terça-feira, 15 de junho de 2010

Ajuste a sua sala de TV para assistir aos jogos da copa

A sala da TV vira arquibancada com o Brasil em campo na Copa do Mundo. Família e amigos se reúnem tentando encontrar a melhor posição para assistir aos jogos.

Por um lado, o clima de descontração e a adrenalina levam a torcida ao delírio e tornam o dia ainda mais agradável, por outro, o senta, levanta e se arruma para tentar assistir aos jogos pode causar dores no corpo e, se a sua sala não está adaptada para receber tantas pessoas e para a exposição à televisão por muito tempo, a situação pode ficar ainda pior.

"Ficar sentado com o corpo torto por muito tempo ou se acomodar em um sofá irregular, podem dar chance para as dores lombares", explica a fisioterapeuta Neuseli Marino Lamari.

Sofá ideal
Segundo a fisioterapeuta, deve-se evitar sofás, cadeiras ou poltronas muito baixas ou muito altas, ou seja, que não proporcionem o apoio dos pés adequado no solo e a postura ereta da coluna. "Outro cuidado são os bancos sem encosto que expõem mais facilmente a quedas para trás", explica a fisioterapeuta.

Recomenda-se também, verificar se os assentos estão seguros. "Situações de instabilidade das estruturas dos assentos em época de entusiasmo exigem segurança para evitar acidentes e consequentes traumatismos com a coluna, braços e
Alongamento já
O alongamento também vai variar de acordo com o tempo de exposição à determinada posição, mas quando falamos em esticar os músculos é importante que as principais cadeias musculares sejam alongadas.

"Todo alongamento deve começar a ser feito da cabeça para os pés ou dos pés para a cabeça, para que o indivíduo não se esqueça de nenhuma parte do corpo", explica Raul Santo, fisiologista do esporte da Unifesp.

Distância da TV
Outro problema para quem fica horas exposto à televisão é a proximidade. Quanto mais próximo dela, mais as chances de forçar a visão. Se a TV for de alta resolução ou 3D, é melhor manter distância para não alterar o labirinto e ficar tonto. "Além do problema de postura, outro aspecto importante é a posição da televisão na sala. A altura e a distância são fundamentais para evitar problemas de visão e tontura. Com estas novas tecnologias o problema se agrava um pouco porque forçam mais a visão e podem comprometer a noção de espaço por alterar o labirinto", explica a oftalmologista Rachel Gomes Nery, da Cerpo Oftalmologia.

"O tamanho da TV também influencia no conforto visual. Salas maiores, por exemplo, podem ser equipadas com telões, deixando os jogos ainda mais emocionantes. Afaste os móveis de lugar", sugerem as arquitetas Grasiele Forini e Gabriela Meletti. Quanto menor a quantidade de móveis na sala, melhor, assim mais pessoas podem ocupar o espaço.

"Utilize outras peças da casa para acomodar os convidados, lembrando que mesas de apoio devem permanecer para comes e bebes. Um tapete confortável ou almofadas são uma boa pedida para quem gosta de sentar no chão. Nessas horas as pessoas não se importam muito de ficar amontoadas, o importante é estar entre amigos e comemorar", diz a arquiteta Gabriela Meletti. Minha Vida

domingo, 13 de junho de 2010

Dependentes de sexo lutam para se livrar da compulsão

“Eu chegava a sair com seis ou sete mulheres em uma só noite. Enquanto não acabasse o dinheiro, a adrenalina, até eu ficar exaurido, eu não parava. Depois, sentia uma grande culpa e depressão.” O relato é do representante comercial Galego (nome fictício), de 46 anos, que há sete faz tratamento contra a compulsão sexual em São Paulo.

O drama dele é o de muitos que vivem no anonimato. Caracteriza a chamada dependência do sexo ou disfunção sexual. Pessoas que, à procura da satisfação da libido, com parceiros ou não, perdem o controle. Galego conta que pagou tanto para ter prostitutas, bebidas e drogas que faliu. “Em 26 anos, gastei R$ 1 milhão com a compulsão.”

