domingo, 28 de março de 2010

Um estudo detectou que as mulheres loiras apresentam uma postura mais guerreira e determinada diante dos problemas do cotidiano

LOIRA BURRA, que nada! Um estudo da Universidade da Califórnia sobre agressividade e confiança, coordenado por Aaron Sell, detectou que as mulheres loiras apresentam uma postura mais guerreira e determinada diante dos problemas do cotidiano. E mais: a pesquisa, para a qual foram analisadas 156 estudantes da instituição californiana, confirmou que este grupo de mulheres realmente faz mais sucesso entre os homens, é mais bem-tratado e mais disposto a "ir à guerra". E, para que a concorrência não diga que tudo isso é besteira, outro trabalho, feito pela psicóloga Catherine Salmon, da Universidade de Redlands, também da Califórnia, traz resultados semelhantes aos de Aaron, ao concluir que as loiras têm mais confiança nas próprias qualidades.

Revistaum

7 filmes emocionantes que abrem uma boa oportunidade para você ensinar valores aos seus filhos

Mr. Holland - Adorável Professor

. A história
Glen Holland (Richard Dreyfuss) dá aulas de música, mas não consegue fazer os alunos gostarem do assunto. O caldo entorna no dia em que ele descobre que tem um filho surdo. Para pagar o tratamento de saúde do menino, o professor terá de fazer a escolha mais importante da vida.

. Converse com seu filho
Tomar decisões e superar barreiras são habilidades essenciais para todos nós.
Blink - Num Piscar de Olhos

. A história
Após anos de espera, Emma Brody (Madeleine Stowe) recupera a visão numa cirurgia que tem um estranho efeito colateral: ela passa a enxergar tudo com um dia de atraso. O que seria um problema pode ajudar a polícia a desvendar assassinatos.

. Converse com seu filho
Se a visão não funciona direito, nosso corpo trata de aguçar o tato, a audição, o olfato e o paladar.


O Milagre de Anne Sullivan

. A história
Anne Sullivan (Anne Bancroft) tenta ensinar uma garota cega, surda e muda a se comunicar com o mundo. Mas o percurso está cheio de obstáculos. O maior deles é a própria família da menina, que nunca a tratou como uma criança normal.

. Converse com seu filho
Quando somos determinados em nossos objetivos, não desanimamos facilmente com as primeiras dificuldades do caminho.

Ray

. A história
Baseada na trajetória do pianista Ray Charles (Jamie Foxx), ela mostra como ele ficou cego e encontrou o dom da música.

. Converse com seu filho
Quando todos nos fecham as portas, a família abre uma janela.

Meu Pé Esquerdo

. A história
Nascido com paralisia cerebral, Christy Brown (Daniel Day-Lewis) resolve escrever usando o pé. Aos poucos, ele constrói uma família.

. Converse com seu filho
Quem batalha pelo que acredita vai mais longe.

Perfume de Mulher

. A história
Cansado da cegueira, Frank Slade (Al Pacino) resolve curtir um final de semana antes de se suicidar. Mas uma nova amizade muda tudo.

. Converse com seu filho
Mesmo pessoas difíceis podem trazer grandes ensinamentos.

O Segredo de Beethoven

. A história
Inspirada na vida do compositor Ludwig van Beethoven (Ed Harris), conta como ele contorna a surdez quase total e cria a Nona Sinfonia.

. Converse com seu filho
Dividir responsabilidades torna as coisas mais leves.

Mdemulher

sábado, 27 de março de 2010

sexta-feira, 26 de março de 2010

Vitamina D é essencial para os jovens

Pena que ela ande em falta entre nossos adolescentes, como revela uma pesquisa capitaneada por duas grandes universidades brasileiras. Essa deficiência pode comprometer o desenvolvimento da moçada e favorecer inúmeras doenças. Felizmente, dá para reverter a situação. Saiba o que é preciso fazer.

