domingo, 3 de janeiro de 2010

Desça do salto

Além da tortura das dores, o desnível do calcanhar encurta músculos e tendões, aumenta o risco de torções e provoca mais calos e joanetes.

É quase um consenso entre as mulheres que usar salto alto valoriza as pernas. Visualmente é bonito e faz efeito: os homens gostam. Mas, o que é invisível é a série de problemas à saúde da musculatura e das articulações da mulher. O correto, o ideal, alertam os ortopedistas, seria nem usar esse tipo de calçado.
“Mas o trabalho e algumas ocasiões exigem”, retrucam as mulheres. Para não jogar fora o salto alto, o tênis pode ajudar. É que os efeitos da corrida aliviam e combatem os prejuízos na saúde das mulheres que precisam viver nas alturas.

E não precisa ser muita altura não. Se a mulher se submete constantemente a saltos acima de três centímetros, vai provocar o encurtamento do tendão de Aquiles –ligamento que reveste o calcanhar – e da musculatura isquiotibial –que vai da coluna lombar ao pé –, aparecimento de joanetes e dedos em garras e maior incidência de entorses no tornozelo.

Segundo a ortopedista especialista em pé e tornozelo Cibele Réssio, mestre em ortopedia e traumatologia pela Unifesp, quem pratica atividades físicas de impacto constantemente tem tendões, ligamentos e ossos muito mais resistentes a eventuais lesões. Isso porque exercícios dessa natureza, como a corrida:

• induzem a produção de massa óssea;
• aumentam a resistência do arcabouço do esqueleto;
• aumenta a vascularização nos tendões e no periósteo (membrana que recobre o osso),
• alimentam e oxigenam esses órgãos

Além disso, uma corredora que cuida da preparação física e mantém uma rotina de alongamentos tem vantagem sobre as sedentárias, já que alongamento é o tipo de exercício mais indicado pelos ortopedistas para evitar crises de dor e relaxar a musculatura. “Em especial no músculo posterior da coxa e nos músculos isquiotibiais da perna e do pé”, ensina Cibele.

Em 1999, ela defendeu sua tese de mestrado, sobre os efeitos do salto alto no corpo feminino. Com um aparelho chamado baropodômetro F-Scan, um computador que mede a pressão na ponta dos pés, a médica analisou 400 passos de 10 mulheres. Cada uma delas foi avaliada descalça e com saltos de 3 cm, 6 cm e 9,6 cm. O objetivo era descobrir quais as alterações que o salto causa na marcha da mulher. A conclusão? “Todos os saltos são maléficos. Acima dos 3 cm trazem os mesmos problemas que os de 9 ou 10 cm.”

Ari Zekcer, ortopedista, cirurgião de joelho e médico do esporte pela Unifesp, também alerta para os problemas que o uso constante de salto pode trazer aos joelhos. “O calcanhar, elevado pelo salto, automaticamente faz com que a mulher ande com os joelhos mais dobrados. Essa mudança traz uma sobrecarga na região logo abaixo da patela, o que pode causar uma rachadura na cartilagem, chamada condromalácia, ou até mesmo tendinite patelar, uma inflamação dos tendões dessa região.”

O ortopedista e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte, Ricardo Munir Nahas, ensina a escolher o tipo de salto:

“Quando os sapatos são mais baixos na frente e altos atrás, esse desnível não deve passar dos dois ou três centímetros. Se mulher usa salto diariamente, deve preferir os chamados anabela.” E a ortopedista Cibele completa. “Até mesmo as plataformas, que distribuem melhor a pressão na planta do pé, devem ser aquelas que o deixam paralelo ao solo.”

Outro conselho de Nahas é que a mulher use o salto apenas nos dias em que passará mais tempo sentada. “As americanas tem como costume trocar de sapato durante o dia. Levam consigo um par para trocar quando a ocasião é mais formal, mas não passam o dia inteiro de salto. Aqui deveria funcionar assim também”, alerta.

