segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Pesquisadores desenvolvem anti-inflamatório

Cientistas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da USP (Universidade de São Paulo) estão desenvolvendo um anti-inflamatório proveniente do óleo da copaíba, árvore encontrada em todo o Brasil, mas com maior concentração na Amazônia.

Os índios brasileiros já utilizavam o óleo como remédio antes da chegada dos portugueses e, ainda hoje, é muito fácil encontrá-lo em feiras ou lojas de produtos naturais ou fitoterápicos.

Segundo informações da Agência USP de Notícias, o óleo tem propriedades anti-inflamatória, antimicrobiana e cicatrizante. Por enquanto, ao menos a primeira foi comprovada há alguns anos pelo estudo da USP, coordenado pelo professor Osvaldo de Freitas, que atualmente pesquisa a formulação de um medicamento à base da planta.

Freitas explica que, mesmo após comprovada a capacidade anti-inflamatória, há muitos passos antes de produzir algo que possa ser comercializado.

- Medicamento é diferente de remédio. Como remédio, o óleo de copaíba já é usado, mas medicamento precisa passar por vários testes científicos, ser registrado pela Anvisa.

A formulação do medicamento, desenvolvida em parceria com a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e com a Health, empresa farmacêutica privada da cidade de Indaiatuba, já foi aprovada para uso em animais e deve começar a ser testada em seres humanos (testes clínicos) em breve, assim que houver financiamento.

Fiscalizações

Freitas acredita que dentro de quatro ou cinco anos o produto poderá ser comercializado — fatores como financiamento para os estudos e a autorização dos órgãos competentes influenciarão no processo. Isso porque a fabricação em escala comercial de um medicamento dependeria da atividade extrativista. Porém, como a extração do óleo pode ser feita sem derrubar as árvores, o professor garante que não causaria nenhum dano.

- O impacto ambiental é positivo porque é um incentivo para que as florestas fiquem de pé e continuem fornecendo a matéria prima.

Cabe ao Ibama, além de avaliar o impacto ambiental, decidir se o medicamento estaria na categoria de Patrimônio Genético e de Conhecimento Tradicional Associado, mecanismo criado para evitar a biopirataria. Se for julgado assim, parte do lucro obtido com a venda do produto iria para a comunidade de produtores do óleo da região amazônica.

Depois que o desenvolvimento do anti-inflamatório for concluído, o grupo de pesquisa continuará estudando o óleo de copaíba, mas para tentar comprovar sua característica antimicrobiana.


R7 Saúde

Será que é integral?

E o que é um alimento realmente orgânico? Esses produtos estão cada vez mais presentes na mesa de quem busca um modo de vida saudável. Mas nem sempre o que está estampado nos rótulos pode corresponder à realidade

Eles tomaram de assalto as prateleiras dos grandes supermercados. A oferta de alimentos integrais e orgânicos aumenta a olhos vistos no Brasil. Mas, antes de colocar um desses produtos no carrinho, vale se indagar: será que é integral mesmo? E como ter certeza de que uma carne é realmente orgânica? Para começo de conversa, são considerados integrais aqueles grãos e cereais, como arroz, trigo e aveia, que não passam por um processo de refinamento. Dessa forma, como a casca e a película não são descartadas, preserva-se boa parte dos nutrientes e das fibras. “Eles agem como uma vassourinha no nosso organismo”, diz a nutricionista Maria Aquimara Zambone, da Divisão de Nutrição e Dietética do Ambulatório do Hospital das Clínicas de São Paulo. Em outras palavras, incluir essas opções no cardápio ajuda a reduzir os níveis de colesterol, permite controlar as taxas de açúcar no sangue e contribui para o emagrecimento.

O problema é que não há nenhum tipo de regra sobre a fabricação desses produtos no país, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. E por causa da falta de parâmetros cada empresa adota os critérios que bem entender. A Wickbold, marca líder no mercado, baseiase numa resolução já revogada pela Anvisa que, em suma, define o pão integral como aquele “preparado (...) com farinha de trigo e farinha de trigo integral ou fibra de trigo e ou farelo de trigo”. Sandra Sernaglia, gerente de marketing da empresa, reconhece que a definição é meio vaga. “Utilizamos a farinha de trigo refinada, fortificada com ferro e ácido fólico e incorporamos a fibra de trigo”, diz ela.