Histórias da vida real foram parar na ficção. Na novela da TV Globo Passione, Maitê Proença é Stela, uma mulher casada que tem fissura por homens mais jovens. Faz sexo com eles sem querer saber seus nomes ou marcar o próximo encontro. Em Caminho das Índias, a personagem Norminha, interpretada por Dira Paes, amava o marido, mas não tinha o menor pudor em traí-lo com um monte de desconhecidos.

“A pessoa não tem controle sobre o desejo sexual. É a necessidade de buscar mais prazer, mais parcerias. Isso pode ser através do sexo ou da masturbação”, explica o psiquiatra Alexandre Saadeh, especialista em sexualidade humana.

Com as redes sociais, o problema se agrava. “Tem gente que passa o dia inteiro programando atividades sexuais e a internet é ótima para isso”, afirma o médico, que faz parte do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo e dá aulas na PUC-SP. O estudante Leonardo (nome fictício), de 29 anos, até tentou, mas não gostou da experiência do sexo virtual.

“Você se decepciona porque as pessoas não são o que dizem. Teclam com você e com outras tantas ao mesmo tempo”, diz o rapaz. Para preencher o vazio de um relacionamento amoroso ruim, Leonardo, que é homossexual, buscou parceiros fora de casa. Isso começou há oito anos. “Olhava para um cara na rua e saía com ele ou transava com gente que encontrava em baladas GLS”, admite.

Segundo Leonardo, podiam ser cinco pessoas por semana ou duas por dia. “Eu estava totalmente perturbado, sem autoestima. Saía para ouvir dos outros que era bonito, elegante, gentil. Era o que eu não tinha no meu relacionamento”, conta ele, que há dois anos namora, se diz feliz e “equilibrado”.

Ajuda no DASA
Mesmo assim Leonardo continua a frequentar a entidade Dependentes de Amor e Sexo Anônimos (DASA). A filosofia deles é a mesma da dos Alcoólicos Anônimos (AA). Pessoas se reúnem em sessões periódicas para compartilhar os problemas. São as partilhas. Tudo é na base do diálogo e na premissa de que “só por hoje” o dependente será uma pessoa melhor, sem recaídas.

No caso do DASA, os dramas são relacionados à compulsão pelo sexo, pelo prazer ou insatisfações nos relacionamentos amorosos. “Cheguei lá e vi gente com problemas iguais aos meus. Eu me confortava em saber que não estava sozinho, que não havia preconceito e, sim, muito respeito”, afirma Leonardo sobre o DASA.

As reuniões são uma parte do “tratamento”, que é gratuito e dispensa remédios. A programação foca nos 12 passos, espécie de mandamentos que podem ajudar no processo de recuperação. Eles sugerem que os dependentes admitam o problema, rezem e até façam um “destemido inventário moral” delas mesmas para tentar reparar o mal que possam ter feito a outros. “Nossa finalidade é fazer com que a pessoa se relacione melhor com ela e com os outros de forma saudável”, explica Galego, um dos porta-vozes da entidade.

De acordo com o site do DASA, as reuniões acontecem em quatro endereços da capital paulista. Em agosto, Galego acumula sete anos de DASA e de histórias. “Tenho um companheiro de sala que se masturba 40 vezes por dia. Até sangrar. É muito difícil. Você quer parar e não consegue.” Galego afirma que, graças ao apoio que encontrou na entidade, recuperou “muitas áreas” de sua vida, como o relacionamento com a filha e dinheiro.

“Quando a pessoa chega ao DASA está detonada. Depois, começa a progredir e se afasta. Aí podem vir as recaídas”, completa Galego, que acredita ser difícil haver uma cura definitiva. A doutora em psicologia pela PUC-SP Ana Maria Zampieri concorda. “Não existe cura. Existe estar em abstinência da compulsão para o resto da vida”, atesta ela, que publicou livros sobre o tema da sexualidade.

