posso trocar a camisinha pela pílula? Nem pense nisso. A pílula deve ser tomada apenas quando o método contraceptivo escolhido falha. Além de apresentar efeitos colaterais muito mais severos que a pílula comum, e ser bem mais cara, o contraceptivo de emergência não a protege das doenças sexualmente transmissíveis. Contra elas, só mesmo a boa e conhecida camisinha.

A pílula do dia seguinte é também um método contraceptivo? Não. Como o próprio nome diz, ela deve ser usada em casos excepcionais e não como um anticoncepcional de rotina, como muitas mulheres estão fazendo. A dose alta de hormônio do medicamento, cerca de 20% a mais do que o existente em uma drágea de anticoncepcional, aumenta o risco de efeitos colaterais.

Mesmo tomando essa pílula é possível engravidar? Sim. Como todo método, há risco de falha. Como já foi dito, quanto mais cedo a pílula for tomada, maior a sua eficácia.

O uso pode afetar o aparelho reprodutor? Pode. A curto prazo causa uma verdadeira revolução na produção hormonal da mulher. Já, a longo prazo, depende da quantidade de vezes que a pílula do dia seguinte foi usada. Quanto mais, maiores os riscos. Caso ocorra a gestação ectópica, a mulher poderá perder uma trompa e isso dificultará uma futura gestação.

Ao utilizá-la, estarei protegida até a chegada da menstruação? Não. Terá se protegido somente da relação que aconteceu antes de ter tomado a pílula.


Monique dos Anjos e Mariliz Jorge

Ressaca: não caia nessa armadilha

Beber demais não é saudável nem elegante. Mas se acontecer de você sair da linha é bom saber: não há uma solução capaz de eliminar o álcool do organismo de uma vez só, evitando os sintomas pós-noitada. As receitinhas populares podem aliviar o enjoo e a dor de cabeça, mas a nutróloga Tamara Mazaracki, do Rio de Janeiro, e os hepatologistas Mônica Viana e Tércio Genzini, ambos de São Paulo, avisam: nem todas funcionam.


Por que faz mal beber de estômago vazio?
Sem outro alimento no estômago para digerir, o organismo absorve a bebida rapidamente, fazendo com que você sinta os efeitos do álcool logo nos primeiros goles. Então, sempre coma algo leve (uma fatia de pão integral com peito de peru, por exemplo) antes de beber e, se possível, durante. Mas evite petiscos picantes junto com a bebida, pois a pimenta irrita a mucosa do estômago piorando um sintoma comum quando você exagera no número de drinques: a gastrite do dia seguinte.

Tomar uma colher de azeite antes e depois de beber ameniza a ressaca?
Sim, especialmente o azeite extravirgem. Rico em ácidos graxos essenciais, ele protege o fígado dos efeitos danosos do álcool, além de forrar a mucosa do estômago, reduzindo a absorção da bebida. Outros óleos com esse potencial: coco, macadâmia e abacate.

Por que devo tomar água junto com a bebida?
A água dilui a concentração de álcool, amenizando seu poder de desidratar o organismo. O ideal é intercalar a bebida com goles de água, consumindo pelo menos um copo.

Bebidas alcoólicas de boa qualidade não dão ressaca?
As bebidas de qualidade inferior tendem a ter muito corante ou ingredientes que potencializam o efeito do álcool, intensificando os sintomas da ressaca: dor de cabeça, enjoo, confusão mental... Mas, pior que uma bebida ruim é exagerar na dose, ultrapassando a quantidade de álcool que o fígado é capaz de processar.

Remédios antiressaca funcionam?
Eles podem aliviar o enjoo ou a dor de cabeça. Mas não são capazes de acelerar o processo do fígado para eliminar as toxinas do álcool.

Café ou banho frio cortam os efeitos do álcool?
São estratégias que estimulam o sistema nervoso central, reduzindo sutilmente a sensação de moleza e cansaço. O café também ajuda a reorganizar a confusão mental provocada pela bebida.

Misturar bebida faz diferença?
Sim, quanto mais tipos de bebida você misturar, pior será a ressaca. Evite esse tipo de alquimia principalmente com os destilados (uísque, cachaça, vodca), que têm um teor alcoólico alto.

Beber mais uma dose pela manhã cura ressaca?
A ressaca é sinal de que o fígado não está dando conta da bebida consumida na noite anterior. Beber mais só vai piorar a situação.

Por que às vezes fico mal mesmo bebendo pouco?
As mulheres são pouco resistentes ao álcool (bem menos que os homens). Na TPM, por causa das alterações hormonais, esse limite é ainda menor e você não precisa chegar até o fim do primeiro copo para sentir os efeitos da bebida.