Um banho de sol vale muito mais do que um belo bronzeado. Os raios do astro rei também garantem a dose certa de vitamina D, substância fundamental para o crescimento do esqueleto, sobretudo na adolescência. Mas um trabalho da Universidade de São Paulo em parceria com a Universidade Federal de São Paulo alerta: os níveis dessa vitamina estão aquém do desejável nos adolescentes. No estudo, que foi finalista do IV Prêmio SAÚDE!, a nutricionista Bárbara Peters, da USP, e seus colegas da Unifesp Lígia Martini e Mauro Fisberg analisaram as taxas do nutriente em um grupo de 136 jovens de Indaiatuba, no interior paulista.

Com idade entre 12 e 18 anos, todos os voluntários teens estavam com a saúde em dia. Mas no quesito vitamina D os resultados foram preocupantes: 62% dos avaliados apresentaram níveis baixos do nutriente, uma incidência espantosamente alta para um país ensolarado como o Brasil. “Talvez essa carência se justifique porque as pessoas adotaram hábitos que diminuem seu tempo ao ar livre”, especula Lígia Martini. E com a moçada não é diferente. Em uma era em que a diversão muitas vezes se resume ao bate-papo na internet e aos jogos de videogame, milhares de jovens preferem a comodidade do quarto a uma aventura a céu aberto.

IMPRESCINDÍVEL PARA OS JOVENS
“A vitamina D é importantíssima na adolescência, época em que há um maior desenvolvimento ósseo”, afirma Bárbara Peters. É aí que ocorre o chamado estirão, período que define a estatura de um indivíduo. Isso só é possível porque a tal da vitamina retém e armazena cálcio e fósforo no sangue. Ela atua no intestino, onde regula a absorção daqueles minerais (veja o infográfico na página seguinte). Assim, o corpo não precisa buscá-los nos ossos, poupando o esqueleto e mantendo-o sempre forte.

A vitamina D ainda dá um reforço ao sistema imune, participando da produção de proteínas antibacterianas. Sem contar que estimula o pâncreas a fabricar insulina, cuja missão é botar o açúcar para dentro das células. Isso garante o controle da glicose e, de quebra, mantém longe o diabete, que, sim, está aparecendo cada vez mais na juventude. Sem contar que o nutriente desempenha um papel nobre nos rins. Lá, inibe a ação de uma enzima conhecida como renina, que está envolvida na secreção de um hormônio capaz de levar a pressão arterial para as alturas.

A receita para a garotada desfrutar de toda essa blindagem proporcionada pela vitamina D é simples e gratuita: são necessários apenas alguns minutos de exposição ao sol (veja o quadro à esquerda). Mas você, pai ou mãe, com certeza deve se questionar: os raios solares são acusados de favorecer males como o câncer de pele, certo? Certíssimo. Mas, para prevenir essa ameaça, basta incentivar seu filho a se valer do protetor solar. “O uso do produto não impede a síntese do nutriente”, garante o dermatologista Marcus Maia, da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, vencedor do Prêmio SAÚDE! em 2008.

O fato é que não existem muitas alternativas ao sol quando o assunto é vitamina D. Alguns alimentos até fornecem pitadas da substância, caso de peixes como salmão e sardinha. Em meados de 1930, alguns países europeus começaram a fortificar pães, manteiga e afins com o nutriente. Essa medida foi tão eficaz que deu um fim ao raquitismo, carência da vitamina que provoca uma mineralização insuficiente dos ossos. O problema é que, passado algum tempo, o processo de suplementação deixou de ser monitorado e uma quantidade excessiva da vitamina foi acrescida ao leite, deflagrando casos de intoxicação em adolescentes. Resultado: a fortificação ficou meio de escanteio em quase todo o mundo, inclusive no Brasil.