Por motivos profissionais, Juliana Guerra, 33, não pode seguir as recomendações dos especialistas. Ela é administradora de empresas, há dez anos, e precisa passar no mínimo oito horas diárias, de segunda a sexta, sobre o salto. “Na primeira empresa em que trabalhei, esse tipo de sapato era obrigatório”, conta. “E sempre que eu não estava de salto sentia dores, um repuxo.” A saída, então, foi praticar exercícios. “Há dois anos e meio eu comecei a correr. As dores foram diminuindo e hoje meu corpo responde bem melhor aos problemas que o salto traz”, comenta.

Agulha matador
Com mais de 3 cm, o salto pode causar:

• Dores
• Encurtamento do tendão de Aquiles
• Encurtamento da musculatura do pé e da perna
• Aparecimento de joanetes
• Dedos em garra, com calos
• Entorses de tornozelo
• Condromalácia (rachadura na cartilagem do joelho)
• Tendinite patelar

Tire os pés do sufoco

• compre o calçado no final da tarde ou à noite, porque os pés incham um pouco durante o dia.
• experimente sempre os dois pés do calçado, pois um pé nunca é exatamente igual ao outro.
• compre um número que deixe 1,5 cm entre o último dedo e a ponta do sapato, para movimentar os dedos durante a marcha.
• o sapato deve estar confortável já na hora da compra, não acredite que ele vai lassear.
• meça o tamanho do seu pé frequentemente. Após os 20 anos, os pés costumam aumentar de um a dois números.
• não repita o mesmo calçado todos os dias, varie o modelo, para não machucar o pé sempre no mesmo lugar. Se possível, troque duas vezes por dia.

Dicas de alongamento
Manter os exercícios por 30 segundos e repetir três vezes


1) Para toda a região posterior da perna, deitada e com uma das pernas para cima, com uma toalha ou faixa presa à ponta do pé, a mulher deve puxá-la em direção ao peito; alternar a perna;
2) Para a panturrilha, apoiar as duas mãos na parede e afastar os pés, como se fosse dar um passo longo. Semiflexionar a perna da frente, manter a de trás esticada com o calcanhar apoiado no chão e empurrar a parede.

Mariana Romão

Problemas de visão em cachorros

Não importa a idade do seu animal, pois os problemas que atingem a visão sempre podem dar o ar da graça. E devem ser tratados no início para eliminar qualquer embaço.

As doenças oculares podem ser congênitas, aparecerem com a velhice ou serem disparadas por um simples acidente. Porém levar o seu animal ao oftalmologista canino ajuda a manter tudo sob controle. Até os 2 anos, essa consulta deve acontecer ao menos uma vez. Assim você sabe se o filhote tem alguma predisposição a problemas como catarata e glaucoma e diminui os riscos de complicações futuras.

O oftalmo Luiz Felipe Moraes Barros, do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo, tranquiliza: “Quando diagnosticadas logo no começo, as alterações oculares têm bons prognósticos. A ceratite tem cura e o glaucoma e a catarata são tratados com ótimos resultados”. Saiba mais sobre cada uma dessas encrencas que afetam a cachorrada.

LEVE A SÉRIO
• Alteração na coloração dos olhos
• Olhos vermelhos e irritados
• Secreção ou lacrimejamento
• Piscadelas frequentes ou o hábito de viver de pálpebras cerradas

CERATITE
O que é: caracterizada por uma inflamação na córnea, sua origem pode ser um trauma, o mau posicionamento dos cílios ou uma fragilidade ocular. Ao notar o comprometimento, leve o animal imediatamente ao oftalmologista.
Tratamento: antibióticos orais ou em forma de colírio, que devem ser administrados, no mínimo, quatro vezes ao dia até a cicatrização. Lembre- se de que o cão não pode coçar o local. Segure as patas dele a caminho do atendimento. “As bactérias das unhas agravam a lesão. Sem contar que, coçando, ele pode perfurar os olhos”, alerta Angélica Safatle, oftalmologista, do Hospital Veterinário, da Universidade de São Paulo.
Raças com maior risco: aquelas com os olhos grandes, como o lhasa, o shi-tsu e o buldogue. Como a região ocular é maior, a lágrima evapora rápido, diminuindo a proteção natural.