Para Ana Maria, a busca incontrolável pelo prazer tem explicações “biológicas, psicológicas e socioculturais”. Situações de abandono ou abuso sexual na infância podem desencadear o problema. “As crianças abusadas se tornam adultos carentes, que misturam carinho, atenção com sexo. Buscam exaustivamente preencher um vazio que não vai ser satisfeito com o sexo.” O distúrbio ainda pode afetar pessoas muito tímidas, que não conseguem se relacionar.

O funcionário público de São Paulo Fabiano (nome fictício), de 41 anos, conta que foi abusado sexualmente por sua babá aos 3 anos de idade. Acredita que isso influenciou no seu comportamento no futuro. Em 1999, ele disse "estar no auge" da compulsão. "Eu não conseguia ficar um dia sem sexo. Saía antes e depois do trabalho para procurar mulheres", revela ele, que gastava dinheiro com garotas de programa.

Fabiano chegou a colocar anúncios em jornais para arrumar namorada e diz que sempre foi um menino "muito carente" e, por isso, procurava prostitutas para suprir isso. Quando se casou pela primeira vez, aos 20 anos, pareceu ter encontrado a parceira ideal. "A gente chegava a ter 20 relações por dia." Hoje, casado novamente, o funcionário público se diz controlado e aliviado em não ter mais a síndrome da abstinência sexual. "Sentia dores no corpo, calor excessivo, irritação e insônia."

Proad
Há outro caminho para tratar a compulsão sexual: a psicoterapia. O Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), oferece essa ajuda. Os médicos criaram o Ambulatório de Tratamento do Sexo Patológico em 1994. “As pessoas têm devaneios, ficam imaginando o sexo de maneira que não conseguem desligar e a perda de controle é que define a dependência”, conta o psiquiatra Aderbal Vieira Júnior, do Proad.

Segundo ele, o problema atinge tanto homens e mulheres casados como solteiros. Seja de vida pacata seja de vida promíscua. “Tem gente que vai à sauna gay e passa o fim de semana lá. Tive um paciente que fez isso e transou com 80 pessoas”, relata Vieira Júnior. “A pessoa faz quando quer, como quer e com quem quer.” G1 SP

Dieta rica em carne pode antecipar menstruação, diz estudo

Uma pesquisa da Universidade de Brighton, na Grã-Bretanha, sugere que meninas que têm uma dieta rica em carne podem começar a menstruar antes que outras crianças.

Os pesquisadores compararam as dietas de mais de 3 mil meninas de 12 anos e descobriram uma ligação entre a menstruação antecipada e o alto consumo de carne aos três anos de idade (mais do que oito porções por semana) e aos sete anos (mais de 12 porções por semana).

No artigo, publicado na revista especializada Public Health Nutrition, os pesquisadores afirmaram que a dieta rica em carne pode preparar o corpo para a gravidez, desencadeando a puberdade antecipada.

"Carne é uma boa fonte de zinco e ferro, requisitos que são altos durante a gravidez", disse a coordenadora do estudo, Imogen Rogers, da Universidade de Brighton.

"Uma dieta rica em carne pode ser vista como indicativo de condições nutricionais adequadas para uma gravidez bem sucedida", acrescentou.

Os cientistas pesquisaram meninas de 12 anos e oito meses, separando-as em dois grupos: as que já tinham começado a menstruar e as que ainda não tinham menstruado.

Ao comparar as dietas destas meninas nas idades de três, sete e dez anos, eles descobriram que o consumo de carne em idade precoce estava fortemente ligado com a menstruação antecipada.

As chances de se ter a primeira menstruação aos 12 anos de idade eram 75% maiores entre aquelas que comiam mais carne aos sete anos.