De qualquer forma, rechear o cardápio da garotada com as parcas fontes da vitamina D disponíveis nas gôndolas dos supermercados não deixa de ser uma boa pedida — alguns especialistas acreditam que 10% do valor diário recomendado de ingestão da vitamina, algo em torno de 1,5 micrograma ou três copos de 250 mililitros de leite integral, seja obtido por meio da alimentação. Tudo para que o futuro da saúde do seu filho seja ensolarado. Saúde é Vital

quinta-feira, 25 de março de 2010

Esquizofrenia: é uma doença sim!

Preconceitos injustificados estigmatizam, mas a evolução dos medicamentos permite hoje tratamento ambulatorial.

A esquizofrenia é hoje uma doença incompreendida. O tratamento refere-se a um conjunto de transtornos que abrange os mais complexos e assustadores sintomas encontrados na pratica clinica. Calcula-se que cerca de um a dois por cento da população sofre desse mal e até há bem pouco tempo o medo o medo e o receio eram exagerados , pelo fato de a patologia ser considerada incurável, representando uma sentença de vida em desespero e miséria em algum hospital psiquiátrico .Felizmente, hoje, muitos dos conceitos mudaram e continuarão a evoluir, fazendo com que muitos dos receios deixem de ter a importância que ainda pendura.

"Esquizofrenia", explica o psiquiatra Mario Rodrigues Louzã Neto, coordenador do Projeto de Esquizofrenia ( Projesq ) do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina, da Universidade de São Paulo, USP, "é uma doença que se caracteriza por uma desorganização de diversos processos mentais, levando o portador a apresentar vários sintomas. Ela se manifesta em crises agudas, quando os sintomas são mais intensos, intercaladas com períodos de remissão. Sua causa causa ainda é desconhecida .Fatores hereditários e ambientais parecem contribuir para o seu aparecimento".

A psiquiatra Ana Cristina Chaves , coordenadora do grupo de esquizofrenia do Hospital São Paulo,da universidade Federal de São Paulo ( Unifesp ), assegura que o diagnóstico e feito apenas por meio do quadro clínico. Exames como o eletroencefalograma não detectam,com precisão , alterações no cérebro do paciente ,e não existe nenhum tipo de exame laboratorial que permita confirmar a doença .

No fim da adolescência

A herança genética, embora tenha seu papel importante no surgimento, não pode ser considerada a única causa. Fatores ambientais na gestação ou nos primeiros dias de vida da criança podem relacionar-se com o problema Sua manifestação começa geralmente, no fim da adolescência, entre os 20 e os 29 anos, havendo uma ligeira prevalência para os homens. A cada ano há cerca de 50 novos casos para cada 100 mil pessoas, o que significa que poderemos ter 80 mil brasileiros, numa população de 160 milhões de pessoas, manifestando a doença pela primeira vez.

Antipsicóticos: imprescindíveis para controlar os sintomas:

"Ela pode começar de duas maneiras", Diz o professor Mário Louzâ. "De modo abrupto, a pessoa muda de comportamento e hábitos em pouco menos de um mês. Torna-se agitada, não dorme e começa a falar coisas sem sentido. Quando o início da doença é gradual, as modificações do comportamento são mais lentas ao longo de meses ou anos e, por isso, a doença passa despercebida. A pessoa isola-se , não tem mais interesses , deixa o trabalho ou o estudo . As pessoas próxima do doente acham que essa mudança se deve a algum fato ocorrido ou a maneirismo, comuns na adolescência , e não percebem que é uma doença. Somente quando esses sintomas se acentuam é que ela é levada a um médico."

Há alguns biotipos:

Estudos demonstram que, com os tratamentos precoces da esquizofrenia, aumentam-se as chances de recuperação. Segundo a professora Ana Cristina, para fazer o diagnóstico da esquizofrenia, o psiquiatra depende fundamentalmente da história relatada pelo paciente ou por uma das pessoas com quem convive. A partir daí se faz o diagnóstico. Não há, até o momento , nenhum tipo de exame laboratorial ou de raio X que possa auxiliar . O médico pode solicitar exames laboratoriais para excluir outras doenças que tenham manifestações semelhantes às da esquizofrenia. Diz Mário Louzã que há alguns subtipos conhecidos da doença que são classificados conforme os sintomas predominantes . Entre eles, a paranóide, hebefrênico, catatônico e simples.