GLAUCOMA
O que é: nessa doença, que ainda não tem cura, a pressão intraocular fica elevada. Devagar, vai causando a morte das células do nervo óptico, levando à cegueira. A idade contribui para o aparecimento do problema, que acaba surgindo entre os 4 ou 5 anos dependendo do cachorro.
Tratamento: se descoberta no início, a doença pode ser controlada com a aplicação intravenosa de um diurético que facilita a drenagem do líquido acumulado dentro do globo ocular, ajudando a aliviar a pressão. Além disso, colírios hipotensores deverão ser usados por toda a vida.
Raças com maior risco: cocker, sharpei, basset, basset hound, beagle, samoieda e husky, por uma questão genética.

CATARATA
O que é: outra doença silenciosa que, nos cachorros, chega tanto na juventude como na velhice (acima dos 9 anos). O cristalino, lente interna dos olhos, fica opaco e não deixa que a luz chegue à retina. Por isso, o animal não enxerga.
Tratamento: “A cirurgia é o melhor meio de correção, pois retira o cristalino opaco”, diz Barros.
Raças com maior risco: poodle, cocker, schnauzer, yorkshire e lhasa.

INVESTIGAÇÃO A TODA PROVA
O ideal é que, de tempos em tempos, um oftalmologista veterinário examine a estrutura ocular, a produção lacrimal, a medida da pressão intraocular e o fundo dos olhos, onde fica a retina. O primeiro exame deve ser realizado antes dos 2 anos porque assim o dono fica sabendo se o animal tem algum problema que poderá ser passado aos seus filhotes caso ele procrie. A partir dos 10 anos, a frequência dos exames deve ser anual mesmo que não haja sintomas de encrenca. Saúde é Vital

Convivência reforça vínculos de amizade

Tem quem prefira eles à família, afinal foram escolhidos a dedo. Seus amigos conhecem segredos, participam de momentos importantes e não se incomodam quando os planos fogem às expectativas. "A cumplicidade explica a ligação que torna os amigos inseparáveis. A compreensão que existe nesse tipo de relacionamento é profunda e marcada por muitas descobertas e conjunto, diferente do que acontece o ambiente familiar onde as posições estão marcadas desde sempre", afirma a psicóloga Marina Vasconcellos, especialista do Minha Vida.

Na companhia dos amigos, você ganha incentivo para tomar decisões difíceis e também escuta verdades que, apesar de doloridas, merecem ser ditas. Mas, nem por isso, precisa sofrer com medo de rejeição ou de julgamentos negativos. E também não precisa achar que, para a amizade resistir, é necessário haver muitas semelhanças entre as pessoas. "As afinidades de comportamento favorecem a intimidade, já que é mais provável se aproximar de alguém que freqüenta os mesmos lugares que você", diz a psicóloga. "Mas as pessoas mudam bastante ao longo da vida. A amizade só permanece, no entanto, quando os valores praticados são os mesmos".

Para fortalecer a amizade, a convivência é fator-chave. Por isso, laços que se formam na adolescência tendem a ser mais duradouros. Nesta fase, além de transformações profundas, os jovens experimentam situações inéditas, em que o apoio dos amigos é fundamental. ?Quando há coincidência de idade, a partilha não é só a do momento. Também há divisão de sensações, um adolescente sabe exatamente as dificuldades que o outro enfrenta e tem boas chances de ajudar?.

Os pais que, muitas vezes, têm dificuldade de lidar com as relações de amizade mais intensas. Eles sentem ciúme ou sentem-se ameaçados por uma proximidade tão cheia de confissões. Mas a especialista recomenda que as críticas só sejam feitas caso os adultos notem algum tipo de prejuízo no convívio. "O respeito às escolhas dos jovens é determinante para que eles desenvolvam a confiança nos pais. O tipo de apoio que um amigo oferece é diferente daquele esperado dos adultos", afirma a psicóloga. "Quando a família entende essa diferença, os dois lados saem ganhando".