No dia seguinte, devo comer pouco?
Depois de abusar da bebida, é importante desintoxicar o organismo com uma dieta leve, à base de verduras, legumes e, especialmente, frutas. A frutose acelera a metabolização do álcool e a eliminação das toxinas. Também é bom beber bastante água, água de coco, chá e suco.

Fazer exercício alivia a moleza pós-noitada?
Mexer o corpo aumenta a circulação, acelerando a eliminação das toxinas do álcool. Mas pegue leve na intensidade para não ficar ainda mais desidratada, e beba bastante líquido.
do das peles sensíveis.

  Débora Nunes

Para ficar linda e relaxada


Você pode nunca ter ouvido falar em pranaterapia, mas não é à toa que o método é febre entre as cariocas: a terapia, que veio do Oriente, usa a energia vital (prana) para restabelecer a saúde física e mental, melhorar os relacionamentos, aliviar o stress e tem até seus desdobramentos na beleza. “Por meio do equilíbrio energético, a beleza interior se manifesta no corpo físico, e isso explicapor que é possível tratar excesso de peso, retenção de líquidos, compulsão a doce e até casos de acne e queda de cabelo com a terapia”, fala Cristina Lunardi, coordenadora do Instituto Pranaterapia, no Rio de Janeiro. Uma sessão dura, em média, 40 minutos e é dividida em três etapas:
Avaliação do campo energético. Usando a sensibilidade das mãos, o terapeuta percebe onde há excesso, falta, bloqueio ou estagnação de energia.

Limpeza e desobstrução. A energia é trabalhada nos chacras congestionados para liberar o fluxo energético.

Energização. De acordo com o objetivo do tratamento, um conjunto de chacras, órgãos, glândulas e tecidos recebem energia de uma qualidade específica (calmante, revigorante, refrescante, regeneradora) para acelerar as reações bioquímicas envolvidas no processo de recuperação ou equilíbrio do corpo.

 Marcia Di Domenico / Colaborou Yara Achôa

Sombra prata: o jeito certo de usar a nova aposta da temporada

Ela até ganhou fama de deixar a
maquiagem pouco sofisticada (para não dizer brega!), mas depois que apareceu nos desfiles das grifes Chanel e Dior voltou a ser tendência. Mas atenção: a sombra prata da vez é metalizada, sem glitter. "Por se tratar de uma cor fria e bastante luminosa, reserve-a para produções noturnas", fala o maquiador Rosman Braz, do salão 1838, de São Paulo. Aplique a cor em toda a pálpebra móvel e finalize com máscara para cílios e delineador pretos, sem fazer um degradê de cores com outro tom de sombra, como era usado antigamente. Combine com batom rosa-claro ou nude, de preferência sequinho. Confra opções modernas de sombra prata para você entrar na moda.


 Bianca Iaconelli

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

O que é diabetes gestacional?


Assim como a diabetes comum, a diabetes gestacional causa níveis elevados de açúcar no sangue e, como em qualquer tipo de diabetes, é preciso controlar a quantidade de açúcar circulante. Os sintomas da diabetes gestacional nem sempre são fáceis de reconhecer. Felizmente, esse tipo de diabetes não permanece depois do término da gravidez. Os níveis de açúcar no sangue retornam ao normal pouco após o nascimento do bebê.

Acredita-se que a diabetes gestacional seja causada, em parte, por hormônios liberados durante a gravidez. Esses hormônios dificultam a produção ou utilização da quantidade necessária de insulina pelo corpo da mãe. Isso ocorre em mulheres que nunca tiveram diabetes, mas que, durante a gravidez, têm elevados níveis de açúcar no sangue. Esse problema afeta aproximadamente 18 por cento de todas as grávidas. Além de afetar a mãe, afeta também a saúde do bebê.

Como a gravidez gestacional afeta o bebê?

A diabetes gestacional acomete a mãe no final da gravidez, por isso, ela não causa os defeitos de nascimento que podem ocorrer no bebê de uma mãe que já sofria de diabetes antes de engravidar. A grande quantidade de açúcar que passa da mãe para o bebê pode fornecer a ele muito mais energia do que seu organismo necessita, fazendo com que esta energia extra leve-o a crescer mais do que o normal. Esses bebês podem ter danos no rosto e nos ombros durante o nascimento, nascimento prematuro, problemas respiratórios, baixo nível de açúcar no sangue (devido ao fato de seu corpo produzir uma grande quantidade de insulina), icterícia, maior risco de obesidade infantil e um alto risco de desenvolver a diabetes tipo 2 mais tarde.