O grupo Bimbo, das marcas Pullman, Vita Plus e Nutrella, segue os preceitos da Whole Grains Council, organização que certifica por meio de um selo produtos integrais nos Estados Unidos. De acordo com suas normas, a massa do pão integral deve conter 51% de farinha... integral. A falta de regras específicas no setor é algo possível de ser resolvido. “Uma mobilização da sociedade civil pode levar às autoridades uma proposta efetiva”, acredita a advogada Mariana Ferraz, do Instituto de Defesa do Consumidor, o Idec.


Saúde é Vital

Filhos podem piorar alimentação dos pais, diz pesquisa

É comum ouvir pessoas dizerem que os hábitos alimentares dos pais influenciam os dos filhos, certo? E, de acordo com um estudo da Universidade de Reading, na Inglaterra, os casais com crianças são mais propensos a refeições não-saudáveis em comparação com os que não as têm. A equipe de cientistas constatou que pares sem filhos comem quase 1,5 kg a mais de frutas e hortaliças em uma quinzena. Os pais compram menos carne e estocam mais leite, laticínios, cereais e batata.

O pesquisador Richard Tiffin disse ao jornal Daily Mail que um dos motivos para lançarem mão de dietas desbalanceadas é o fato de a garotada não ser fã de frutas e hortaliças. Outra razão é a falta de tempo para preparar alimentos e escolhê-los nos mercados.


Terra Saúde

Vitamina D e Sol diminuem risco de câncer de mama

Segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. E, de acordo com uma pesquisa francesa, uma dieta com fontes de vitamina D combinada à exposição solar (que também produz vitamina D) pode reduzir o risco da doença.

Cientistas do Centro de Investigação em Epidemiologia e Saúde da População acompanharam 67.721 pessoas do sexo feminino entre 41 e 72 anos ao longo de uma década. Suas dietas e os níveis de raios ultravioletas de onde viviam foram levados em consideração. Até o fim do período de análise, 2871 desenvolveram a patologia.

A equipe constatou que habitar regiões com maiores níveis de raios UV está associado a uma probabilidade menor (de quase 10%) de ter o problema em comparação com quem está em locais com taxas menores de UV. Mas o maior efeito protetor foi observado na associação de elevada radiação ultravioleta e mais consumo de vitamina D (alimentos ou suplementos). As chances são até 43% menores. Dieta rica em vitamina D, mas sem sol, não trouxe benefícios.

O pesquisador Pierre Engel disse ao jornal Daily Mail que é importante lembrar do crescimento do risco de câncer de pele ao mencionar o sol. Mas afirmou que acredita que o aumento dos níveis de vitamina D por exposição razoável ao sol (tomando as precauções necessárias) e alimentos específicos deva ser incentivado.

Testes sugerem que a vitamina D possa ter uma série de efeitos anticâncer, como retardar a propagação das células doentes. O levantamento mostrou que cerca de 45% da vitamina D referente à alimentação das voluntárias veio de peixes e frutos do mar, 16% de ovos, 11% de produtos lácteos, 10% de óleos e margarinas, e 6% de bolos.



Terra Saúde

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

É possível comer tudo no Natal sem sair da dieta

Natal é época de fartura à mesa. Todas aquelas comidas deliciosas, que você evitou durante o ano, estão ali prontas para serem saboreadas. E depois de andar na linha por tanto tempo, você acaba se dando este presente: poder comer tudo.

Mas para não ficar com peso na consciência no dia seguinte, o conselho das nutricionistas é evitar os exageros e fazer trocas inteligentes, que não perdem o sabor, mas são menos calóricas. Dois exemplos básicos são a rabanada e o panetone light que têm cerca de 100 calorias a menos do que suas versões originais.