Em alguns momentos de crise, a internação pode ser útil.

Principais causas

Desde o inicio do século as causas da esquizofrenia vêm sendo pesquisadas. Até meados dos anos 40 os pesquisadores achavam que não se tratava de uma doença, mas de um problema de ordem emocional e social. Da década de 70 em diante, com o surgimento das novas tecnologias para estudar o cérebro humano foram feitas descobertas que permitem afirmar que a esquizofrenia eé uma doença do cérebro com manifestações psíquicas . "Sabe-se hoje' , diz Louzã , " que a esquizofrenia tem uma base hereditária . Parentes de esquisofrênicos têm uma chance maior de ter a doença. Estudos com gêmeos univitelinos mostram que se um dos gêmeos tem a doença, há uma chance de 50% de que a doença também se manifesta no outro".

Fatores ambientais também foram considerados e estudados . Esses fatores são relacionados ao período do desenvolvimento embrionário do cérebro durante a gestação, ao parto e aos primeiros dias de vida da criança. É durante esse período que ocorre uma sequência enorme de modificações no cérebro , que levam ao seu amadurecimento. Se acontece algo de errado nessa sequência de eventos muito bem - ordenados , o cérebro fica mais vulnerável para o desenvolvimento da doença.

Alterações bioquímicas

Estão sendo objeto de pesquisas as alterações no cérebro dos esquizofrênicos , que podem ser visualizadas por exames especiais como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética . Mas como essas alterações não são especificas, não servem para os diagnósticos. Estão bem estudadas as alterações bioquímicas no cérebro dos portadores de esquizofrenia uma vez que, no caso, há alterações de neurotransmissores, principalmente o dopamina e a serotomina. Esses desequilíbrios dos dois neurotransmissores seria responsável pelas suas manifestações.

Até os anos 50 não havia remédio para a esquizofrenia. Muitos pacientes precisavam ser internados em consequência da sua gravidade e a dificuldade em controlar os sintomas. Em 1952 foi observado que o clorpromazina diminuía os delírios e alucinações e tranquilizava os pacientes agitados. Esse medicamento foi o primeiro de uma serie de neurolépticos , conhecido hoje como antipsicóticos , que têm a capacidade de aliviar vários sintomas , como os delírios , alucinações e o pensamento desorganizado, mas têm pouco efeito sobre os sintomas do pensamento empobrecido , a apatia e diminuição da afetividade. Além disso, provocam efeitos colaterais neurológicos, caracterizados por tremores, rigidez muscular e dificuldade para andar.

Novas esperanças

Nos últimos anos apareceu um novo grupo de medicação que diminuem os sintomas positivos, atuam sobre os negativos e produzem efeitos colaterais neurológicos menos intensos . Os antipsicóticos são imprescindíveis para controlar os sintomas, mais intensos nos surtos da doença e para evitar seus surtos psicóticos na fase de remissão. O tratamento e feito em doses baixas de medicação que vão sendo reduzidas conforme a melhora do paciente. Os antipsicóticos demoram de seis a oito semanas para fazer efeito e suas doses variam de paciente para paciente , por isso é necessário acompanhamento intensivo , especialmente no começo do tratamento.

Tratamento demorado

Muitas vezes, não se obtém o resultado esperado com determinado medicamento e deve-se substitui-lo com outro até que se encontre um mais eficaz para aquele caso. Para diminuir a angustia, e a agitação e melhorar o sono administram-se tranquilizantes.