Fatores de risco
 
Qualquer grávida pode desenvolver a diabetes gestacional, mas há alguns fatores que aumentam esse risco. As mulheres que apresentam um maior risco de desenvolver esse tipo de diabetes são as que estão acima dos 25 anos de idade, têm histórico pessoal ou familiar de qualquer tipo de diabetes, tiverem dado à luz a um bebê com mais de quatro quilos, tiveram um bebê natimorto sem qualquer explicação ou são muito obesas. As mulheres que não são da raça branca também têm risco maior de desenvolver esse tipo de diabetes. Algumas das consequências para a mãe são um maior risco de apresentar pressão alta durante a gravidez, uma maior possibilidade de desenvolver a diabetes gestacional em outra gravidez e um maior risco de desenvolver a diabetes tipo 2.

Tratamento
 
O controle da diabetes gestacional é normalmente feito por meio de dieta e exercícios. Um médico ou uma nutricionista pode ajudar a grávida a preparar uma dieta que mantenha baixo o nível de açúcar no sangue. Um plano de atividades físicas também pode ser preparado para ajudar a gestante a reduzir os níveis de açúcar. Normalmente, é necessário realizar testes diários de glicose para verificar se o nível de açúcar está próximo ao de uma grávida que não tem diabetes gestacional. Em alguns casos, o médico pode também prescrever a administração de insulina para ajudar a controlar a glicemia. A insulina só deve ser tomada se for prescrita por um médico. Se você já teve diabetes gestacional, é bom fazer exames de sangue periódicos para verificar o nível de açúcar, pois há um risco maior de você desenvolver a diabetes tipo 2.

A melhor maneira de cuidar da diabetes gestacional é ter uma atitude proativa. Fale com seu médico a respeito dos fatores de risco e faça os exames. Siga as recomendações médicas. Se a diabetes for diagnosticada, siga o tratamento prescrito pelo médico para assegurar o melhor resultado para você e para o bebê.
Michelle Schultz.
Michelle Schultz.

Michelle Schultz.

Michelle Schultz.
Michelle Schultz.

O que é diabetes gestacional?
Assim como a diabetes comum, a diabetes gestacional causa níveis elevados de açúcar no sangue e, como em qualquer tipo de diabetes, é preciso controlar a quantidade de açúcar circulante. Os sintomas da diabetes gestacional nem sempre são fáceis de reconhecer. Felizmente, esse tipo de diabetes não permanece depois do término da gravidez. Os níveis de açúcar no sangue retornam ao normal pouco após o nascimento do bebê.

Acredita-se que a diabetes gestacional seja causada, em parte, por hormônios liberados durante a gravidez. Esses hormônios dificultam a produção ou utilização da quantidade necessária de insulina pelo corpo da mãe. Isso ocorre em mulheres que nunca tiveram diabetes, mas que, durante a gravidez, têm elevados níveis de açúcar no sangue. Esse problema afeta aproximadamente 18 por cento de todas as grávidas. Além de afetar a mãe, afeta também a saúde do bebê.

Como a gravidez gestacional afeta o bebê?
A diabetes gestacional acomete a mãe no final da gravidez, por isso, ela não causa os defeitos de nascimento que podem ocorrer no bebê de uma mãe que já sofria de diabetes antes de engravidar. A grande quantidade de açúcar que passa da mãe para o bebê pode fornecer a ele muito mais energia do que seu organismo necessita, fazendo com que esta energia extra leve-o a crescer mais do que o normal. Esses bebês podem ter danos no rosto e nos ombros durante o nascimento, nascimento prematuro, problemas respiratórios, baixo nível de açúcar no sangue (devido ao fato de seu corpo produzir uma grande quantidade de insulina), icterícia, maior risco de obesidade infantil e um alto risco de desenvolver a diabetes tipo 2 mais tarde.

Fatores de risco
Qualquer grávida pode desenvolver a diabetes gestacional, mas há alguns fatores que aumentam esse risco. As mulheres que apresentam um maior risco de desenvolver esse tipo de diabetes são as que estão acima dos 25 anos de idade, têm histórico pessoal ou familiar de qualquer tipo de diabetes, tiverem dado à luz a um bebê com mais de quatro quilos, tiveram um bebê natimorto sem qualquer explicação ou são muito obesas. As mulheres que não são da raça branca também têm risco maior de desenvolver esse tipo de diabetes. Algumas das consequências para a mãe são um maior risco de apresentar pressão alta durante a gravidez, uma maior possibilidade de desenvolver a diabetes gestacional em outra gravidez e um maior risco de desenvolver a diabetes tipo 2.

Tratamento
O controle da diabetes gestacional é normalmente feito por meio de dieta e exercícios. Um médico ou uma nutricionista pode ajudar a grávida a preparar uma dieta que mantenha baixo o nível de açúcar no sangue. Um plano de atividades físicas também pode ser preparado para ajudar a gestante a reduzir os níveis de açúcar. Normalmente, é necessário realizar testes diários de glicose para verificar se o nível de açúcar está próximo ao de uma grávida que não tem diabetes gestacional. Em alguns casos, o médico pode também prescrever a administração de insulina para ajudar a controlar a glicemia. A insulina só deve ser tomada se for prescrita por um médico. Se você já teve diabetes gestacional, é bom fazer exames de sangue periódicos para verificar o nível de açúcar, pois há um risco maior de você desenvolver a diabetes tipo 2.