Assim, você não precisa tirar da sua ceia a farofa da vovó com farinha de mandioca e bacon que você tanto gosta. É só controlar a quantidade. É possível comer alimentos calóricos em pequenas porções. E não é porque você optou pelo panetone light que pode comer o dobro do que comeria, aí você está na verdade aumentando e não diminuindo as calorias ingeridas. Para não perder a mão,

Se você estiver disposto a enfiar o pé na jaca no Natal, só na ceia você pode consumir facilmente mais de 3 mil calorias. É só pegar um pouquinho de tudo e não controlar a ingestão de bebidas alcoólicas.

Mas se, em vez de comer uma salada de maionese com batata, que tem, em 5 colheres de sopa (190g), 290 calorias, você pode optar por uma salada Waldorff de 176 kcal ou um salpicão de frango com iogurte de 170 kcal. Esta é uma das dicas da nutricionista Daniela Jobst. Ela aconselha ainda trocar a farofa da vovó de farinha de mandioca com bacon de 483 calorias por uma farofa de linhaça com passas e damasco seco de 314 kcal.

Carnes

Quanto às carnes, você deve dar preferência para o chester e o peru, menos calóricos. “Sugerimos lascas de peru. O peixe pode ser introduzido tranquilamente na ceia substituindo a carne suína, por exemplo, altamente calórica”, diz Magda Maria Britto dos Santos, supervisora de nutrição da Maternidade Pro Matre Paulista. A endocrinologista Ellen Paiva acrescenta: "Lombo, chester e peru são carnes bem magras e deixam as ceias mais leves. As carnes mais tradicionais, como o pernil, também podem fazer parte desse cardápio, o que não podemos é exagerar nas porções".

Lembre-se ainda de não regar as carnes com gordura enquanto assam e de não comer a pele, altamente calórica e com muita gordura. O arroz a grega é uma boa pedida, com poucas calorias, e melhor ainda se for feito com arroz integral.

Frutas e doces

As frutas secas são a cara do Natal e, embora nutritivas, são também bastante calóricas. “Apesar de serem calóricas, essa categoria de alimentos é rica em Ômega 9 ou gordura monoinsaturada que contribui para o perfil lipídico do HDL, conhecido popularmente como colesterol bom”, explica Britto. Também são alimentos que combatem os radicais livres, por serem ricas em flavonoides, substância antioxidante e anti-inflamatória que previne problemas cardíacos.

Uma dica de Paiva é utilizá-las na preparação de outros alimentos como salpicão com nozes, lombo com damasco, arroz com amêndoas, para "manter a tradição sem um consumo calórico tão alto".

Na sobremesa, o ideal é trocar doces por frutas, mas para não ficar sem experimentar um panetone ou a rabanada a solução é escolher versões menos calóricas. A rabanada light, por exemplo, é feita no forno e não usa leite condensado e com isto consegue ter 130 calorias, menos da metade das 300 calorias da versão original.

Já nos panetones, é preciso conferir as calorias na embalagem e abrir mão do chocotone de 330 calorias (por fatia de 80g), por um panetone de frutas que já tem 280 kcal, ou sua versão light que pode chegar a 210 calorias.

É importante lembrar das frutas e não comer só as sobremesas que utilizam leite condensado e creme de leite na sua composição. Paiva indica que as gelatinas podem ser utilizadas como alternativa. "Podemos, também, servir um banquete de frutas ou utilizá-las como base de algumas preparações com sorveres e iogurtes".

A uva e a melancia são ideias, tem vitaminas, e ainda são agradáveis ao paladar por ser naturalmente doce e refrescante. “A uva é rica em antioxidantes que contribuem para a eliminação dos radicais livres do organismo”, lembra Britto.

Bebidas

As bebidas no Natal são um capítulo à parte e escondem grande quantidade de calorias. Para as bebidas sem álcool, aposte nos refrigerantes light e diet, com zero açúcar e poucas calorias. Deixe a bebida alcoólica para o brinde, uma taça de 125 ml têm 110 calorias.