Mas não se engane: a fase é de rebeldia e, sempre que puderem, os adolescentes vão usar os amigos para testar os limites dos pais. Nessas condições, o jeito é marcar posição e definir o que está permitido, segundo as regras da família. "A amizade deve ser uma das formas de aprimoramento do ser humano. Sempre que os estímulos oferecidos estiverem na direção contrária aos valores da família, essas divergências têm de especificadas", afirma Marina. Minha Vida

Proteja-se das varizes nas férias

Viajar de avião causa varizes? Com certeza você já ouviu ou fez esta pergunta. De acordo com o cirurgião vascular Eduardo Toledo Aguiar, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) e diretor clínico da Spaço Vascular, o problema não é tão grave assim.
"O problema não é viajar de avião. Viagens muito longas em que o passageiro fique sentado na mesma posição por muito tempo em qualquer meio de transporte podem causar inchaço nas pernas e um certo desconforto. Isto acontece também com quem trabalha na mesma posição por muito tempo", explica o médico.

Uma pessoa que trabalha o dia todo sentada ou em pé na mesma posição tem mais chance de desenvolver varizes do que o viajante eventual. Para quem tem histórico familiar, as chances aumentam exponencialmente. Portanto, é mito afirmar que viajar de avião causa grandes problemas de circulação nos membros inferiores. "Dores nas pernas e inchaço são comuns, mas é exagero associar uma viagem de avião ao surgimento de varizes e outras complicações", complementa o especialista.

Abaixo, seguem algumas dicas para quem vai ficar muito tempo sentado durante a viagem:

- Movimente os pés e os tornozelos para cima e para baixo e em movimentos circulares a fim de estimular a circulação sanguínea;

- Em viagens longas de avião, 'passear' pelo corredor e ficar em pé por alguns momentos são boas alternativas ao desconforto;

- Em viagens de ônibus, escolha uma posição confortável e desça nas paradas para manter o corpo ativo;

- Em viagens de carro, é recomendável parar a cada duas horas, descer do carro, alongar o corpo e caminhar um pouco para estimular a circulação;

- Pessoas com histórico de doenças do sistema circulatório devem procurar o médico vascular antes de viajar;

- Meias elásticas de compressão também auxiliam os viajantes. Até mesmo quem não tem histórico de doença vascular pode utilizar meias de leve compressão. Já, para quem tem varizes ou outro problema vascular, o ideal é que o médico indique a meia com a compressão adequada. Msn

Emoções e humor influenciam na intensidade da dor, diz pesquisa

Quem sofre com dores pode ter um alivio barato e simples, de acordo com um estudo da Universidade de Montreal, no Canadá. Pesquisadores chegaram à conclusão de que afastar emoções negativas diminui o problema.

"As emoções ou humor podem alterar a forma como reagimos à dor, uma vez que estão interligados", disse o líder da pesquisa, Mathieu Roy, ao site Science Daily. "Nossos testes revelaram quando a dor é percebida pelo nosso cérebro e como essa dor pode ser ampliada ao ser combinada com emoções negativas."

Os cientistas avaliaram 13 participantes ao receberem pequenos, mas dolorosos choques. Durante o processo, observaram imagens agradáveis (como de alguém esquiando), desagradáveis (urso malvado) e neutras (livro). As reações do cérebro foram medidas por meio da ressonância magnética funcional e constatou-se que, quando os voluntários olhavam as desagradáveis, as dores eram mais fortes em comparação com o momento em que admiravam as agradáveis.

"Nossos resultados mostram que as intervenções não-farmacêuticas, como a fotografia ou a música, podem ser utilizadas na saúde para ajudar a aliviar a dor. Essas intervenções seriam baratas e adaptáveis a diversas áreas." Terra Saúde

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Quais são as suas resoluções para o próximo ano?

"Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança,
fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano
se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação
e tudo começa outra vez,
com outro número e outra vontade
de acreditar que daqui pra
diante vai ser diferente."
(autor desconhecido)

E fim de ano é sempre assim. É hora de parar um minuto a correria com a casa, o marido e as crianças para pensar no que temos intenção de fazer (e de mudar!) no próximo ano. Você já fez a sua lista? Nós, da redação da CRESCER, montamos as nossas resoluções para que você se inspire e faça a sua também.

1 - Quero organizar a rotina de sono na minha casa, não apenas o das crianças, mas o meu também! Para isso dar certo, tudo precisa ser (re)organizado: horário do jantar, de arrumar as coisas para o dia seguinte, de ler um livro e de relaxar até pegar no sono!