A melhor maneira de cuidar da diabetes gestacional é ter uma atitude proativa. Fale com seu médico a respeito dos fatores de risco e faça os exames. Siga as recomendações médicas. Se a diabetes for diagnosticada, siga o tratamento prescrito pelo médico para assegurar o melhor resultado para você e para o bebê.

Traduzido e adaptado por wagner Vitor do original What exactly is Gestational Diabetes?, de Michelle Schultz.
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Michelle Schultz

Michelle Schultz é professora do Ensino Fundamental, graduada em Psicologia e Sociologia, mãe de dois filhos e gosta de esportes e atividades com os filhos.

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O que é diabetes gestacional?
Assim como a diabetes comum, a diabetes gestacional causa níveis elevados de açúcar no sangue e, como em qualquer tipo de diabetes, é preciso controlar a quantidade de açúcar circulante. Os sintomas da diabetes gestacional nem sempre são fáceis de reconhecer. Felizmente, esse tipo de diabetes não permanece depois do término da gravidez. Os níveis de açúcar no sangue retornam ao normal pouco após o nascimento do bebê.

Acredita-se que a diabetes gestacional seja causada, em parte, por hormônios liberados durante a gravidez. Esses hormônios dificultam a produção ou utilização da quantidade necessária de insulina pelo corpo da mãe. Isso ocorre em mulheres que nunca tiveram diabetes, mas que, durante a gravidez, têm elevados níveis de açúcar no sangue. Esse problema afeta aproximadamente 18 por cento de todas as grávidas. Além de afetar a mãe, afeta também a saúde do bebê.

Como a gravidez gestacional afeta o bebê?
A diabetes gestacional acomete a mãe no final da gravidez, por isso, ela não causa os defeitos de nascimento que podem ocorrer no bebê de uma mãe que já sofria de diabetes antes de engravidar. A grande quantidade de açúcar que passa da mãe para o bebê pode fornecer a ele muito mais energia do que seu organismo necessita, fazendo com que esta energia extra leve-o a crescer mais do que o normal. Esses bebês podem ter danos no rosto e nos ombros durante o nascimento, nascimento prematuro, problemas respiratórios, baixo nível de açúcar no sangue (devido ao fato de seu corpo produzir uma grande quantidade de insulina), icterícia, maior risco de obesidade infantil e um alto risco de desenvolver a diabetes tipo 2 mais tarde.

Fatores de risco
Qualquer grávida pode desenvolver a diabetes gestacional, mas há alguns fatores que aumentam esse risco. As mulheres que apresentam um maior risco de desenvolver esse tipo de diabetes são as que estão acima dos 25 anos de idade, têm histórico pessoal ou familiar de qualquer tipo de diabetes, tiverem dado à luz a um bebê com mais de quatro quilos, tiveram um bebê natimorto sem qualquer explicação ou são muito obesas. As mulheres que não são da raça branca também têm risco maior de desenvolver esse tipo de diabetes. Algumas das consequências para a mãe são um maior risco de apresentar pressão alta durante a gravidez, uma maior possibilidade de desenvolver a diabetes gestacional em outra gravidez e um maior risco de desenvolver a diabetes tipo 2.

Tratamento
O controle da diabetes gestacional é normalmente feito por meio de dieta e exercícios. Um médico ou uma nutricionista pode ajudar a grávida a preparar uma dieta que mantenha baixo o nível de açúcar no sangue. Um plano de atividades físicas também pode ser preparado para ajudar a gestante a reduzir os níveis de açúcar. Normalmente, é necessário realizar testes diários de glicose para verificar se o nível de açúcar está próximo ao de uma grávida que não tem diabetes gestacional. Em alguns casos, o médico pode também prescrever a administração de insulina para ajudar a controlar a glicemia. A insulina só deve ser tomada se for prescrita por um médico. Se você já teve diabetes gestacional, é bom fazer exames de sangue periódicos para verificar o nível de açúcar, pois há um risco maior de você desenvolver a diabetes tipo 2.

A melhor maneira de cuidar da diabetes gestacional é ter uma atitude proativa. Fale com seu médico a respeito dos fatores de risco e faça os exames. Siga as recomendações médicas. Se a diabetes for diagnosticada, siga o tratamento prescrito pelo médico para assegurar o melhor resultado para você e para o bebê.

Traduzido e adaptado por wagner Vitor do original What exactly is Gestational Diabetes?, de Michelle Schultz.
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Michelle Schultz é professora do Ensino Fundamental, graduada em Psicologia e Sociologia, mãe de dois filhos e gosta de esportes e atividades com os filhos.

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