A menstruação antecipada está ligada ao aumento no risco do desenvolvimento de câncer de mama, possivelmente devido ao fato de estas mulheres estarem expostas a níveis mais altos de estrogênio durante suas vidas.

Mas os pesquisadores destacam que não há necessidade de as meninas cortarem a carne de suas dietas e sim moderar nas quantidades.

Na pesquisa, as meninas de sete anos que se encaixavam na categoria de maior consumo de carne comiam realmente grandes quantidades do alimento, eles afirmaram.

Peso
Ao longo do século 20, a média de idade na qual as meninas iniciam a menstruação caiu dramaticamente e agora dá sinais de estabilização.

Isto se deve a uma melhora na nutrição e ao crescente nível de obesidade, que tem impacto nos hormônios.

Embora as descobertas do estudo atual sejam independentes da questão do peso, o estudo confirma pesquisas anteriores ao mostrar que garotas mais pesadas tendem a menstruar mais cedo.

No entanto, para Imogen Rogers, o peso não pode ser o único fator que influi neste fato, já que a média de idade da primeira menstruação não variou necessariamente com os níveis de obesidade.

Ken Ong, endocrinologista pediátrico do Conselho Britânico de Pesquisa Médica, afirmou que no último século ocorreram "grandes mudanças" no momento em que ocorre a primeira menstruação.

Ong acrescentou que a ligação com o consumo de carne é "plausível".

"Isto não está relacionado a um tamanho maior do corpo, mas pode estar relacionado a um efeito mais direto da proteína da dieta nos níveis de hormônio", afirmou. Yahoo/BBC Brasil

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Vergonha do corpo diminui vida sexual, diz pesquisa

Apesar da maior liberdade sexual conquistada ao longo de meio século, as mulheres agora travam uma guerra privada, que acontece no quarto, mas apenas entre elas e o espelho.

Uma pesquisa realizada pela revista 'Cosmopolitan', na Inglaterra, com mais de 3 mil mulheres, entre 18 e 40 anos, revela que a vergonha do próprio corpo é um dos principais fatores que impedem o exercício de uma vida sexual saudável. Curvas de mais ou de menos ocupam o topo das preocupações, mas reclamações sobre os parceiros também diminuem a frequência das relações. Veja os principais motivos:

Três em cada quatro entrevistadas se sentem constrangidas com as formas do seu corpo, principalmente com a flacidez das coxas e o volume da barriga.

1.Muitas afirmaram que se sentem fora de forma e acham que têm muitas curvas.

2.73% afirmaram não se sentir sensual o suficiente para o parceiro.

3.Entre as que já tiveram filhos, a vergonha de marcas resultantes do período da gestação, como estrias, foi a principal preocupação apontada.

4.Três em cinco mulheres pesquisadas admitem fingir o orgasmo com freqüência.

5.1% das mulheres descreveu sua vida sexual como um desastre.

6.Quatro em 10 mulheres afirmaram não manter tantas relações e gostariam de incrementar sua vida sexual.

7.Entre as que já traíram os parceiros, um terço admitiu ter se arrependido depois.

8.Aparência e dinheiro contam menos do que valores na hora de escolher um parceiro, para mais de metade das entrevistadas.

9.A falta de higiene masculina foi apontada como o principal fator que faz as mulheres desistirem do sexo, quando pensam exclusivamente nos parceiros.

10.Outros itens desmotivadores descritos na pesquisa foram homens com mamas desenvolvidas, barriga de cerveja e excesso de pelos nas costas. Terra Saúde

Companhia de amigas ajuda mulheres a perder peso

As mulheres costumam estar sempre com as amigas, seja para fazer compras, ir ao banheiro retocar a maquiagem (e fofocar), passear. Pois esse costume pode ajudar até a perder mais peso, de acordo com uma pesquisa do Reino Unido. Segundo o estudo, é mais fácil emagrecer se amigas fazem dieta e praticam exercícios juntas.