2 - Vou administrar melhor meu tempo para ver meu filho crescer, dar os primeiros passos, falar as primeiras palavras e dar incontáveis gargalhadas. Vou perder menos tempo resolvendo as coisas burocráticas da vida e gastar mais minutos de pernas para o ar ao lado da minha família.

3 - Vou olhar a vida com mais leveza para que os problemas tenham o peso que merecem, e assim deixá-la menos complicada e mais divertida. Isso me dará mais tempo para pensar num piquenique no fim de semana ou uma corrida à praia com as crianças, e, assim, aproveitar melhor todo dia de sol que houver.

4 - Vou organizar meus horários para conseguir fazer uma atividade física e viajar mais. Quero curtir minha família e meus amigos por mais tempo.

5 - Quero ensinar meu filho a pensar em proteger o planeta (e sem ser chato!). Pretendo que isso aconteça em situações corriqueiras do dia a dia, desde o momento de escovar os dentes até na hora de separar o lixo da casa.

6 - Quero reservar um tempo para fazer um curso de artesanato, algo que eu possa usar as mãos para criar.

7 - Vou reservar um tempo só para mim. E sem culpa. Seja para ler um livro, encontrar uma amiga ou fazer uma massagem.

8 - Vou cuidar do relacionamento com meu marido. Para isso, vou me organizar para ter uma noite a sós com ele, voltar a deixar aqueles bilhetes que trocava na época do namoro ou comprar uma lingerie nova para fazer uma surpresa.

9 - Pelo menos três vezes na semana, ao chegar do trabalho, vou andar com meu filho e meu cachorro. Ouvir o som dos passarinhos e observar todas aquelas coisas que só as crianças conseguem nos mostrar.

10 - Ao menos uma refeição no dia pretendo estar junto com meus filhos e meu marido, seja no café da manhã, almoço ou jantar. Também vou tentar me programar para conseguir buscar ou levar as crianças na escola, nem que seja uma vez na semana. Crescer

Cuidados que a grávida deve tomar no período das festas de fim de ano

Com a chegada das festas de fim de ano, a rotina da família inteira muda. Viagens, festas e excessos alimentares são comuns. Por isso, as mulheres que estiverem grávidas nessa época do ano devem ficar atentas a alguns detalhes.

Viagens
Se o seu obstetra vai viajar, agende uma consulta alguns dias antes para checar se está tudo bem. O ideal é que ele indique algum médico substituto, de preferência um que esteja a par do seu histórico médico, para atendê-la no período em que estiver fora.

Quem vai viajar é você? Em primeiro lugar, é preciso o aval do obstetra. Além disso, os cuidados variam de acordo com a saúde da mãe e do bebê e da idade gestacional. Veja mais dicas para viajar durante os nove meses.

Compras
Prefira ir às compras de manhã, quando o sol é mais fraco e as lojas estão mais vazias. Se tiver que enfrentar o trânsito, pare e estique as pernas a cada hora. Também compre os presentes que puder - e até o seu vestido de Natal ou Ano Novo - pela internet.

Ceia e afins
Na maioria dos casos, não há restrição alimentar para as grávidas nesse período. Mas isso não significa que você pode se entupir de panetone, rabanada, peru, frutos secos e assim por diante. A dica é a mesma durante toda a gestação: coma de tudo, mas sem exageros. Refeições volumosas podem causar mal estar, já que a digestão é mais lenta na gravidez. Evite também os pratos que não está habituada ou de origem duvidosa.

Temperatura máxima
Alguns desconfortos comuns na gestação, como inchaços, tontura e pressão baixa, tendem a piorar com a chegada do verão. De férias ou trabalhando, as grávidas devem usar roupas leves e beber muito liquido. Pegue leve: nada de carregar peso e, algumas vezes ao dia, descanse com as pernas elevadas. Na hora de escolher roupas e sapatos para as festas, opte pelos confortáveis.

Quase na hora do parto
Se o nascimento estiver previsto para esse período, melhor não viajar a lugares distantes ou de difícil acesso. Além disso, evite aglomerações. A correria típica de fim de ano tira o fôlego - e a paciência - de qualquer um. Na medida do possível, aproveite o intervalo para relaxar. Crescer