Após algumas semanas os sintomas diminuem, mas deve-se continuar o tratamento medicamentoso para não haver uma recaída. Depois de alguns meses, a medicação poderá ser reduzida para um mínimo necessário visando impedir uma nova crise. Esse é o tratamento de manutenção, que deve ser feito por um tempo muito prolongado. Preconiza-se um período de dois anos para tratar a primeira crise e cinco anos após a segunda crise. Se não aparecer sintomas adversos, pode-se reduzir ou suspender o tratamento. Para muitos doentes, entretanto, a medicação antipsicótica tem de ser mantida por toda a vida ou por um prazo indeterminado.

Suporte e apoio

A esquizofrenia é uma doença heterogênica que necessita dos cuidados de uma equipe multiprofissional. As abordagens psicossociais visam minimizar ou diminuir as recaídas e promover o ajustamento social dos portadores da doença; as principais abordagens são: a psicoterapia, terapia ocupacional, acompanhamento terapêutico, grupos de auto ajuda, abordagens psicossociais em instituições, orientação familiar, oficinas de trabalho e pensões protegidas.

A psicoterapia pode ser individual ou em grupo. A individual deve priorizar o apoio, pois os paciente têm dificuldades específicas que necessitam de suporte para obter a melhora em sua qualidade de vida.

A psicoterapia de grupo monitora e ativa o ambiente do grupo, buscando temas, estimulando e organizando a conversação, e oferece suporte e proteção para favorecer a coesão do grupo. A

terapia central é focada em atividades que não devem ser meramente recreativas. Sua finalidade é recuperar a capacidade do paciente fazer com que a pessoa se organize, assuma seu auto-controle e combata a falta de vontade. Já no acompanhamento terapêutico, um profissional de saúde vai ajudar o portador a recuperar as habilidades perdidas acompanhando-o no dia a dia.

Hospital-dia

Toda doença crônica dificulta a vida do doente e sua relação com a família. Deve-se trabalhar a conscientização do portador da doença para que se possa combate-la e se a família não for também conscientizada, os choques serão inevitáveis. Estudos internacionais demonstram que as recaídas são mais freqüentes quando o ambiente familiar é estressante. Os hospitais-dia, bastante comuns no tratamento da esquizofrenia, estão organizados para atividades de reabilitação.

A evolução dos medicamentos antipsicóticos transformou o tratamento da esquizofrenia de hospitalar para ambulatorial. No entanto, em determinados momentos de crise, a internação ainda pode ser útil. Caso seja necessária, deve ser por curto prazo. Vinte a quarenta dias

Sintomas variam de pessoa para pessoa

São vários os sintomas de esquizofrenia que são considerados para avaliação diagnóstica e para a conduta do tratamento. Eles variam de pessoa para pessoa e também conforme a evolução da doença. Isso significa que nem todos os portadores apresentam todos os sintomas. Segundo os critérios, eles devem estar presentes por, pelo menos um mês, para que possa diagnosticar a esquizofrenia.

Os principais são os seguintes: Delírios-crenças, idéias ou pensamentos falsos que não correspondem à realidade. O portador acredita neles e não se convence do contrário. Os temas são variados e implausíveis. Alguns doentes acham que estão sendo vigiados ou perseguidos por pessoas, pela polícia, máfia ou outra organização secreta; outros acham que os vizinhos estão vigiando por meio de câmeras escondidas ou telefones "grampeados ". Suspeitas relacionadas a TV, rádios ou computadores são experiências muito comuns.

Alucinações - variam de pessoa para pessoa; as auditivas são mais comuns . O doente diz que está "ouvindo vozes " de pessoas quando não há ninguém por perto. As vozes dão ordem ou falam que estão fazendo.

Alterações de pensamento - perda da sequência lógica do pensamento, levando uma desorganização que provoca uma conversa sem nexo. Os doentes acreditam que o pensamento é roubado de sua mente ou que foi colocado por outra pessoa em sua cabeça.