O levantamento, encomendado pela companhia de seguro de carro especializada em mulheres, a Diamond, contou com 3 mil entrevistadas. Em média, pessoas do sexo feminino perdem mais de 3,5 kg quando têm amigas dispostas a comer de forma saudável e a colocar o corpo em ação ao mesmo tempo, como informou o jornal Daily Mail. Enquanto isso, um quinto das que optam por fazer as pazes com a balança não alcança o objetivo.

Encontrar energia necessária para suar a camisa desacompanhada foi considerado quase impossível por 61% das voluntárias, que gostam de correr ou nadar com uma colega e admitiram que assim se esforçam mais. Mais da metade das mulheres disseram que tentar eliminar quilos a mais em conjunto melhorou o relacionamento de amizade, pois além de malhar, elas falam sem parar durante as atividades físicas.

A companhia também incentiva outros hábitos em um terço das pesquisadas: a compra de equipamentos de exercícios para treinar e usar sempre maquiagem durante o exercício. Viva Saúde/Terra Saúde

64% das universitárias brasileiras estão insatisfeitas com o corpo

Quase dois terços das universitárias brasileiras não estão satisfeitas com seu corpo.

A conclusão é de pesquisa que avaliou 2.402 alunas – todas da área da saúde – de 37 instituições das cinco regiões do país.

Quase metade das entrevistadas com peso ideal também gostaria de ser mais magra.

O trabalho ouviu alunas do 1º e 2º anos dos cursos de enfermagem (59% do total), psicologia (15%), farmácia (12%), fisioterapia (9%), biomedicina (2%) e fonoaudiologia (1%).

A avaliação da satisfação corporal foi feita por meio da escala de silhuetas de Stunkard, uma ferramenta consagrada em pesquisas da área que traz nove figuras retratando formas corporais diferentes. Do total nacional, 64,4% das universitárias desejavam ser mais magras. Mesmo entre as eutróficas (com índice de massa corporal adequado), 47,8% escolheram figuras menores do que a figura que, em sua opinião, melhor representava seu corpo atual.

Curiosamente, as estudantes escolheram como saudáveis figuras maiores que as ideais.

Diferenças regionais
Para a figura ideal, as estudantes do Norte escolheram as menores e as do Centro-Oeste, as maiores.

A maior diferença entre as figuras atual e ideal foi encontrada no Norte e a menor, no Centro-Oeste.

“Não esperávamos verificar essa discrepância maior no Norte. Nossa primeira hipótese é que fosse pior em São Paulo e no Rio”, disse ao G1 Marle Alvarenga, nutricionista da Universidade de São Paulo.

A pesquisa foi conduzida por Marle e por Sonia Philippi, Barbara Lourenço, Priscila Sato e Fernanda Scagliusi, especialistas da USP (Instituto de Psiquiatria e Faculdade de Saúde Pública) e da Universidade Federal de São Paulo (Departamento de Ciências da Saúde, campus Baixada Santista).



‘É uma pressão minha’
No caso de Natália Chaves, estudante de Relações Públicas na PUC de Campinas (SP) com 22 anos, 1,63 de altura e 65 quilos, a vontade de mudar começou cedo, aos 17 anos. “Eu era magrelinha, engordei 18 quilos, perdi peso, mas nunca voltei ao que era antes. Hoje em dia eu tento emagrecer por estética e por saúde. Sou nova e tenho colesterol alto”, conta.

“O meu ideal de peso seria uns 12 quilos abaixo. Não é uma pressão dos outros. É uma pressão minha. Meu marido não acha que eu deva perder muito peso.”

A universitária não vê sua preocupação como algo incomum. “Se você pegar 90 meninas da minha sala, todas lindas, todas vão querer mudar alguma coisa no corpo. Eu não sou gorda. Mas há muitas amigas minhas que eu adoraria ter a barriga de uma, a perna de outra, o cabelo de outra. As comparações são inevitáveis.”
G1