"Além disso, consumindo um aperitivo alcoólico, nós apuramos o paladar e comemos mais. Se pensarmos apenas no valor calórico, a cerveja é a mais indicada, mas aí está o grande engano, pois, em geral, bebemos muito mais volume e calorias quando consumimos fermentados como a cerveja em relação às bebidas destiladas", ressalta Paiva.

Os coquetéis são outro grande perigo, já que utilizam ingredientes muito calóricos como açúcar e leite condensado além do álcool.


Uol Saúde

4 marcas de panetone e uma pergunta: qual é mais saudável?

Resistir a ele é impossível. Presente no café da manhã e nas ceias, o panetone conquista o paladar de quem ama as tradições de Natal e também das pessoas que adoram uma novidade - recheios diferentes, massa salgada e até combinações com sorvete aparecem à mesa. Tanta paixão ao ganha ainda mais adeptos com a redução de gordura trans nos alimentos: desde 2009, a Organização Pan-Americana da Saúde estabeleceu que qualquer alimento processado, incluindo o panetone, deve ter no máximo 5% de gordura trans sobre o total de gorduras. Com tantas marcas e tantos sabores diferentes nas gôndolas, no entanto, fica difícil tomar uma decisão. Por isso, fomos atrás das características das marcas mais procuradas e avaliamos as quantidades de calorias, gorduras e sódio. Lembrando que os valores aqui colocados correspondem a um pedaço médio de panetone (80 gramas).

Qual é o mais calórico?

As gotas de chocolate são mais calóricas do que as frutas cristalizadas. Mas há diferenças que extrapolam esta divisão básica.

Panetone de Frutas Cristalizadas

Com uma diferença pequena, o panetone vencedor no quesito "menos calórico" é o da Bauducco, com 280kcal por fatia. O da Nestlé tem 284 e o da Visconti, mais calórico, 292kcal.

Panetone Gotas de Chocolate

A marca menos calórica é o da Nestlé, com 326kcal. Em segundo lugar a Visconti com 340kcal. Bauducco vem por último, com 354kcal.

Panetone Trufado

Os trufados da Cacau Show apresentam entre 280 e 300 calorias, ou seja: em alguns casos, ele tão calórico quanto um panettone de frutas cristalizadas e menos calórico que os de gotas de é chocolate das outras marcas.

Veja:
Tradicional: 283kcal
Nozes: 284kcal
Maracujá: 282kcal
Avelã: 301kcal
Creme de Cereja: 284kcal

Fique alerta com as gorduras!

Uma coisa é certa: todos os tipos de panetone, de todas as marcas, têm uma taxa de gordura alta. Principalmente de gordura saturada, responsável pelo aumento do colesterol ruim (LDL). No que diz respeito à gordura trans, os valores das marcas analisadas são nulos, exceto os trufados da Cacau Show (com cerca de 1,1g de trans por fatia).

Panetone de Frutas Cristalizadas

O panetone frutas da Bauducco tem 11g de gorduras totais, dividas em 4,8g de gordura saturada; 5g de monoinsaturada e 1,2g de poliisaturada. Já a versão de frutas da Nestlé tem 11g de gorduras totais, sendo 4,6g de gorduras saturadas e os outros 6,4g não especificados. Porém, a marca Visconti é a que tem menos gordura: 10g de gorduras totais, sendo 3,2g saturadas, 3,8 monoinsaturadas e 3g poliinsaturadas.

Panetone Gotas de Chocolate

O chocotone da Bauducco tem 18g de gorduras totais dividas em: 7,1g de gorduras saturadas; 6g de gorduras monoinsaturadas e 4,6g de poliinsaturadas. A Visconti tem 1g grama a menos de gorduras totais que o chocotone Bauducco, portanto 17g, sendo 5,4g saturadas, 5,4g monoinsaturadas e 6g poliinsaturadas. O chocotone da Nestlé dessa vez é o que tem menos: 16g de gorduras totais, porém tem 7,4g de gorduras saturadas, mais que a outras. Os outros valores não são especificados na embalagem.