Alterações de afetividade - registra-se uma diminuição na capacidade de expressar emoções; sua mímica fica empobrecida e a afetividade pueril.

Diminuição da motivação - ocorre uma diminuição da vontade , havendo apatia , desânimo ou desinteresse . O portador torna-se isolado e retraído socialmente.

Sintomas motores - movimentos lentos e sem espontaneidades. Alguns doentes permanecem longo tempo em posturas estranhas, sem andar ou falar.

Mutismo - a pessoa passa a viver dentro de um mundo próprio , fantasioso; torna-se "desligada " .

Ambivalência - paciente mostra-se dividido entre dois sentimentos ou vontades opostas, que acontecem simultaneamente.

Auto-referência - o portador está sempre desconfiado ou suspeito dos que rodeiam achando que o estão observando ou prejudicando.

Alterações da cognição - os portadores apresentam dificuldade para concentrar. Isso pode ocorrer em diferentes situações como, por exemplo, ao assistir um programa de televisão quando perdem o fio da meada e não conseguem acompanhar o que está acontecendo. Demonstram também dificuldades para ficar atentos e memorizar o que estão observando.


Poder das maos

Dor de pulso

Pergunta: Se passiva desvio ulnar do punho provoca dor no lado do polegar do punho, qual a estrutura é susceptível de ser ferido?

Resposta: ligamento colateral radial do pulso.

O ligamento colateral radial, também conhecido como o ligamento lateral externo, atribui o processo estilóide do rádio distal ao trapézio e osso escafóide, bem como para a base do primeiro osso metacarpal.
Esta banda, curto estreito de tecido fibroso está localizado bem no centro da tabaqueira anatômica - o espaço entre o abdutor longo do polegar e tendões extensor do polegar. Dor na região também pode ser causada por uma fratura do osso escafóide, tenha certeza que seu cliente tenha visto um médico para verificar essa possibilidade

1: Anatomia do ligamento colateral radial, que atribui ao processo estilóide do rádio distal do osso escafóide e trapézio.


Fig. 1: Anatomia do ligamento colateral radial, que atribui ao processo estilóide do rádio distal do osso escafóide e trapézio.
A função do ligamento colateral radial é proteger a articulação do pulso, limitando o desvio ulnar do punho (ou seja, o lado do movimento de flexão do punho em direção ao dedo mínimo). A lesão deste ligamento é comum em massoterapeutas com problemas no pulso, assim como em carpinteiros, pedreiros, ginastas e outros atletas que utilizam os seus punhos em posições estressantes.
Para avaliar o pulso direito, use a mão esquerda para apoiar o cliente do antebraço a poucos centímetros acima do pulso. Então use sua outra mão para agarrar o lado do polegar da mão do cliente. Em seguida, deverá lado a lado flex medialmente em direção ao quinto dígito para passivamente esticar o lado radial do punho. Se o ligamento é lesado, este será desconfortável. (Para testar o pulso esquerdo, inverter estas indicações.)

Fig. 2: Test (Avaliação de uma lesão do ligamento colateral radial).

Fig. 2: Test (Avaliação de uma lesão do ligamento colateral radial).
Fig. 3: A palpação (Palpação do ligamento colateral radial.) O ligamento colateral radial geralmente é ferido na sua origem, mas também pode ser lesado distalmente. Para apalpar o ligamento, coloque o polegar contra a ponta do processo estilóide na extremidade distal do rádio. Quando o ligamento é lesado, apalpando-lo desta maneira geralmente é desconfortável. Para apalpar a extremidade distal, passar para o outro lado da tabaqueira, à penhora no trapézio. Para palpar o escafóide acessório, use sua outra mão para desviar-ulnar ligeiramente o pulso de modo que os movimentos do osso escafóide lateralmente e é mais facilmente acessível.



3: A palpação (Palpação do ligamento colateral colateral radial).

Poder das maos