Panetone trufado

O panetone trufado tradicional da Cacau Show possui 14g de gorduras totais, sendo 7g de gorduras saturadas e 1,1g de gordura trans. O panetone trufado de avelã da Cacau Show tem 16g de gorduras totais, sendo 8g de gorduras saturadas e 1,6g de gordura trans. Já o trufado de creme de cereja tem 14g de gorduras totais, sendo 8g gorduras saturadas e 1,1g gordura trans. O trufado de maracujá tem 13g de gorduras totais, sendo 7g gorduras saturadas e 1,1g gordura trans. E o de nozes possui 14g de gorduras totais, sendo 8g gorduras saturadas e 1,1g gordura trans.

Muita atenção com as quantidades de sódio!

O sódio exerce no nosso corpo a função de regular o ritmo cardíaco e o volume de sangue, por isso, se for consumido em excesso, pode ser o principal culpado na incidência de doenças cardiovasculares, como hipertensão e infarto. Quando se fala em hipertensão, automaticamente pensamos em sal, que é a nossa principal fonte de sódio. Porém, o sódio está presente em diversos alimentos, inclusive nos panetones. Se você multiplicar o valor do sódio no rótulo do produto por 2,5 obterá a quantidade de "sal" que você está ingerindo. Comer um alimento com 500mg de sódio, por exemplo, equivale a ingerir 1,25 g de sal.

Panetone de Frutas Cristalizadas

Os panetone da Nestlé e da Visconti possuem 130mg de sódio. O da Bauducco é o que tem menos: 124mg.

Panetone Gotas de Chocolate

Mais uma vez os da Nestlé e da Bauducco têm os mesmos valores: 110mg. Porém, dessa vez, ficam atrás da marca Bauducco, com 112mg de sódio por fatia de chocotone.

Panetone trufado

Os panetones trufados da Cacau Show são os que possuem menos sódio dentre todas as marcas citadas. Confira a quantidade por sabor:
Tradicional: 76mg
Nozes: 83mg
Avelã: 78mg
Creme de Cereja: 83mg
Maracujá: 82mg

A melhor escolha

1. Para emagrecer: panetone de frutas cristalizadas Visconti OU chocotone Nestlé

O panetone Visconti tem a menor quantidade de gorduras: são 10 gramas de gordura total, sendo 3 delas de poliinsaturadas (as mais benéficas para o corpo). Mas, para quem torce o nariz só de pensar em frutas cristalizadas, invista no chocotone Nestlé. Ele tem a menor quantidade de gorduras, 16 gramas ao todo. Cuidado com o panetone trufado: as 283 calorias,reúnem 14 gramas de gordura, sendo 1,1 de gordura trans (que não aparece nas outras marcas).

2. Para controlar a pressão alta: panetone trufado tradicional Cacau Show OU no panetone de frutas cristalizadas Visconti

O panetone da Cacau Show tem 283 calorias e apenas 76 mg de sódio, um dos grandes responsáveis pela hipertensão. Entretanto, esta versão perde no quesito gordura, com 14 gramas, sendo 7 g de saturada e 1,1 de - fuja! - gordura trans. Se o seu problema de pressão alta está relacionado ao excesso de peso ou a problemas cardíacos, aposte no da Visconti que, além de ser o menos calórico e gorduroso, é o segundo que contém menos sódio, com 92 mg no total.

3. Para diminuir a taxa de colesterol: panetone de frutas cristalizadas Visconti

Controlar as taxas de colesterol já é difícil sem ingerir comidas gordurosas ou calóricas - e o desafio só aumenta quando a alimentação oferece estas ameaças. O panetone Visconti tem a menor quantidade de colesterol e também baixo índice de gorduras.

Atenção ao diabetes!

As dificuldades com o controle da taxa de glicose pedem atenção redobrada. Os produtos que analisamos contêm açúcar, alguns em grande quantidade. Você pode também apostar numa receita caseira de panetone, trocando o açúcar por adoçante em pó dietético.

Minha Vida